Este é um canal de interação e divulgação de mensagens bíblicas de fé e esperança. Que o amor de Deus alcance seu coração. A grandeza do seu amor por nós é o maior Testemunho Vivo que podemos ter. Seja bem-vindo! Texto: Odair José, Poeta Cacerense
sexta-feira, 30 de junho de 2023
Prometem liberdade e são escravos da corrupção
terça-feira, 22 de março de 2022
É um Mundo Consumista
‘E o que há de errado com isto?’, você pode estar se perguntando. Talvez você pense que eu queira persuadi-lo a vender tudo o que tem e ir viver nas montanhas feito eremita. Fique tranquilo, eu não pretendo fazer isto! Nem estou tentando fazê-lo sentir-se culpado por ter uma lista de ‘coisas a comprar’ guardada na gaveta da cômoda. Não. Não é nada disso.
O que estou tentando dizer é que o problema está em ser acometido pela síndrome do ‘adquira-e-possua’ de nossa cultura, em viver para ter e ter para viver, em ter uma casa cheia de ‘coisas’ — todas estas coisas raramente satisfazem […] E quanto mais ficamos fascinados com as coisas novas que brilham à nossa volta, mas espaço, energia, tempo e dinheiro será necessário para manter o vício do consumo! […]
Quero chamar sua atenção de perdedor financeiro para o simples fato: muitos de nós estamos nadando em dívidas e vivendo um caos conjugal como resultado de nada menos que uma necessidade descontrolada de possuir e acumular coisas. A verdade é que o caos em nosso casamento poderia ter fim se nós simplesmente parássemos de acumular e começássemos a estar satisfeitos com as coisas que já temos”.
(BARNHILL, J. A. Antes que as dívidas nos separem. RJ: CPAD, 2003, pp. 70-1.)
Os males do consumismo (Parte IV)
“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8).
A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.
IV. Como fugir do consumismo
1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).
2. Economize, poupe e fuja das dívidas! Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!
3. Invista no Reino de Deus. O dinheiro não é um mal em si mesmo (1Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3.10,11).
Conclusão
Para fugir do consumismo é necessário: evitar o desperdício e o supérfluo, economizar, poupar e fugir das dívidas e, acima de tudo, investir no Reino de Deus. Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36).
Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.
Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html
Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html
Leia a Parte III aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-iii.html
quinta-feira, 17 de março de 2022
Os males do consumismo (Parte III)
“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8).
A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.
III. Provisão divina das necessidades diárias
1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).
Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13,25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais — o “pão” (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” […] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13,19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1Rs 17.2-7,8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo Deus que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8; Dt 8.15-18; Lc 12.15; 1Tm 6.17).
Resumo
Na oração Dominical Jesus ensinou o mesmo princípio ensinado por Agur: Devemos buscar primeiro o Reino de Deus, mas é da vontade do Pai que oremos por nossas necessidades.
Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.
Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html
Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html
quinta-feira, 10 de março de 2022
Os males do consumismo (Parte II)
A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo. A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2).
Parte II. Comércio e consumo no ambiente cristão
1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).
2. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, “missionários” e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só veem o promissor mercado evangélico à sua frente.
3. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular; por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt 1.7).
Resumo
O comércio em Jerusalém era abusivo e fraudulento, razão pela qual foi severamente condenado por Jesus. Esta forma infame de comércio, infelizmente, é constatada em alguns ministérios e igrejas na atualidade.
Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.
Leia a Parte I http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html
quinta-feira, 3 de março de 2022
Os males do consumismo (Parte I)
“Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8).
A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.
A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.
Parte I. Os males do consumismo
1. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).
O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata!”. Façamos, pois, a oração de Agur: “Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).
2. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2Tm 4.5).
3. A Compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1Tm 6.10).
Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).
Resumo
O consumo desenfreado é motivado pela mídia. As propagandas incentivam o consumo do supérfluo em detrimento do essencial, criando nas pessoas uma compulsão doentia pelas compras.
Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.



