Mostrando postagens com marcador consumismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumismo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de junho de 2023

Prometem liberdade e são escravos da corrupção

    “Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo”. 2 Pedro 2.19. 

    A Palavra de Deus é incisiva contra os falsos mestres. Haverá um grande julgamento de Deus sobre esses impostores que torcem a Palavra de Deus em benefício próprio na ânsia de angariar honras para si mesmos. E, nos nossos dias vemos uma grande proliferação de falsos mestres enganando milhares de incautos pelo mundo afora. 

    Esses falsos mestres, com a mente cauterizada pelo pecado, prometem liberdade e eles mesmos são escravos da corrupção. Fazem promessas miraculosas e movimentos extraordinários na busca incessante para angariar fundos para seus ministérios. E, milhares de pessoas estão sendo seduzidas pelo engodo desses larápios engomados que usam a tribuna para proclamar seus enganos. 

    O consumismo e o desejo de uma vida cheia de riquezas materiais têm levado milhares de pessoas a acreditarem numa falsa teologia da prosperidade que nada tem haver com a prosperidade bíblica. Usa o nome de Deus por poder, dinheiro e honra. Prometem liberdade financeira e escondem o verdadeiro propósito da morte sacrificial de Cristo na cruz do Calvário. Esses indivíduos “depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro”. 2 Pedro 2. 20. 

    Prezado amigo. Não creia em qualquer charlatão que tenta induzir-te para o caminho errado. Jesus foi categórico em afirmar: “E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. Lucas 9.23. Essa é a verdadeira essência do evangelho de Cristo. Quanto a esses falsos mestres a Palavra de Deus nos diz que: “Estes são fontes sem água, nuvens levadas pela força do vento, para os quais a escuridão das trevas eternamente se reserva”. 2 Pedro 2.17. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 22 de março de 2022

É um Mundo Consumista

 

    ‘E o que há de errado com isto?’, você pode estar se perguntando. Talvez você pense que eu queira persuadi-lo a vender tudo o que tem e ir viver nas montanhas feito eremita. Fique tranquilo, eu não pretendo fazer isto! Nem estou tentando fazê-lo sentir-se culpado por ter uma lista de ‘coisas a comprar’ guardada na gaveta da cômoda. Não. Não é nada disso.

    O que estou tentando dizer é que o problema está em ser acometido pela síndrome do ‘adquira-e-possua’ de nossa cultura, em viver para ter e ter para viver, em ter uma casa cheia de ‘coisas’ — todas estas coisas raramente satisfazem […] E quanto mais ficamos fascinados com as coisas novas que brilham à nossa volta, mas espaço, energia, tempo e dinheiro será necessário para manter o vício do consumo! […]

    Quero chamar sua atenção de perdedor financeiro para o simples fato: muitos de nós estamos nadando em dívidas e vivendo um caos conjugal como resultado de nada menos que uma necessidade descontrolada de possuir e acumular coisas. A verdade é que o caos em nosso casamento poderia ter fim se nós simplesmente parássemos de acumular e começássemos a estar satisfeitos com as coisas que já temos”.

(BARNHILL, J. A. Antes que as dívidas nos separem. RJ: CPAD, 2003, pp. 70-1.)

 

Os males do consumismo (Parte IV)

 

    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

IV. Como fugir do consumismo

    1. Evite o desperdício e o supérfluo. Em João 6.12 Jesus ordenou que seus discípulos recolhessem os alimentos que sobrara para que nada se perdesse. Algumas vezes o orçamento acaba porque gastamos com insensatez, onde não se deve ou não se pode (Is 55.2; Lc 15.13,14).

    2. Economize, poupe e fuja das dívidas! Economize comprando no estabelecimento que é mais em conta. Racionalize os gastos com água, luz, telefone, etc. (Gn 41.35,36; Pv 21.20). Abra uma conta-poupança e guarde um pouco de dinheiro, por menor que seja a quantia. Fuja das dívidas!

    3. Invista no Reino de Deus. O dinheiro não é um mal em si mesmo (1Tm 6.10), pelo contrário, pode e deve ser uma bênção para a obra do Senhor. Seja fiel nos dízimos e você verá a bênção de Deus sobre sua vida financeira (Ml 3.10,11).

Conclusão

    Para fugir do consumismo é necessário: evitar o desperdício e o supérfluo, economizar, poupar e fugir das dívidas e, acima de tudo, investir no Reino de Deus. Pobreza não é maldição (Dt 15.11; Mc 14.7), mas pode resultar de fatores diversos: guerra, catástrofes, vícios, alcoolismo, jogos de azar, má administração dos bens e dos recursos econômicos. Neste particular, a Palavra de Deus adverte que o beberrão e o comilão cairão em pobreza (Pv 23.20,21). Não compre fiado! Não peça emprestado! Liberte-se do consumo irresponsável! Jesus quer libertá-lo das garras do consumismo. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8.32,36).

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html

Leia a Parte III aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-iii.html

 

quinta-feira, 17 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte III)


    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

III. Provisão divina das necessidades diárias

    1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).

    Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13,25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais — o “pão” (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” […] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.

    2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13,19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1Rs 17.2-7,8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo Deus que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8; Dt 8.15-18; Lc 12.15; 1Tm 6.17).

Resumo

    Na oração Dominical Jesus ensinou o mesmo princípio ensinado por Agur: Devemos buscar primeiro o Reino de Deus, mas é da vontade do Pai que oremos por nossas necessidades.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html

 

quinta-feira, 10 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte II)


    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo. A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2).

Parte II. Comércio e consumo no ambiente cristão

    1. O comércio no templo em Jerusalém (Jo 2.13-17; Mt 21.12,13). Era no átrio dos gentios que os comerciantes vendiam animais para serem sacrificados, e os cambistas trocavam as moedas estrangeiras pela moeda do Templo, a fim de que os judeus pagassem o imposto sagrado (Mt 21.12). Essas atividades eram controladas pelos sacerdotes e levitas, inclusive pela família de Anás, o sumo sacerdote. O problema é que eles majoravam o preço dos animais e cobravam excessivas taxas cambiais. Era a prática da corrupção e exploração do povo no recinto sagrado. O culto tornava-se apenas uma desculpa para o comércio fraudulento. Todavia, Jesus, na função de Filho de Davi, condenou os abusos e a corrupção (Mt 21.5-11).

    2. Mercantilismo na Igreja. Não podemos ignorar esta infame realidade: muitos exercem atividades entre o povo de Deus alegando um “ministério” que não existe. Há cantores evangélicos, pregadores, ensinadores, “missionários” e vendedores itinerantes cuja vida particular desmente os padrões de santidade que eles fingem ser portadores no púlpito (Cl 2.23; 2Tm 3.4,5). São artistas, exploradores do povo e das igrejas, que só veem o promissor mercado evangélico à sua frente.

    3. Comércio ou serviço cristão? Há quem questione a compra e venda de produtos necessários ao desenvolvimento do serviço cristão na igreja. A igreja, de fato, precisa de Bíblias, livros, folhetos e outros aparatos. Se tal atividade comercial é honesta e normal no mundo secular; por que seria condenável no âmbito cristão, se é feito com transparência e sem “torpe ganância”? (Tt 1.7).

Resumo

    O comércio em Jerusalém era abusivo e fraudulento, razão pela qual foi severamente condenado por Jesus. Esta forma infame de comércio, infelizmente, é constatada em alguns ministérios e igrejas na atualidade.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I  http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

 

quinta-feira, 3 de março de 2022

Os males do consumismo (Parte I)

 

    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

    A riqueza, a fama, o poder, os prazeres e o consumo desenfreado são ineficazes para satisfazer as necessidades da alma (Ec 6). Infelizmente, por essas coisas vãs, muitos têm empenhado tudo o que possuem, inclusive a própria vida (Mt 16.26). A Palavra de Deus nos adverte taxativamente sobre o gasto abusivo e desnecessário (Pv 11.20; Is 55.2). Nesta lição, aprenderemos sobre como nos livrar desta enfermidade.

Parte I. Os males do consumismo

    1. O apelo consumista nos meios de comunicação. Muitos são impelidos, especialmente, pela propaganda difundida nas mídias eletrônicas (Rádio, TV, Internet), a comprarem aquilo de que realmente não necessitam. Os profissionais do marketing aproveitam-se das datas comemorativas tais como, Natal, Páscoa, Dia das mães, dos pais, dos namorados, das crianças, etc., para incitar as pessoas ao consumo. O pior do consumismo é que muitos acabam valorizando mais as coisas materiais que as espirituais (Pv 30.15; Mt 6.19-21).

    O crente em Jesus deve resistir ao consumo inútil e à tentação do crédito fácil, propalados pela mídia. Lembre-se: “Crédito imediato é também dívida imediata!”. Façamos, pois, a oração de Agur: “Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada” (Pv 30.8,9).

    2. O supérfluo em detrimento do essencial. Essencial para o consumo é aquilo que, sem o qual, a vida exaure: comida, roupa, moradia e, na medida certa, o lazer. Até mesmo no que é indispensável devemos confiar mais em Deus que em nossos próprios esforços (Mt 6.25-34). O supérfluo é tudo aquilo que não é essencial à manutenção da vida. Sob a influência dos meios de comunicação, há os que suprimem itens prioritários à sobrevivência, para comprar produtos de griffe, por mero capricho. A Bíblia é enfática em seu ensino contra o desperdício (Is 55.2; 2Tm 4.5).

    3. A Compulsão pelas compras. A vontade compulsiva de comprar pode estar associada a um distúrbio psicológico conhecido como oneomania. Essa doença está associada a diversos fatores tais como: ansiedade, frustração, depressão, transtornos de humor e um desejo reprimido de possuir as coisas. Por isso há tantas pessoas endividadas, especialmente, pelo mau uso do cartão de crédito e de cheques especiais. É uma enfermidade que precisa ser tratada com seriedade e urgência (Pv 15.27; Ec 5.10; Jr 17.11; 1Tm 6.10).

    Obreiros, líderes e crentes em geral, portadores dessa doença, precisam de cura imediata para exercerem o ministério cristão sem impedimento, e glorificarem o santo nome de nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 12.16; 13.8,14; Gl 5.22).

Resumo

    O consumo desenfreado é motivado pela mídia. As propagandas incentivam o consumo do supérfluo em detrimento do essencial, criando nas pessoas uma compulsão doentia pelas compras.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.