sábado, 19 de março de 2022

Obreiros que são violentos com suas esposas

    Conta-se que certo dia um renomado pastor de uma de nossas igrejas pediu a um dos seus auxiliares para conduzir a oração com a igreja e o referido obreiro confessou algo que deixou a todos perplexos. Ele disse ao pastor, na frente de toda a igreja, que não poderia orar porque Deus não ia ouvi-lo. "Estive discutindo com minha esposa e a tratei muito mal com palavras" foi a confissão do obreiro. O pastor, então, conduziu o restante do culto. 

    O fato mais curioso aqui é que aquele obreiro poderia simplesmente ter agido como boa parte dos hipócritas que temos em nosso meio. O que as pessoas tem a ver com as brigas particulares dos casais? Não há discussão entre a maioria dos casais? Ele poderia orar e depois, no particular, confessar ao seu pastor ou simplesmente voltar para casa e se reconciliar com sua esposa. Poderia. No entanto, vemos uma verdade neste fato que muitos ignoram em nossos dias. A violência doméstica praticada por membros do Ministério. 

    A violência praticada por qualquer pessoa já é inaceitável. Mas, o cristão que se diz filho de Deus não pode, em hipótese nenhuma, ser uma pessoa violenta. A nossa sociedade é machista e patriarcal, uma herança maldita herdada ao longo do tempo e que insiste em permanecer no meio mais conservador da igreja. Então, não é surpresa sabermos de casos de obreiros que agridem verbalmente suas esposas e, alguns, até mais do que isso, agressão física e psicológica. O camarada faz isso e, de terno e gravata, faz uma oração floreada que até parece que o céu vai descer até nós. Qual fato é ignorado aqui? O fato de que Deus não ouve a oração desses hipócritas e fariseus presentes em nossas reuniões. 

    O Apóstolo Pedro diz isso: "Tratai-a com dignidade [...] para que não se interrompam as vossas orações." (1 Pedro 3.7). Prezado irmão, aprenda uma coisa. A mulher é sua companheira. Ela precisa de carinho e atenção. Precisa de compreensão e cuidado. Ela é filha de Deus e, se você a tratar mal, pode ter a certeza absoluta de que Deus não vai ouvir a sua oração. A grande verdade aqui é que as atitudes no nosso relacionamento conjugal afetam nosso relacionamento com Deus. Então, reveja suas atitudes e pense sobre isso. 

    As pessoas não veem tudo que acontece sob o teto de uma casa, mas Deus tudo vê. Não adianta nada ser visto com um santo homem de Deus nos púlpitos enquanto no secreto de seu quarto você é um estúpido e arrogante com sua esposa. Reveja seus conceitos, mude de atitude e peça perdão, à sua esposa e a Deus. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 18 de março de 2022

A melhor preparação para o amanhã é o uso correto do hoje

    "Então falou Samuel a toda a casa de Israel, dizendo: Se com todo o vosso coração vos converterdes ao Senhor, tirai dentre vós os deuses estranhos e os astarotes, e preparai o vosso coração ao Senhor, e servi a ele só, e vos livrará da mão dos filisteus." 1 Samuel 7:3 (Grifo nosso).
 
    Estou eu mais uma vez preparando aulas e provas para os meus alunos e, de repente, paro um pouco para tomar um fôlego e começo a pensar sobre isso. Estamos sempre nos preparando para alguma coisa. Lembrei-me de que estou pagando uma viagem nas férias e, isso também, se configura uma preparação. Então, nos meus pensamentos busco entender o quanto precisamos de preparação para as coisas futuras e qual é a melhor forma de nos prepararmos bem. 
 
    O texto em epígrafe nos leva a essa resposta. O líder de Israel naquele momento, o Sacerdote Samuel, alerta o povo para uma preparação. Converter ao Senhor e preparar o coração, servi-lo com dedicação e Ele garantirá a vitória. Pois bem, esse texto me fez refletir que, se quisermos ter uma vida de sucesso no futuro devemos entregar nossos projetos e planos nas mãos do Senhor. Ele conhece a nossa vida, sabe o que é melhor para nós e, se deixarmos, Ele vai nos orientar nas melhores decisões. Neste sentido, a melhor preparação para o amanhã é o uso correto do hoje. Se hoje dedicarmos totalmente ao Senhor e pedir a sua orientação no que estamos planejando, com certeza, o amanhã será muito melhor. 
 
    Os planos de Deus são maiores do que os nossos planos. Os caminhos do Senhor são melhores do que os nossos caminhos. Então, por que não fazermos a coisa certa? Quem pode nos orientar melhor do que aquele que conhece todas as coisas? Por isso a melhor decisão sobre a nossa vida futura precisamos tomar hoje. Uma vida dedicada a Deus exige preparação mental, espiritual e física. Se assim fizermos, com certeza o Senhor nos ajudará nas melhores escolhas para as nossas vidas e isso nos ajudará hoje e sempre. 
 
    Que possamos sempre nos dedicar em fazer as coisas que agradam ao Senhor, confiar na sua sabedoria e direção para as nossas vidas. Quer ter um amanhã cheio de bênçãos? Entregue hoje o seu caminho ao Senhor. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 17 de março de 2022

As parábolas de Balaão

 

Números 22; 23:7,18; 24:3,15,20-23.

    Seis das dezoito ocorrências da palavra “parábola” no AT estão associados aos pronunciamentos de Balaão. George H. Lang comenta que “as declarações proféticas de Balaão são chamadas parábolas. São assim chamadas porque os projetos e os fatos ligados a Israel são apresentados por meio de comparações, compostas na maioria de elementos não-humanos”. Por estranho que pareça, as parábolas proféticas desse insignificante profeta estão entre as mais inconfundíveis e admiráveis do AT. Todas elas “dão testemunho do chamado de Israel para ser o povo escolhido de Jeová,” diz Fairbairn, “e das bênçãos que estavam reservadas para esse povo, as quais nenhum encantamento, força adversa ou maldição poderia tirar; também dão testemunho da Estrela que despontaria de Jacó e da destruição de todos os que a ela se opusessem”.

    Qual era o passado de Balaão, de Petor, e como veio a conhecer Balaque? Balaão praticava a adivinhação, que compreendia a leviandade e o engano tão comuns nos países idolatras. O fato de ser ganancioso fica claro quando ele declara que “o preço dos encantamentos ” estava nas suas mãos e nas dos seus cúmplices. Balaão “amou o prêmio da injustiça”. Foi esse homem que Balaque procurou para receber informações. Os israelitas, seguindo viagem rumo a Canaã, armaram suas tendas nas regiões férteis da Arábia. Alarmados com o número e com a coragem dos hebreus, que haviam recentemente derrotado o rei Ogue, de Basã, os moabitas temeram tornar-se a próxima presa. Balaque, então, foi até os midianitas, seus vizinhos, e consultou os seus anciãos, mas as informações que recebeu eram de grande destruição.

    Esse caso, em que Deus faz uso de um falso profeta para proferir parábolas divinamente inspiradas — prova inequívoca do seu amor e dos seus desígnios para o seu povo—, mostra que o Senhor, se necessário, lança mão do melhor instrumento que puder encontrar, ainda que esse instrumento contrarie a sua natureza divina. Deus disse a Balaão: “Vai com esses, mas fala somente o que eu te mandar”. Ao encontrar Balaque, Balaão, já orientado por Deus, disse: “Porventura poderei eu agora falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca, essa falarei”. Quando censurado por Balaque, rei de Moabe, por ter abençoado Israel, Balaão respondeu: “Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoou? E como denunciarei a quem o Senhor não denunciou? […] Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?”.

    Então, compelido a declarar o que teria alegremente omitido, Balaão irrompe num rompante de poesia parabólica e prediz a bênção indiscutível do povo para cuja maldição fora contratado. Suas parábolas são de fácil identificação. Na primeira, o pensamento principal é a separação para Deus, a fim de cumprir os seus desígnios: “Vejo um povo que habitará à parte, e entre as nações não será contado” (Nm 23:9). Essa escolha divina de Israel era a base das reivindicações de Deus sobre o povo e a razão de todos os ritos e instituições singulares que ele decretara para serem observados, pois dissera: “Eu sou o Senhor vosso Deus que vos separei dos povos. Portanto fareis distinção entre os animais limpos e os imundos […] Sereis para mim santos, porque eu, o Senhor, sou santo, e vos separei dos povos para serdes meus” (Lv 20:24-26).

    Há também o cumprimento do antigo propósito, pelo qual Deus “fixou os limites dos povos, segundo o número dos filhos de Israel” (Dt 32:8). Nessa parábola, que trata da separação de Israel, uma ilustração é extraída do solo abaixo dos nossos pés: “Quem pode contar o pó de Jacó…?” (Nm 23:10). Aqui temos uma referência ao imenso número dos descendentes de Abraão, anteriormente comparados à areia e às estrelas (Gn 22:17). Alguns comentaristas vêem no pó e na areia uma referência figurada a Israel —os descendentes terrenos de Abraão—, e nas estrelas, uma referência simbólica à igreja de Deus —os descendentes espirituais de Abraão. Mas, como George H. Lang afirma: “Faço uma advertência contra o tratamento fantasioso das parábolas e dos símbolos, pois por três vezes Moisés usa as estrelas como símbolo do Israel terreno (Dt 1:10; 10:22; 28:62; v. lCr 27:23).

    De uma coisa estamos certos: a mesma escolha separadora e soberana de Deus é o fundamento do chamado cristão nesta dispensação da graça. Fomos “chamados para ser santos”, ou seja, separados. Fomos eleitos em Cristo “antes da fundação do mundo”. Fomos salvos e chamados “com uma santa convocação […] segundo o seu propósito e a graça, que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos eternos”. Essas e outras referências características compõem a verdadeira igreja. Separados do mundo, devemos viver nele como forasteiros e peregrinos.

    A parábola seguinte ressalta a justificação do povo separado. Percebesse a progressão dos pronunciamentos e das predições parabólicas de Balaão na frase “Então proferiu Balaão a sua palavra”, que se repete cinco vezes. Ao escolher Israel, Deus não poderia voltar atrás em sua decisão; então encontrou Balaão e pôs na sua boca esta palavra para Balaque: “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa. Porventura tendo ele dito não o fará, ou tendo falado não o realizará? Recebi ordem de abençoar; ele abençoou, e não o posso revogar. Não vi iniquidade em Jacó, nem desventura observei em Israel. O Senhor seu Deus está com ele, e entre eles se ouvem aclamações ao seu rei” (Nm 23:19-21).

    A história do povo escolhido mostra que havia iniquidade, da qual o verdadeiro Jacó estava dolorosamente consciente; e havia tanta perversidade em Israel, que o mundo pagão ao redor ficava surpreso. Mas a maravilha disso tudo é que os olhos de Deus estavam sobre o seu povo pela luz que emanava da graça divina, depois pelo sangue dos sacrifícios ofertados pelo povo a favor de si mesmo e por fim pela morte expiatória do seu muito amado Filho. A natureza novamente contribui para a inspirada e instrutiva parábola de Balaão, pois refere-se a Deus como “forças […] como as do unicórnio”, enquanto Israel é retratado com a força do boi selvagem e a natureza assustadora do leão e da leoa (Nm 23:22,24; 24:8,9). Tendo sido justificados gratuitamente pela graça divina, justificados pelo sangue de Jesus, justificados pela fé e, portanto justificados de todas as coisas, nós, os cristãos, não temos força em nós mesmos. Nossa força está na graça de Jesus Cristo, nosso Senhor (2 Tm 2:1).

    Na terceira parábola, Balaão declara que produzir frutos para Deus é o resultado inevitável de sermos separados para ele e justificados perante ele. Quão bela e expressiva é essa explicação inspirada sobre o povo escolhido de Deus! “Que boas são tuas tendas, ó Jacó! E as tuas moradas, ó Israel! Como vales que se estendem, como jardins ao lado de um rio, como árvores de sândalo que o Senhor plantou, como os cedros junto às águas!” (Nm 24:3-14). A linguagem figurada que Balaão empregou forma um estudo à parte. O soberano do céu é comparado a uma estrela (cf. Nm 24:17 com Ap 2:28; 22:16). O cetro, símbolo comum da realeza, refere-se à poderosa soberania do Messias de Israel. O ninho posto na penha fala da segurança dos quenitas (Nm 24:21). Os navios que vinham da costa de Quitim eram uma alusão profética às vitórias de Alexandre, o Grande (Nm 24:24).

    Embora decepcionado, Deus ainda assim tinha todo o direito de contar com os frutos do seu povo no deserto. Não os tinha escolhido, redimido e abençoado, fazendo deles seu tesouro particular? Quanto mais não espera de nós, que fomos comprados com o precioso sangue de seu querido Filho? Será que não o glorificaremos quando damos muitos frutos? (Jo 15:8). Não somos exortados a estar cheios do fruto da justiça? (Fp 1:11). Não tem um valor extremamente prático o fato de sermos separados para ele e justificados pela graça diante dele? A nossa posição privilegiada não deveria resultar em sermos frutíferos em toda boa obra? (Cl 1:10).

    Não é pertinente que a parábola seguinte se volte para a segunda vinda de Cristo? A coroa de vitória é o adorno para a fronte daquele que chamou, separou, justificou e abençoou o seu povo. “Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto. Uma estrela procederá de Jacó, e de Israel subirá um cetro”(Nm 24:17). Segundo certo comentarista: “A estrela refere-se à sua primeira vinda; o cetro, à sua segunda vinda; e, como o falso profeta não o via como salvador, profere a própria condenação”. Trata-se do dia do juízo para os iníquos, pois “Um dominador sairá de Jacó, e destruirá os sobreviventes da cidade”. A destruição será arrasadora e terrível, como diz Balaão: “Ai, quem viverá, quando Deus fizer isto?” (Nm 24:23).

Fonte Consultada: Todas as parábolas da Bíblia – Uma análise detalhada de todas as parábolas das Escrituras. Herbert Lockyer – Editora Vida

Os males do consumismo (Parte III)


    Não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada(Pv 30.8).

    A aplicação do fruto do Espírito na vida cristã é o remédio eficaz contra a doença do consumismo de nosso tempo.

III. Provisão divina das necessidades diárias

    1. Pedindo a Deus a provisão necessária (Pv 30.7,8). Agur fizera apenas dois pedidos a Deus. Primeiro, que Ele o resguardasse da mentira e da falsidade, porque desejava manter-se verdadeiro e íntegro. Segundo, que o Senhor lhe concedesse o suficiente para satisfazer suas necessidades diárias. Agur não queria os excessos da riqueza, nem as privações da pobreza, mas, uma vida prudente e financeiramente equilibrada (Lc 12.29-31).

    Na Oração Dominical, Jesus ensinou o mesmo princípio (Mt 6.9-13,25-34). Devemos buscar primeiro o Reino de Deus (v.33), mas o Pai também quer que oremos por nossas necessidades materiais — o “pão” (Mt 6.11). Em Filipenses 4.11-13, Paulo reforça o ensino de Jesus quando diz aos Filipenses: “aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância” […] “estou instruído tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.

    2. Deus nos supre em todos os momentos (Fp 4.11-13,19). Deus supriu todas as necessidades do profeta Elias (1Rs 17.2-7,8-24). O rei Davi, quando idoso, pôde testificar sobre a provisão divina durante toda a sua vida (Sl 37.25; 23.1). Estamos diante do mesmo Deus que pode fazer isso agora, aí mesmo onde você se encontra. Ele não mudou, “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8; Dt 8.15-18; Lc 12.15; 1Tm 6.17).

Resumo

    Na oração Dominical Jesus ensinou o mesmo princípio ensinado por Agur: Devemos buscar primeiro o Reino de Deus, mas é da vontade do Pai que oremos por nossas necessidades.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-i.html

Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/03/os-males-do-consumismo-parte-ii.html

 

quarta-feira, 16 de março de 2022

Orgulho espiritual é o mais arrogante de todos os tipos de orgulho


    "Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um." Romanos 12:3 
 
    Ai o camarada bate no peito e fala arrogantemente a todos o quanto ele é crente. Que ora todos os dias, que consagra, que é dizimista e outras coisas. Por isso ele se acha mais santo do que todo mundo. Ignora, o tal fariseu, que a Palavra de Deus diz que "a humildade precede a honra". É um perigo para todos nós acharmos que somos melhores do que os outros. 
 
    É muita arrogância, muita prepotência de nossa parte acharmos que somos merecedores de alguma coisa. Se não fosse a misericórdia de Deus estaríamos perdidos. Nossos atos e ações, não são nada diante do todo poderoso. As nossas justiças são como trapos de imundície. De nós mesmos nada temos a oferecer. Então, por que alguns se acham melhores do que os outros? 
 
    Orgulho espiritual é o mais arrogante de todos os tipos de orgulho porque ele fere o princípio da igualdade. Não somos melhores do que ninguém. Nenhum de nós teria a condição de alcançar a salvação pelos nossos próprios méritos. O Senhor Jesus Cristo deu a sua vida para nos resgatar e toda honra e toda glória pertence a Ele. C. S. Lewis diz, com muita propriedade que, enquanto formos orgulhosos não temos nenhuma condição de conhecer a Deus. O orgulhoso sempre olha de cima para baixo e nós devemos olhar de baixo para cima. Deus está acima de todos nós. 
 
    O Apóstolo Paulo, homem digno e íntegro em todas as suas ações. Homem que orava e dedicava sua vida a Jesus de forma que nenhum de nós conseguimos. Ele mesmo registra essas palavras "não pense de si mesmo além do que convém". Essa é uma lição poderosa para as nossas vidas. O Senhor quer nos dar uma vida digna em sua obra, quer cuidar de cada um de nós. Mas, toda honra e toda glória pertence ao Senhor. 
 
    Precisamos voltar ao caminho da humildade e confiança total em Deus. De nós mesmos nada temos. Mas, com o Senhor Jesus somos mais do que vencedores. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 15 de março de 2022

Mostra-nos, a tua glória

    "Então ele disse: Rogo-te que me mostres a tua glória." Êxodo 33:18 
 
    Esse deve ser o maior desejo do nosso coração. Ver a glória de Deus. Sim. Essa é a melhor coisa porque não existe nada mais revelador e profundo do que a glória de Deus. Ver a glória de Deus significa sentir a maravilha do Deus todo poderoso, do Senhor Criador dos céus e da Terra. Ele que é sobre todas as coisas pode nos fazer ver a sua grandeza. Mas, como podemos ver a glória de Deus? 
 
    Para o povo do Antigo Testamento era bem mais difícil porque eles só tinham acesso a parte da glória de Deus. Isso foi restrito a eles. No entanto, para nós, a glória de Deus já se manifestou. É Jesus Cristo. O Senhor todo poderoso e salvador revelou-se a nós. O Filho de Deus se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória. Então, para que possamos ser cheios do Espírito Santo e sentirmos a plenitude da glória de Deus é só nos entregarmos a Ele. 
 
    O Senhor quer nos abençoar. Foi para isso que Ele veio. Para nos resgatar do mundo de pecado, nos tirar do charco de lodo e nos dar uma vida nova. Por que, então, vemos pessoas sofrendo neste mundo nas calçadas e vielas, nos prostíbulos e bares da vida? Porque ainda não se entregaram ao Senhor. Ainda não receberam o Senhor Jesus Cristo como salvador. Então, vivem aprisionados pelo pecado e vivem uma vida miserável. 
 
    Jesus quer te salvar. Ele está de braços abertos para dar a salvação a todos. Por isso Ele convida: "Vinde a mim todos que estais cansado...". Receba o Senhor em sua vida neste instante e desfrute das bênçãos de Deus. A glória do Senhor irá se manifestar em sua vida. "Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" João 14:8,9. Estamos vendo Jesus ou estamos cegos a esse respeito? Que o Senhor nos ajude. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 12 de março de 2022

Meditações do Poeta Cacerense I


    1. A melhor coisa na vida é poder pensar de forma clara e meditar silenciosamente antes de tomar qualquer decisão. Isso nos ajuda a escolher o melhor caminho. 

    2. Muitas são as dificuldades pelas quais tens que passar na vida. Mas, quando fazemos o bem, ajudamos alguém que precisa e pensamos no próximo, a nossa vida faz mais sentido. 

    3. É bom estar em silêncio para poder ouvir apenas a voz da nossa consciência. Ela nos orienta a tomarmos a melhor decisão nas nossas escolhas cotidianas. 

    4. Não pense você que nunca irá se decepcionar com as pessoas. Isso é algo impossível. O que não podemos é deixar de perdoar quando essa pessoa se arrepender e, também, nos culpar pelas atitudes do outro. Se a culpa for minha, eu me arrependo, mas se for do outro, então, que ele assuma as suas responsabilidades. 

    5. Nunca se esqueça das principais lições que tenha aprendido na trajetória da sua caminhada. Cada um de nós tem algo a oferecer e, todos os dias, algo novo a aprender. 

    6. As experiências da vida nos ajudam a crescer. A maturidade só vem com o tempo. Por mais que pensemos que sabemos tudo, não sabemos quase nada. O que devemos ter em mente é a capacidade de estar atentos aos sinais que nos indicam o melhor caminho a seguir. 

    7. Abra seu coração para Deus e deixe que Ele fale de forma clara. A voz do Senhor é um alento quando mais precisamos de orientação. Se confiarmos em sua sabedoria vamos ter um longo caminho de prosperidade pela frente. Se ignorarmos os seus conselhos, as consequências serão terríveis. 

    8. Reflita sempre sobre o que você tem feito da sua vida. Não perca tempo com coisas banais e sem sentido. A vida passa como um sopro e não podemos desperdiçar nenhum minuto sequer. 

    9. Seja alegre e otimista. Não adianta nada ser carrancudo e pessimista. Isso não muda o fato de coisas ruins acontecerem. Mas, com a alegria você pode dar esperança para pessoas que precisam. 

    10. Respeite sempre a opinião das pessoas. Mesmo que não concorde com elas. Cada um de nós temos uma visão de mundo, fomos ensinados de uma forma e, por isso, o respeito as opiniões é extremamente importante. Só assim poderá exigir que respeitem a sua opinião. 

    11. Fale apenas o necessário. Falar muito é prejudicial porque você pode falar coisas sem pensar e acabar prejudicando outras pessoas com suas palavras. Palavras ferem. Palavras matam. Por isso, pense antes de falar. 

    12. Deixe que o amor preencha os espaços do seu coração. Não adianta só ficar reclamando das coisas. Isso não muda o fato delas serem ruins. Mas, o amor pode mudar a minha vida e torná-la mais agradável. O amor é a melhor sensação que pode existir. Por isso, ame de coração. E, sempre que possível, demonstre esse sentimento. 

    13. Cultive a paz! Ah, se soubéssemos o quanto é bom termos paz, daríamos mais valor a esse estado de espírito. Quantas pessoas morrendo pelo mundo por causa de conflitos e guerras sem sentido algum. Por isso, devemos valorizar a paz. 

Meditações: Odair José, Poeta Cacerense