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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Escravos da mentira

    Existem pessoas que caminham pela vida como folhas secas arrastadas pelo vento. Não possuem raízes, nem silêncio suficiente para ouvir a própria consciência. Preferem a mentira porque ela lhes oferece abrigo rápido, ainda que feito de fumaça. A verdade exige coragem, e poucos suportam encarar o espelho sem desviar os olhos. 

    Tem escravos invisíveis entre nós: não acorrentados pelos pulsos, mas pelas ilusões que escolheram amar. Vivem repetindo vozes alheias, acreditando em máscaras, defendendo sombras. O vento os leva de um lado para outro, sem direção, sem essência, sem permanência. 

    A mentira seduz porque não pede transformação. Ela acaricia o orgulho, alimenta vaidades e adormece perguntas perigosas. Já a verdade rasga véus, derruba altares e obriga o homem a renascer de si mesmo. Por isso muitos fogem dela como quem foge da própria ruína interior. 

    Há uma tristeza profunda em observar pessoas que já não desejam compreender, mas apenas confirmar os enganos nos quais decidiram morar. Tornam-se peregrinos do vazio, colecionadores de aparências, habitantes de um mundo onde o barulho vale mais que a lucidez. 

    O mais assustador é que os escravos da mentira nem sempre sabem que são escravos. Sorriem, discursam, atravessam multidões, enquanto o vento continua levando embora aquilo que neles poderia ter sido eterno. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Enganar-se é muito perigoso

    O autoengano é uma forma silenciosa de desordem interior. Quando tentamos enganar a nós mesmos, não estamos apenas escondendo uma verdade — estamos tentando sequestrar a própria capacidade de vê-la. E o mais perigoso nesse processo não é a mentira em si, mas o conforto que ela oferece. Mentiras para terceiros exigem certa habilidade; mentiras para nós mesmos exigem coragem para sustentar uma ilusão. 
 
    O autoengano geralmente nasce de um medo: medo de perder algo, de encarar um limite, de admitir a responsabilidade, de reconhecer que não somos exatamente quem imaginávamos. O medo empurra, a fantasia acolhe, e a mentira interna se instala como um casulo. A princípio nos protege. Mas proteção é diferente de crescimento, e o casulo, se não for rompido, se torna prisão. 
 
    O risco maior é que o autoengano não apenas distorce a visão do mundo — ele altera nossa própria identidade. Ao renunciar à verdade, mesmo que por autopiedade ou conveniência, abandonamos a capacidade de nos reconhecer. Ficamos cindidos: uma parte sabe, outra finge não saber. E essa fratura cria sofrimento, mesmo quando bem disfarçado. 
 
    Enganar-se é perigoso porque adia o inevitável. A verdade não desaparece; apenas se esconde, acumulando juros. Um dia volta, e quanto mais tarde chega, mais cara cobra. Por isso o autoengano é sempre uma dívida moral com o próprio futuro. 
 
    Há ainda um perigo mais sutil: o autoengano nos impede de escolher. Sem ver o que é, não podemos decidir o que fazer. E viver sem decisão é viver no piloto automático, movido por forças não questionadas — hábitos, fantasmas emocionais, expectativas alheias. O autoengano, nesse sentido, não é apenas uma mentira; é uma abdicação de liberdade. 
 
    E, no entanto, somos tentados a ele porque é humano fugir do que dói. Talvez o antídoto não seja heroísmo, mas honestidade gradual — pequenas doses de verdade, tomadas sem violência. Um olhar sincero para o que sentimos, mesmo quando não gostamos do que vemos. A coragem de admitir um engano antes que ele se torne destino. 
 
    Em última instância, não há punição maior do que viver longe de si. O autoengano promete alívio, mas entrega ausência. E ninguém escapa para sempre de se encontrar — seja pela dor, seja pela lucidez. Melhor que seja pela segunda. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

domingo, 12 de outubro de 2025

O que veem os seus olhos?

    Há olhos que se cansaram de ver o real. Olhos que, exaustos da claridade, aprenderam a amar a penumbra — onde o tempo parece menos cruel, onde a ilusão veste o rosto da esperança. Esses olhares acreditaram que o tempo curava, quando, na verdade, apenas apagava os vestígios do que fomos. 
 
    Há neles uma fome antiga, uma sede de eternidade. Procuram no efêmero um refúgio que não existe. E, por medo do vazio, chamam de verdade a farsa que o tempo sussurra docemente, como quem embala um sono que não quer despertar. 
 
    Vi olhos assim: alimentando-se do passado, presos às sombras de lembranças que o vento já esqueceu. Enxergavam o tempo não como rio, mas como espelho rachado — cada fragmento refletindo uma mentira diferente. Acreditavam no consolo das horas, sem perceber que o tempo sorri apenas para distrair os que o temem. 
 
    Os que só enxergam a mentira do tempo vivem entre véus e ruínas. Sentem-se antigos mesmo quando o corpo ainda pulsa. Sabem, em silêncio, que cada segundo é um disfarce, que a juventude é um sonho gasto, e que a eternidade não passa de um eco disfarçado de promessa. 
 
    O tempo, com seus olhos antigos, observa-os em retorno. Sorri, paciente, sabendo que eles o adoram e o amaldiçoam no mesmo gesto. Pois nada é mais humano do que acreditar na mentira do tempo — e chamá-la de vida. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 19 de julho de 2025

Ninguém é obrigado a mentir, mas como é fácil

    Mentir é uma das atitudes mais antigas da humanidade. Desde o Éden, quando a serpente enganou Eva (Gênesis 3), a mentira passou a fazer parte da experiência humana — não por necessidade, mas por escolha. E essa escolha, embora pareça fácil, tem um peso eterno. A Bíblia é clara ao condenar a mentira: "O lábio mentiroso é abominável ao Senhor, mas os que agem fielmente são o seu deleite." (Provérbios 12:22) 
 
    A mentira nasce muitas vezes do medo, do orgulho ou da conveniência. Mentimos para evitar a dor, proteger a imagem, obter vantagens — e nisso nos esquecemos que a verdade liberta, enquanto a mentira aprisiona. "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:32) 
 
    Não somos obrigados a mentir. Nenhuma força externa nos empurra para isso. É uma escolha nossa — e é isso que torna a mentira tão perigosa: sua facilidade. Ela está ao alcance da língua, disfarçada de esperteza, de solução rápida, de autoproteção. Mas ao escolher a mentira, deixamos de confiar em Deus e em Sua justiça. Jesus disse: “Seja o vosso ‘sim’, sim, e o vosso ‘não’, não; o que passar disso vem do maligno.” (Mateus 5:37) 
 
    A verdade exige coragem. A mentira exige apenas um instante de fraqueza. Por isso, todo ato de sinceridade é uma resistência espiritual. Mesmo quando é mais fácil mentir, a fidelidade à verdade revela quem verdadeiramente somos diante de Deus. 
 
    Em um mundo onde a mentira é banalizada, dizer a verdade é um ato profético. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 1 de abril de 2023

Isto é uma tremenda mentira

    "A verdadeira testemunha não mentirá, mas a testemunha falsa se desboca em mentiras." Provérbios 14:5. 

    Isto é uma tremenda mentira! Não podemos compactuar com coisas tão esdrúxulas como o fato de mentirmos descaradamente porque hoje é o dia da mentira. Quem é o pai da mentira? "Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira." João 8:44. Um cristão jamais deve concordar com esse absurdo. 

    Mentira não é coisa de cristão. Na verdade, não deve ser coisa de nenhuma pessoa com bom senso de ética e moral. Por que mentir? "O justo odeia a palavra de mentira, mas o ímpio faz vergonha e se confunde." Provérbios 13:5. Temos escolhas a fazer nesta vida e ser um mentiroso não é uma delas. Devemos sempre prezar pela verdade e, nem por brincadeira, tolerar a mentira em nossas vidas. Na lista final de quem não herdará o Reino de Deus está elencado os mentirosos. "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte." Apocalipse 21:8. Cuidado com a sua língua. Não saia por ai contando mentiras e achando que está tudo bem. Isto é uma tremenda mentira. 

    A advertência final é muito séria. "Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira." Apocalipse 22:14,15. Fica a mensagem para esse dia. Não caia na cilada do Diabo. Não comemore esse dia como se fosse algo normal de se fazer. Fale a verdade cada um com o seu irmão. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

O Senhor odeia os lábios mentirosos

    "Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu deleite." Provérbios 12:22

    Mentira é o nome dado as afirmações ou negações falsas ditas por alguém que sabe (ou suspeita) de tal falsidade, e na maioria das vezes espera que seus ouvintes acreditem nos dizeres. Dizeres falsos quando não se sabe de tal falsidade e/ou se acredita que sejam verdade, não são considerados mentira, mas sim erros. Essa é a definição de mentira que encontramos na Wikipédia.
 
    As pessoas costumam usar o dia primeiro de abril para compactuar com uma prática maliciosa e daninha ao ser humano, isto é, a mentira. Já se tornou tradição fazer alguma gracinha e tentar enganar alguém nesse dia. Mas, a pergunta que fica é a seguinte: o cristão deve compactuar com isso?

    A Bíblia diz que Deus condena essa prática. Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu deleite. Provérbios 12:22. O que usa de engano não ficará dentro da minha casa; o que fala mentiras não estará firme perante os meus olhos. Salmos 101:7. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira. Apocalipse 22:15. Estas são algumas exortações que encontramos no livro sagrado combatendo a mentira. Então, extraímos dos textos bíblicos que não é correto ao cristão compactuar com essa prática.

    Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" em muitas religiões. Isso acontece porque a mentira sempre causa um prejuízo. Quem está em dias com suas práticas sociais e religiosas não necessita mentir. Dentro da concepção cristã, que segue as orientações da Palavra de Deus, a mentira é condenada por Deus. Afinal, foi por causa da mentira que o pecado entrou no mundo. No Jardim do Éden, no início da criação há uma mentira que causa o distanciamento do homem, o afastando de Deus.
 
    As tradições éticas e filosóficas estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível. Encontramos em Platão o argumento de que é permissível mentir em algumas ocasiões. Para ilustrar esse pensamento podemos lembrar uma música cantada pela dupla sertaneja Milionário e José Rico: “A mentira não tem sofrimento/a verdade quanta dor nos traz/e assim esqueço o momento/na verdade eu te amo demais”. A mentira, nesse caso, é usada como refúgio para esconder uma verdade. Mas, a Bíblia condena essa atitude. Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos. Colossenses 3:9.

    Por outro lado, vemos Aristóteles “O menor desvio inicial da verdade multiplica-se ao infinito à medida que avança” e Santo Agostinho “O dom da fala foi concedido aos homens não para que eles enganassem uns aos outros, mas sim para que expressassem seus pensamentos uns aos outros” desaprovando a mentira. Sabedores dessa verdade incondicional devemos olhar para Jesus que disse ser o caminho a Verdade e a Vida.

    Para finalizar esse texto não poderia deixar de citar uma frase de Gandhi sobre o assunto: "Assim como uma gota de veneno compromete um balde inteiro, também a mentira, por menor que seja, estraga toda a nossa vida." Mahatma Gandhi. Que Deus em Cristo nos abençoe!

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

quarta-feira, 27 de julho de 2022

7 Características que provam quando a pessoa tem um caráter doentio

    Caráter é o conjunto das qualidades boas ou más de um indivíduo que determina sua conduta em relação a Deus, a si mesmo e ao próximo. Essas especificidades são responsáveis pela maneira como uma pessoa age, regulando suas escolhas e decisões. O caráter de uma pessoa, portanto, não apenas define quem ela é, mas também descreve seu estado moral e a distingue das demais de seu grupo. Como vivemos em uma sociedade onde muitas coisas estão acontecendo e já não se tem mais o respeito pelos valores morais, precisamos, enquanto cristãos, sermos e agirmos de forma diferente. O nosso caráter deve ser moldado pelo exemplo de Jesus Cristo. Infelizmente não é isso que estamos vendo em nosso meio. Mas, como identificar uma pessoa pelo seu caráter? Existem características que provam quando a pessoa tem um caráter doentio, que destoa das ordenanças de Cristo. 
 
    1. Mentira. 
    A primeira características é, infelizmente, uma bem presente em nosso meio. Quanta falsidade! Quanta hipocrisia! Há muitas formas de mentira. Uma informação falsa passada como se fosse verdadeira constitui uma mentira. Alguém já disse que a mentira é qual cabo de ferramenta que dá em qualquer uma delas. É um tipo de pecado que permeia toda a raça humana em todas as épocas, culturas e civilizações. A mentira é do Diabo. Mas, Cristo é a Verdade que liberta e conduz o homem a uma vida pautada na realidade.
 
    2. Insensibilidade moral. 
    O pecado tem subtraído do ser humano toda a sua sensibilidade concernente aos princípios e valores morais. Sem que se perceba, sua natureza moral é corrompida, seu coração é endurecido e sua consciência é cauterizada. É nesse ponto que o ser humano se torna insensível à voz do Espírito, passando a praticar todo tipo de pecado, entristecendo ao Todo-Poderoso. "Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós, Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." Efésios 4:31,32. Portanto, é dever de todos os crentes observarem os limites estabelecidos pela Palavra de Deus, para que vivam “como astros no mundo”. 
 
    3. Permissividade. 
    É o que acontece quando o ser humano não resiste às forças do mal. Há crentes aceitando e outros até buscando no comércio e na sociedade, o que Jesus terminantemente rejeitou no deserto. Tudo tem sido permitido em nome de uma liberdade. No entanto, estamos vendo um conformismo com o mundanismo em nosso meio. Já não conseguimos distinguir as verdades bíblicas porque nada pode ser proibido. 
 
    4. Malícia. 
    As palavras são o instrumento pelo qual o ser humano manifesta seus pensamentos, sentimentos, ideias e desejos, conforme as circunstâncias em que vive e com que se defronta. O que o homem pensa e fala reflete seu caráter. A malícia é um pecado que macula e subverte o caráter cristão. Os maliciosos geralmente pensam e falam o pior acerca dos outros e veem maldade em tudo. Para os tais, nada é puro. A fim de estarmos comprometidos com os valores celestiais, a Palavra de Deus nos admoesta a abandonarmos definitivamente toda malícia. "Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros. Mas quando apareceu a benignidade e amor de Deus, nosso Salvador, para com os homens, Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo." Tito 3:3-5.
 
    5. Concupiscência. 
    Trata-se dos desejos desenfreados, malignos, impuros, corruptores e pecaminosos que afetam o caráter do homem. A concupiscência se manifesta mediante o desejo descontrolado pelas coisas naturais desta vida a ponto de conduzir o indivíduo à satisfação desses impulsos por meios imorais e ilícitos. "Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte." Tiago 1:13-15. A Bíblia afirma que a única maneira eficaz de se vencer a concupiscência é andar no Espírito. 
 
    6. Cobiça. 
    A cobiça é um desejo impetuoso e desequilibrado de adquirir bens materiais, inclusive alheios. A prática da cobiça leva o homem à dívida, ao roubo, à desonra, ao egoísmo, à fraude e, até, ao homicídio. "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores." 1 Timóteo 6:10. No mundo capitalista onde os valores já não são importantes e sim o status e a fama, a cobiça tem cegado a mente de muitos e levado-os as práticas inescrupulosas para obterem essa fama a qualquer custo e satisfazerem suas cobiças.
 
    7. Ambição. 
    O lado negativo da ambição é o desejo incontrolável de obter bens materiais ou posições, mesmo que a pessoa já possua essas e outras coisas. Esta atitude é o primeiro passo para que entre no coração do homem o orgulho. Deus, porém, aborrece tais coisas. A ambição torna o homem egoísta, rebaixa seus valores e transforma a sua maneira de agir com os seus semelhantes. 
 
    Quando uma pessoa aceita a Cristo como Salvador de sua alma, experimenta, imediatamente, uma profunda modificação em seu interior. Essa mudança é demonstrada não apenas nos relacionamentos, mas também nas escolhas, atitudes e responsabilidades assumidas durante a sua nova vida. A Bíblia afirma que "se estamos em Cristo somos novas criaturas, as coisas velhas já passaram e eis que tudo se fez novo". Sendo assim, é inadmissível que um Cristão que se diz servo do Senhor, tenha um caráter doentio. Vá se converter. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

7 Coisas que Devemos de toda forma evitar


    A Palavra de Deus é uma fonte inesgotável de sabedoria e ela nos ensina a fugir de muitas coisas. As orientações são para que tenhamos uma vida melhor. Quando desobedecemos as orientações do Senhor, pagamos caro por isso. O pecado é um mal que corrói a sociedade e, nós, como cristãos, devemos ser e agir de forma diferente. Neste sentido, destaco 7 coisas que devemos de toda forma evitar. Que o Senhor nos ajude. 

1. Malícia. 
    "A malícia matará o ímpio, e os que odeiam o justo serão punidos". Salmos 34:21 
    "Deixando, pois, toda a malícia, e todo o engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações", 1 Pedro 2:1 

2. Ira. 
    "Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca". Colossenses 3:8 

3. Blasfêmia. 
    "Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens". Mateus 12:31 
    "Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós", Efésios 4:31 

4. Mentira. 
    "Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros". Efésios 4:25 
    "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte". Apocalipse 21:8 

5. Aparência do mal. 
    "Abstende-vos de toda a aparência do mal". 1 Tessalonicenses 5:22 

6. Embriaguez. 
    "E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito"; Efésios 5:18 

7. Más conversações. 
    "Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes". 1 Coríntios 15:33 

    Que o Senhor possa nos ajudar a evitarmos essas coisas em nossas vidas. Que a sua graça e a sua bondade possa nos alcançar e que possamos fazer as coisas certas para evitarmos as duras consequências dessas atitudes ruins. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense