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sexta-feira, 5 de julho de 2024

Depressão: A dor invisível

    “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente na angústia” (Salmos 46.1). 
 
    O que é a depressão? Depressão é uma dor aparentemente invisível e intensa que atinge a nossa alma. Segundo a psicóloga Sônia Pires Ramos, “popularmente, a depressão é uma palavra utilizada para explicar desde o mau humor até a dor pela perda de um ente querido”. Então, como podemos melhor defini-la? De acordo com um conhecido médico “é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como distúrbios do sono e do apetite”. 
 
    Alguns sintomas. Tristeza profunda, acessos de choro, irritação, insônia, perda do apetite ou compulsão alimentar são alguns dos sintomas. A depressão também afeta a autoestima, fazendo com que o doente perca o amor por si mesmo e o sentimento de mais-valia. O profeta Elias, depois de derrotar os profetas de Baal e ser ameaçado por Jezabel, experimentou um período de dor e sofrimento na alma. Podemos ver que a autoestima dele foi afetada pela dor quando ele declarou que não era melhor que seus pais (1Rs 19.4). A depressão não somente atinge a autoestima; ela também tira a alegria e a vontade de viver. Elias pediu a morte (1Rs 19.4), desistindo da vida e do seu ministério. 
 
    Tratamento. A depressão é uma doença que precisa do acompanhamento de um médico psiquiatra e também de terapia. Às vezes é necessário também o uso de antidepressivos, mas somente o psiquiatra pode prescrever a melhor medicação. Porém, Deus tem poder para curar toda e qualquer enfermidade. 
 
    Todos estão sujeitos ao sofrimento e as enfermidades. Somos limitados e muitas vezes não suportamos a perda de um ente querido, uma traição, a perda de bens materiais e adoecemos. Porém, temos um Deus que nos ama, que não nos abandona nos momentos difíceis e deseja nos curar. 
 
Fonte: Lições Bíblicas Jovem, CPAD

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

O cantar do galo

    Este ensaio tem por objetivo problematizar uma questão fundamental em nossa existência. As frustrações do dia-a-dia. Não pretende ser um manual que explica como e porque isso acontece e, muito menos uma receita de como se livrar delas. Muito pelo contrário. É uma reflexão sobre algo que acontece com todos independente de credo, raça e status social. 

    Muitas vezes sofremos a dor de uma derrota, choramos pelos sonhos destruídos por um momento de fraqueza e ficamos decepcionados com nossas atitudes. Isso é normal quando se sabe o porquê sofremos tal desilusão. Contudo, é válido lembrar que somos vasos de barro sujeitos a queda e não podemos nos desesperar quando isso acontece em nossas vidas. Afinal, quem nunca errou? Admira-me observar como Jesus agia diante de pessoas frustradas consigo mesma. Ele agia com amor eterno mostrando que a sua missão era restaurar o ferido. Diferentemente do que costumamos fazer com nossos semelhantes e, muitas vezes, conosco mesmos. 

    Uma mulher apanhada em ato de adultério em uma civilização judaica com certeza era condenada a morte por apedrejamento, mas Jesus, além de não a acusar, ainda não permitiu que ninguém a acusasse mostrando-lhes que cada acusador daquela mulher também tinha pecado. 

    Pedro era um discípulo de Jesus que mais se gabava de ir com ele até a morte se esquecendo que era um vaso de barro sujeito a queda. Quando viu que havia negado o mestre, chorou amargamente. Será que podemos imaginar o que se passou na mente de Pedro? Muita tristeza, angústia e dor. Ao ressuscitar, Jesus manda um recado todo especial a Pedro mostrando que o havia perdoado. 

    Em nossa sociedade não se vê muito essa compaixão. Que se dane o próximo. Lançamos mãos dos açoites psicológicos e físicos na esperança de apagar nossas frustrações. No entanto, isso não é o certo a fazer e nem resolve absolutamente nada. Quando ouvimos o cantar do galo notamos que falhamos outra vez. Mas, é preciso levar em consideração que temos um amigo ao nosso lado disposto a nos auxiliar em nossas fraquezas e capaz de se lembrar do nosso nome na primeira oportunidade. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 28 de junho de 2022

O cantar do galo

 

Por Odair José da Silva

    Este ensaio tem por objetivo problematizar uma questão fundamental em nossa existência. As frustrações do dia a dia. Não pretende ser um manual que explica como e porque isso acontece e, muito menos uma receita de como se livrar delas. Muito pelo contrário. É uma reflexão sobre algo que acontece com todos independente de credo, raça e status social.

    Muitas vezes sofremos a dor de uma derrota, choramos pelos sonhos destruídos por um momento de fraqueza e ficamos decepcionados com nossas atitudes. Isso é normal quando se sabe o porquê sofremos tal desilusão. Contudo, é válido lembrar que somos vasos de barro sujeitos a queda e não podemos nos desesperar quando isso acontece em nossas vidas. Afinal, quem nunca errou? Admira-me observar como Jesus agia diante de pessoas frustradas consigo mesma. Ele agia com amor eterno mostrando que a sua missão era restaurar o ferido. Diferentemente do que costumamos fazer com nossos semelhantes e, muitas vezes, conosco mesmos.

    Uma mulher apanhada em ato de adultério em uma civilização judaica com certeza era condenada a morte por apedrejamento, mas Jesus, além de não a acusar, ainda não permitiu que ninguém a acusasse mostrando-lhes que cada acusador daquela mulher também tinha pecado.

    Pedro era um discípulo de Jesus que mais se gabava de ir com ele até a morte se esquecendo que era um vaso de barro sujeito a queda. Quando viu que havia negado o mestre, chorou amargamente. Será que podemos imaginar o que se passou na mente de Pedro? Muita tristeza, angústia e dor. Ao ressuscitar, Jesus manda um recado todo especial a Pedro mostrando que o havia perdoado.

    Em nossa sociedade não se vê muito essa compaixão. Que se dane o próximo. Lançamos mãos dos açoites psicológicos e físicos na esperança de apagar nossas frustrações. No entanto, isso não é o certo a fazer e nem resolve absolutamente nada. Quando ouvimos o cantar do galo notamos que falhamos outra vez. Mas, é preciso levar em consideração que temos um amigo ao nosso lado disposto a nos auxiliar em nossas fraquezas e capaz de se lembrar do nosso nome na primeira oportunidade.

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Depressão, a doença da alma (Parte IV)


    “Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença” (Sl 42.5). 

    Deus não criou o ser humano para viver desanimado ou deprimido, mas para uma vida saudável e feliz. 

IV. Saindo da depressão 

    Após ouvir, atentamente, as queixas de Elias, Deus o encorajou. Da mesma forma o Senhor quer restaurar seu ânimo trazendo alívio para sua alma abatida. 

    1. Restauração física. Através de um anjo, Deus proveu alimento e água para o profeta. Em seguida, o Senhor lhe proporcionou um sono reparador (1Rs 19.4-6). O bem-estar físico e psíquico de Elias era fundamental (Sl 103.14). 

    2. Mudança de ambiente. Deus tirou Elias do deserto conduzindo-o a Horebe, cerca de 300 km de Berseba (1Rs 19.7,8). Elias precisava de tempo e de um novo ambiente, para considerar sua vida sob um novo ponto de vista. Um ambiente estressante e uma rotina rígida e interrupta afeta a saúde física e mental da pessoa. É imprescindível ao deprimido mudar de ambiente, modificar sua rotina, reduzir seu trabalho e desfrutar de um período de férias para passar mais tempo com sua família (Ec 2.21-26; 3.1-8; Mc 6.30,31). 

    3. Bem-estar espiritual. O vento, o terremoto e o fogo no monte Horebe eram uma demonstração da suficiência e do poder de Deus; a voz mansa e suave, por sua vez, falava do grande amor do Pai (1Rs 19.11,12). Talvez uma caverna (v.9) não seja o local mais adequado para Deus revelar-se a alguém, todavia, nas situações mais adversas da nossa vida, o Senhor pode vir ao nosso encontro para nos tirar da depressão. O profeta saiu daquele lugar com uma nova visão acerca do seu Deus (1Rs 19.13-18; Sl 23.4,5). 

Conclusão 

    A restauração física, a mudança de ambiente, a modificação da rotina, a redução das horas de trabalho e um período de férias são algumas atitudes que combatem a depressão. “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos…” (Tg 5.17 — ARA), inclusive, à depressão. O Deus de Elias também é o nosso Deus. Assim como deu vitória ao profeta, nos concederá também! 

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008. 



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Depressão, a doença da alma (Parte III)

 

    Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença(Sl 42.5).

    Deus não criou o ser humano para viver desanimado ou deprimido, mas para uma vida saudável e feliz.

III. Enfrentando a depressão

    1. Confiando firmemente no Senhor. Deus é soberano, nada ocorre sem a sua permissão (Dn 4.34-37). O crente que confia na soberania de Deus, mesmo nos momentos difíceis, como os vividos por Elias, não se deprime, mas descansa naquEle que tudo pode (Mt 19.26). O Senhor jamais nos abandona. Ele não havia abandonado seu profeta, nem seu povo fiel.

    2. Orando e jejuando. O crente fiel pode deparar-se no seu dia-a-dia com situações que somente são resolvidas através da oração (Mt 9.15; Jr 29.12,13; Et 4.16). O jejum e a oração são armas espirituais poderosas para trazer cura e alívio aos corações abatidos.

    3. Evitando a autocomiseração. De acordo com a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, quando formos tentados a pensar que somos os únicos fiéis que restam para realizar algo, não devemos nos lamentar. A autocomiseração diluirá o bem que porventura fizermos. Elias considerava-se a única pessoa que ainda era autêntica para com Deus. Solitário e desanimado esqueceu-se de que outros permaneceram fiéis em meio à impiedade de sua nação (1Rs 19.18).

    4. Entregando a vida e o futuro a Deus. O deprimido deve, sem demora e pela fé, levar a Cristo o fardo opressor de sua angústia, convicto de que Ele o livrará e de tudo cuidará (Sl 42; Is 53.4,5; Mt 11.28,29). Ter convicção de que Deus nos ama e que Ele se importa conosco, fortalece e consolida a nossa fé, principalmente quando circunstâncias desagradáveis nos ameaçam e, por fim, nos atingem.

Resumo

    Além de evitar a autocomiseração e entregar a vida ao Senhor, o cristão deve confiar em Deus, orar e jejuar a fim de enfrentar e vencer a depressão.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/depressao-doenca-da-alma-parte-i.html

Leia a Parte II http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/depressao-doenca-da-alma-parte-ii.html

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

Depressão, a doença da alma (Parte II)

    Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença(Sl 42.5).

    Deus não criou o ser humano para viver desanimado ou deprimido, mas para uma vida saudável e feliz.

II. Reações naturais diante da depressão

    1. Fugir. Moisés, incompreendido pelos filhos de Israel e procurado por Faraó, fugiu para Midiã (Êx 2.15). Fugir é a primeira reação quando nos sentimos incapazes diante do inimigo (1Rs 19.3). Davi tomou a mesma atitude. Durante prolongada crise, fugiu para Aquis, rei de Gate, fazendo-se de louco. Ler 1Sm 21.10-15; 27.1-7; 29.1-11; Sl 34; 56. Muitos, por não confiarem plenamente em Deus, usam o sono, o isolamento, o entretenimento, e tantas outras coisas para fugir da realidade. Caso o leitor esteja enfrentando um problema difícil, a ponto de desejar esconder-se em uma cisterna (1Sm 13.6), saiba que o Senhor tem um escape para você (Sl 91; Hb 13.5).

    2. Esconder-se. Elias realizou grandes feitos perante o Senhor: extirpou a idolatria de Israel (1Rs 18.19-40) e fez chover sobre a terra, após um longo período de seca (1Rs 18.41,42; 17.1; Lc 4.25; Tg 5.17,18). Todavia, isso não impediu que o profeta ficasse apavorado diante das desprezíveis ameaças de Jezabel (1Rs 19.4,9).

    3. Desistir. Muitos, quando deprimidos, ficam alienados, ou fechados dentro de si mesmos, como num casulo. O abandono da comunhão com os irmãos pode ser um sintoma de depressão: “… deixou ali o seu moço” (1Rs 19.3). Elias não devia ter dispensado seu auxiliar, nem deveria ter ido para o deserto (1Rs 19.3.4). A solidão agrava a depressão. Um bom confidente e santo irmão e amigo é uma boa linha de defesa, pelo fato de ter alguém para dialogar e orar juntos. A depressão priva a pessoa do relacionamento com os irmãos e amigos. Ela reprime o desejo de viver (1Rs 19.4).

Resumo

    Fugir, esconder-se e desistir são algumas reações naturais diante da depressão.

 

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I  http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/depressao-doenca-da-alma-parte-i.html

 

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

Depressão, a doença da alma (Parte I)

 

    Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei na salvação da sua presença(Sl 42.5).

    Deus não criou o ser humano para viver desanimado ou deprimido, mas para uma vida saudável e feliz. A despeito de alguns pensarem que o crente jamais se deprime, a própria Bíblia menciona diversos casos de servos de Deus que passaram por severas crises dessa doença, que se mostra cada vez mais ativa nesses últimos tempos. Como enfrentá-la? Quais são suas causas? É o que veremos neste estudo.

I. As Causas da Depressão

    Observemos alguns elementos que podem levar-nos à depressão.

    1. Oposição. Quando Elias chegou a Jezreel e soube que Jezabel intentava matá-lo (1Rs 19.1,2), tomou atitudes que revelaram seu estado depressivo. Sempre que realizamos ou estamos prestes a realizar algo importante para Deus, enfrentamos o ataque do Inimigo. Essas investidas inesperadas ou oposição sistemática visam enfraquecer nossa confiança na proteção divina, levando-nos a desistir de lutar e assim impedir o progresso da obra de Deus (Jo 16.33; 1Pe 5.8).

    2. Frustração. O sentimento de incapacidade ou fracasso, diante da realização de um trabalho aparentemente inútil, pode levar-nos à depressão. A ideia que se tem é que a vida não faz o menor sentido. Elias perdera o ânimo e o interesse de viver: “toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais” (1Rs 19.4). Humanamente falando, não somos diferentes do profeta; compartilhamos a mesma natureza (Tg 5.17).

    3. Medo. O pavor incontido do que nos possam fazer os adversários, e a possibilidade de sermos perseguidos, ridicularizados, caluniados, ou até mortos podem levar-nos à depressão. Foi o que aconteceu com o profeta Elias (1Rs 19.1,2,10).

    4. Angústia. Quando enfrentamos um problema de difícil solução e não vislumbramos uma saída, tendemos à tristeza e a angústia. E justamente nesse momento que a crise depressiva se instala (Jó 3.11; 6.11; 17.1; Sl 13.1-3; 56; 57.6,7).

Resumo

    A oposição, a frustração, o medo e a angústia são alguns sentimentos que podem levar o indivíduo à depressão.

 

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Vencendo a ansiedade (Parte III)

 

Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós(1Pe 5.7).

    A fé em nosso Senhor Jesus é o único remédio capaz de desfazer os efeitos danosos da ansiedade.

Como evitar a ansiedade

    A ansiedade não terá lugar em nossas vidas quando dermos prioridade a Deus, especialmente nas seguintes situações:

    1. Diante das finanças. A Bíblia afirma que Deus deve estar em primeiro lugar também em nossas finanças (Mt 6.19-34). Portanto, devemos evitar a avareza e a busca desesperada pelos recursos deste mundo (1Tm 6.6-11). As riquezas que acumulamos nesta vida são perecíveis e passageiras, mas as que ajuntamos no céu são perenes (Mt 6.19-20; Lc 12.16-21). Por isso Jesus nos alertou: “onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mt 6.21). Os bens materiais e a prosperidade são dádivas divinas (Ec 5.19 cf. 3.13; 1Tm 6.17). O que a Palavra de Deus condena é o materialismo avaro que cativa suas vítimas a este mundo, fazendo-as desprezar o Reino de Deus (Mt 13.21,22; 2Tm 4.10).

    2. Diante das necessidades cotidianas. Segundo Mateus 6.25-32, não precisamos nos preocupar sobre o que iremos comer, beber ou vestir. Tal inquietação é infrutífera (v.27), inadequada para o crente e sinônimo de incredulidade (vv.31,32). O Senhor se apraz em suprir todas as nossas necessidades (2Co 8.9; Ef 1.3; Fp 4.19).

    3. Diante do trabalho para o Senhor. Deus deve estar acima do trabalho que realizamos para Ele mesmo. A Palavra afirma: “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça” (v.33), isto é, as realidades celestiais deverão vir à frente das terrenas. Aqui temos uma verdadeira escala de valores: o corpo vale mais que seu vestuário, a vida vale mais do que a comida que a sustenta (vv.25-32), e acima das coisas terrenas, está o Senhor, Todo-Poderoso. Entregue a Cristo a direção e o controle total de sua vida, e desfrutarás do seu onipotente e eterno cuidado (Rm 8.32; 2Co 9.8-11).

Resumo

    A ansiedade não terá lugar em nossa vida se dermos prioridade a Deus diante das finanças, das necessidades cotidianas e no trabalho para o Senhor.

Extraído: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/vencendo-ansiedade-parte-i.html

Leia a Parte II http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/vencendo-ansiedade-parte-ii.html

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Vencendo a ansiedade (Parte II)

   

    Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós(1Pe 5.7).

    A fé em nosso Senhor Jesus é o único remédio capaz de desfazer os efeitos danosos da ansiedade.

O estresse como consequência da ansiedade

    1. A ansiedade conduz ao estresse. Estresse é o resultado de um conjunto de reações orgânicas e psíquicas do organismo humano quando exposto a estímulos como provocação, irritação, medo etc. Esta doença afeta milhares de pessoas em todo o mundo, inclusive os crentes e seus líderes. Moisés, Elias e Paulo, experimentaram certo nível de estresse em seus ministérios (Êx 18.18; 1Rs 19.3,4; 2Co 1.8), mas, pela graça de Deus, em tudo foram vencedores (Rm 8.37).

    a) Causadores de estresse. Entre as causas mais comuns destacam-se: excesso de trabalho, mudanças drásticas na vida (divórcio, perda de emprego, morte de um ente querido), tensões prolongadas decorrentes de problemas familiares, hábito constante de estar se culpando e achando-se indigno perante o Senhor (Sl 73; Pv 24.19-21; Ec 2.22,23).

    b) Sintomas do estresse. Os sintomas mais frequentes são: estafa, fraqueza, dificuldade para raciocinar e memorizar, desânimo, enfermidades, perda da libido, depressão, alteração do apetite, desânimo, inclusive para orar e ler a Palavra de Deus. Contra esses males leia: Sl 37.5; 90.17; 91; Mt 11.29,30; Fp 4.6,7,11-13. Além das debilidades físicas, a ansiedade e o estresse alimentam pensamentos negativos, drenam a energia da pessoa, reduzindo sua produtividade e capacidade de tomar decisões sensatas. O crente, entretanto, é admoestado a pensar no que é verdadeiro, a crer e a viver a paz de Deus (Jo 14.1,27; Fp 4.7,8).

Resumindo

    O estresse é o resultado de uma série de reações orgânicas e psíquicas causadas pelo excesso de trabalho, drásticas mudanças na vida e tensões prolongadas. Os principais sintomas são: estafa, fraqueza, dificuldade para raciocinar, perda do libido, depressão, etc.

    "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." Mateus 6.34.

Extraído: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a parte I http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/02/vencendo-ansiedade-parte-i.html