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quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

Nossa maior riqueza está em Deus

    Os tesouros desta terra não nos satisfazem. Eles não preenchem o vazio da alma. Por isso estamos sempre insatisfeitos mesmo que tenhamos tudo. As coisas deste mundo não preenchem o coração que só pode ser preenchido pela graça de Deus. Por isso busquem primeiro o Reino de Deus e sua justiça. 

    Os tesouros que podem preencher o coração estão escondidos em Deus e é preciso ir buscá-los o tempo todo. De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Nossa maior riqueza está em Deus. Esqueça as coisas deste mundo. Tudo aqui é passageiro e não satisfazem a nossa alma. Deixe o Senhor preencher o vazio de sua alma e te dar a alegria da salvação. A verdadeira felicidade do céu está no Senhor Jesus Cristo. 

    É difícil ter fé, mas é muito mais difícil viver sem fé. Com fé o caminho da vida se torna fácil; sem fé o caminho se torna impossível. O grande segredo da vida é fazermos o que Deus quer e querer o que Deus faz. Sozinhos não somos nada. "Sem mim nada podeis fazer". Com Jesus podemos muita coisa. "Tudo posso naquele que me fortalece".

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Sobre a prosperidade

    A ideia de que a salvação traz consigo riquezas materiais não tem fundamento bíblico embora seja um pensamento antigo, haja vista a arguição de Bildade. Deus trata com cada um segundo o seu querer e, seu querer é que todos sejam prósperos. Se não for assim, como justificar a prosperidade de pessoas que não servem a Deus? 
 
    Se constitui maldade ver como em nossos dias associa-se muito facilmente pobreza a pecado na vida. Se observarmos bem, veremos de que lado está o pecado. E, com certeza, não é na vida dos filhos de Deus, mas dos ricos deste mundo que se apressam em aumentar suas riquezas à custa do sacrifício e sofrimento dos menos favorecidos, impondo-lhes um jugo difícil de suportar. 
 
    Nas últimas décadas do Século 20 e com mais ênfase no Século 21, as igrejas evangélicas foram tomadas por uma teologia que acabou por substituir a verdadeira adoração a Deus por um espírito meramente comercial. Referimo-nos à pervertida e ímpia Teologia da Prosperidade. Esse arremedo de doutrina levou os fiéis a inverterem os mais caros valores de sua fé: o mais importante, agora, para milhões de filhos de Deus não é o ser; e, sim: o ter. Dessa forma, as pessoas, em nossas igrejas, começaram a ser julgadas não pelo que eram, mas pelo que tinham. 
 
    O que é a Teologia da Prosperidade? É a doutrina, segundo a qual o crente, por ser filho de Deus, jamais passará por agruras financeiras, pois foi ele destinado a viver de maneira regaladamente pródiga, sem ter de se defrontar com as carências materiais comuns a todos os seres humanos. 
 
    Temos de agir com equilíbrio e discernimento, pois os extremismos teológicos, quer à esquerda, quer à direita da Bíblia, são nocivos. Logo: que ninguém seja julgado pelo que tem, mas pelo que é (Mt 5.16; 1Tm 5.25; Tg 1.26,27). Quer Deus nos conceda riquezas, quer nos deixe experimentar necessidades, tenhamos sempre em mente que Ele é soberano e, como tal, sabe tratar com seus filhos (Jr 18.1-6). Habacuque e Paulo sabiam viver na abundância, e não se perturbavam na privação (Hc 3.17-19; Fp 4.10-13). 
 
    A Teologia da Prosperidade é diabolicamente perversa e mentirosa, porque induz os filhos de Deus a buscar a riqueza, por concluírem ser esta tão importante quanto a salvação. Alerta Paulo, contudo, que, os que porfiam por serem ricos, cairão em muitas ciladas (1Tm 6.9). O mesmo apóstolo ainda alerta ser o amor ao dinheiro a raiz de todos os males (1Tm 6.10). 
 
    Então, a que conclusão chegamos? É prejudicial ao crente possuir riquezas? Todavia, se a não usarmos para minorar o sofrimento de nossos irmãos, impiamente agimos. Por isso deve o irmão rico gloriar-se em seu abatimento (Tg 1.9). Por conseguinte, quer pobres, quer ricos, gloriemo-nos sempre em Deus, pois Ele fez tanto um quanto outro. Além disso, não disse o Senhor que sempre haverá pobres na terra? (Dt 15.11). Eis porque deve o rico ajudar o pobre, a fim de que todos tenham o necessário para viver. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense
Extraído: Lições Bíblicas CPAD 1º Trimestre  2003

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Os tesouros da terra não satisfazem o vazio da alma

    Os tesouros desta terra não nos satisfazem. Eles não preenchem o vazio da alma. Por isso estamos sempre insatisfeitos mesmo que tenhamos tudo. 

    As coisas deste mundo não preenchem o coração que só pode ser preenchido pela graça de Deus. Por isso busquem primeiro o Reino de Deus e sua justiça. Os tesouros que podem preencher o coração estão escondidos em Deus e é preciso ir buscá-los o tempo todo. 

    De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Nossa maior riqueza está em Deus. Esqueça as coisas deste mundo. Tudo aqui é passageiro e não satisfazem a nossa alma. Deixe o Senhor preencher o vazio de sua alma e te dar a alegria da salvação. A verdadeira felicidade do céu está no Senhor Jesus Cristo. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 22 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte IV)

 

    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

IV. Como fugir do consumismo

    1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).

    2. Economize, poupe e fuja das dívidas! Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!

    3. Invista no Reino de Deus. O dinheiro não é um mal em si mesmo (1Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3.10,11).

Conclusão

    Para fugir do consumismo é necessário: evitar o desperdício e o supérfluo, economizar, poupar e fugir das dívidas e, acima de tudo, investir no Reino de Deus. Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36).

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html

Leia a Parte III aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-iii.html

 

quinta-feira, 10 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte II)


    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo. A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2).

Parte II. Comércio e consumo no ambiente cristão

    1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).

    2. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, “missionários” e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só veem o promissor mercado evangélico à sua frente.

    3. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular; por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt 1.7).

Resumo

    O comércio em Jerusalém era abusivo e fraudulento, razão pela qual foi severamente condenado por Jesus. Esta forma infame de comércio, infelizmente, é constatada em alguns ministérios e igrejas na atualidade.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I  http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

 

terça-feira, 8 de março de 2022

O descontentamento nos empobrece

    "...Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário." Provérbios 30:8 
 
    Se as pessoas do mundo hoje tivessem o mesmo pensamento deste personagem da antiguidade, o mundo, com certeza, seria diferente. O grande mal da humanidade é a desigualdade social. Enquanto uma pequena parcela detém as maiores riquezas do planeta, a maioria vive na pobreza. E isso acontece porque as pessoas são gananciosas e nunca estão contentes com o que tem. 
 
    Quanto mais a pessoa tem, mais ele quer ter. E isso tem levado a destruição do planeta. A maioria não se importa com o sofrimento alheio. Quem se importa com as centenas de vítimas da fome que morrem todos os dias, principalmente, mas não apenas, nos países africanos? Há uma busca incessante para se ter mais e mais. Isso leva uma grande parcela das pessoas a serem e agirem com descontentamento. Quase ninguém está contente com o que tem. Isso leva a uma busca desenfreada por mais e mais. 
 
    A Bíblia fala de um homem chamado Agur o qual tinha uma perspectiva diferente a respeito das riquezas quando rogou a Deus para conceder-lhe dois pedidos antes de morrer. A sabedoria deste nobre homem nos faz refletir sobre o que queremos para as nossas vidas. De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Essa indagação feita por Jesus percorre o tempo e ecoa em nossos corações. A busca por bens materiais só leva o ser humano a ruína. Muitos traspassa a sua própria alma com feridas que nunca serão curadas. O descontentamento nos empobrece ao passo que o contentamento nos enriquece. 
 
    Se escolhermos uma vida desenfreada na busca por bens materiais vamos acabar sendo ludibriados pelos desejos do mundo. A luxúria, a ganância, a inveja, entre outros, são males de um mundo totalmente voltado na busca desenfreada para satisfazer o ego humano. Além disso, se não estamos contentes com o que temos, corremos o risco de perder a nossa alma por causa desses desejos. 
 
    Que o Senhor possa nos dar o suficiente para que vivamos dentro da sua vontade. Tem pessoas que não podem ter muito porque não saberá lidar com isso. Então, que tenhamos o que nos ajudará a viver. E que possamos ser sempre gratos a Deus por tudo que Ele tem nos dado. "Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes." 1 Timóteo 6:8 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 3 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte I)

 

    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

    A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.

Parte I. Os males do consumismo

    1. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).

    O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata!”. Façamos, pois, a oração de Agur: “Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).

    2. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2Tm 4.5).

    3. A Compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1Tm 6.10).

    Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).

Resumo

    O consumo desenfreado é motivado pela mídia. As propagandas incentivam o consumo do supérfluo em detrimento do essencial, criando nas pessoas uma compulsão doentia pelas compras.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.