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sábado, 4 de janeiro de 2025

Opressores e oprimidos

    "Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do diarista não ficará contigo até pela manhã". Levítico 19:13 

    Ladrões! Bando de ladrões! Estamos cercados de ladrões. Pessoas inescrupulosas que roubam o próximo. Sanguessugas de um mundo capitalista tiram proveito da ignorância alheia e roubam. Desviam dinheiro da educação. Tiram da boca das crianças. Usam de força e violência para saquear os bens alheios. Puxam o tapete. Colarinhos brancos. Ludibriam os incautos e negociam a fé de seu semelhante. Raça de víboras! 

    Ladrões! Oprimem o pobre. Desprezam as viúvas. Provocam a desigualdade social. Que mundo é esse que estamos vivendo? Roubam o direito e a dignidade do trabalhador. Corruptos! Gananciosos! Triste geração essa nossa. Só pensam em dinheiro. Lobos do próprio homem. Impostores que ocupam as melhores cadeiras. Tomam a propriedade alheia. Jogam as crianças no lixo. Maltratam os idosos roubando-lhes a esperança. E querem que eu me cale? 

    Olhe para você. O que tens feito? De qual lado você está? "E como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós, também". Lucas 6:31 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Os perigos da ambição (Parte IV)

 

    Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos(Rm 12.16)

    A ambição e a cobiça pelas coisas materiais são algumas das razões pelas quais muitos naufragam na fé.  

O CONTENTAMENTO CRISTÃO (1Tm 6.6,8)

    A Bíblia nos orienta a vivermos satisfeitos em Cristo: “Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei” (Hb 13.5). Esse contentamento pode ser resumido da seguinte forma:

    1. Deus é o nosso provedor. O crente deve viver contente e satisfeito porque suas necessidades são supridas em Deus (Sl 23.1; Fp 4.1 9). Ele é o Senhor que provê — Jeová Jiré — todas as exigências naturais da vida humana (Gn 22.14; Sl 34.10).

    2. Ausência de cobiça (Pv 15.27). Isto decorre da confiança do crente em Deus (Mt 6.25,31-33) e da obediência irrestrita à sua Palavra (At 20.33-35; Rm 12.16; Hb 13.5; 1Tm 6.9,10).

    3. Disposição de suportar a privação (2Co 4.16-18). O crente fiel sabe, melhor do que qualquer pessoa, que não somos imunes às provações, ao contrário (Rm 8.18; 2Tm 3.12), precisamos passar por elas para sermos aperfeiçoados (Tg 1.2-4; Rm 8.28). Temos de estar dispostos a sofrer privações, se necessário, para realizarmos os elevados propósitos de Deus (Fp 4.11,12).

    a) Privação não significa pobreza e penúria. “Contentar-se” não significa se acomodar à pobreza, preguiça ou inatividade (Pv 6.6-11; 12.27; 15.19). A Bíblia não se opõe àqueles que labutam diariamente pela vida cotidiana (Pv 10.5), entretanto, condena os que se enriquecem ilicitamente (Pv 10.4; 11.1), esquecendo-se do Reino de Deus (Mt 6.33; Jo 6.27).

    b) Privação não significa resignação. O cristão não deve portar-se com indiferença, inércia e acomodação diante das adversidades da vida, mas com disposição, trabalho e honestidade (At 20.33-35; Rm 12.11; Ef 4.28).

SINOPSE DO TÓPICO (IV)

    Os principais fundamentos do contentamento do crente são: A provisão divina, a ausência de cobiça e a disposição de suportar a privação.

CONCLUSÃO

    O crente fiel a Deus não ambiciona as coisas elevadas desse mundo, mas entrega-se ao Senhor confiando que é poderoso para suprir todas as suas necessidades, quer nas áreas social e financeira, quer na espiritual. O que o filho de Deus realmente aspira, é a presença do Senhor (Sl 42.1), seus dons (1Co 14.1) e seu Reino (Mt 6.33), pois está certo que as demais coisas lhe serão acrescentadas. 

 

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008. 

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/04/os-perigos-da-ambicao-parte-i.html

Leia a Parte II aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/04/os-perigos-da-ambicao-parte-ii.html

Leia a Parte III aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/04/os-perigos-da-ambicao-parte-iii.html

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Os perigos da ambição (Parte II)

 

    Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos(Rm 12.16)

    A ambição e a cobiça pelas coisas materiais são algumas das razões pelas quais muitos naufragam na fé.  

II. AMBIÇÃO NA IGREJA

    1. Poder. Para certos pregadores e conferencistas da atualidade, o ministério é um meio de projeção pessoal; um modo de se adquirir prestígio, poder temporal e lucro financeiro (At 20.28-30; 2Co 2.17; 2Pe 2.1). Diótrefes é um perfeito exemplo da presença desses maus elementos na igreja (3Jo vv.9,10). O que não dizer também das abomináveis disputas por cargos eclesiásticos, oriundas de ambições pessoais? (1Co 3.1-7). Tiago em sua epístola, capítulo 4, versículos 1 e 2 afirma que a cobiça é a causa de muitos desentendimentos entre o povo de Deus. A Palavra de Deus reprova qualquer atitude pessoal que objetive o “prêmio de Balaão” (Jd vv.11-16; 2Pe 2.1 5; Ap 2.14).

    2. Dinheiro (1Tm 6.5,9). Infelizmente, em nossos dias, há certos obreiros que abrem igrejas e fundam ministérios visando apenas o lucro financeiro. Por isso a Bíblia nos adverte acerca daqueles que não são pastores, mas mercenários (Jo 10.12,13), “lobos cruéis”, que não perdoam o rebanho (At 20.29).

    O mercenário é aquele que trabalha em troca de qualquer vantagem material, sem nenhum interesse e intenção honesta de cuidar das ovelhas (2Pe 2.3). Deus rechaça terminantemente a ganância, a avareza e a cobiça (Lc 12.13-21; Tg 4.1,2).

    3. Sexo. Em 2 Pedro, capítulo 2, a Bíblia expõe uma extensa lista de pecados dos falsos mestres; quais sejam: a) ensinos e práticas heréticas que destroem a fé e a vida cristã: “heresias de perdição” (v.1); b) todo tipo de conduta vergonhosa: “suas dissoluções” (v.2); c) exploração mercenária do povo: “por avareza farão de vós negócios” (v.3); d) adultério e pecados do sexo extraconjugal: “tendo os olhos cheios de adultério” (v.14); e) falsa liberdade: “Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção” (v.19). Tudo isso é produto da ambição.

SINOPSE DO TÓPICO (II)

    Poder, dinheiro e sexo também são elementos que desencadeiam a ambição nos falsos mestres e líderes das igrejas, conforme 1Tm 6.5,9 e 2Pe 2. 

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008

Leia a Parte I aqui http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/04/os-perigos-da-ambicao-parte-i.html

terça-feira, 5 de abril de 2022

Os perigos da ambição (Parte I)

    Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos(Rm 12.16).

    A ambição e a cobiça pelas coisas materiais são algumas das razões pelas quais muitos naufragam na fé.

INTRODUÇÃO

    Palavra Chave: Ambição: Desejo veemente de alcançar os bens materiais, o poder, a glória, a riqueza, a posição social, etc.

    Ambição é a procura irracional e desordenada pelas riquezas, poder, glória e honras. É o mesmo que cobiça ou desejo veemente pela aquisição de bens materiais. Esse termo, conforme se encontra originalmente em Romanos 12.16 significa “elevado”, “alto”. Também pode significar “arrogância” como nos textos de 1 Timóteo 6.17 e Romanos 11.20. A Bíblia é taxativamente contra a sociedade materialista que exige cada vez mais que as pessoas sejam ambiciosas, individualistas e almejem “coisas elevadas” (Sl 131.1; Hc 2.9).

I. AMBIÇÃO NO MUNDO SECULAR

    São três os principais elementos que desencadeiam a ambição humana:

    1. Poder. O poder é o direito de agir, mandar, deliberar e exercer autoridade sobre as coisas, pessoas, instituições e nações (Ec 8.2-4). As pessoas dotadas de poder são aquelas que impõem a sua vontade sobre as outras, controlando e manipulando-as segundo o seu próprio querer. Muitos líderes políticos que ambicionaram incontrolavelmente o poder, como Hitler, cometeram as maiores atrocidades contra a humanidade (Mq 2.1). Outros exerceram o poder de modo positivo, como os reis piedosos de Israel e Judá (1Rs 15.11,23; 22.43,46). Porém a Bíblia afirma categoricamente “que o poder pertence a Deus” (Sl 62.11; 66.7; 147.5; Mt 6.13; 1Tm 6.16).

    2. Dinheiro. A cobiça pelo poder e o desejo irrefreável de adquirir riquezas são inseparáveis. Para os que possuem estas pretensões, o acúmulo de bens materiais nunca é suficiente (Sl 62.10; Pv 30.15); o ter é mais importante que o ser. Nas prateleiras das livrarias somam-se, a cada ano, livros que alimentam a ambição pelas posses, entretanto, tais obras nunca alertam que o “amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males” (1Tm 6.10).

    3. Sexo. A sexomania está intimamente atrelada à sede de poder. Devido à condenável liberação sexual na sociedade de hoje, a prática do sexo ilícito tornou-se um dos pecados mais comuns e perniciosos de nosso tempo. Vivemos em um mundo erotizado, cujos padrões morais estão cada vez mais frouxos e degenerados (Sl 14; Rm 1.18-32; 3.23). O que se vê é o aumento assustador da pornografia, prostituição, homossexualidade e infidelidade conjugal (Rm 1.21-27). Todavia, as Sagradas Escrituras nos exortam à completa e perfeita santidade (1Co 6.18-20; 1Ts 4.3-7; 5.23).

SINOPSE DA PARTE I

    Poder, dinheiro e sexo são os três principais elementos que desencadeiam a ambição do homem.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

 

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

As doenças do nosso século (Parte II)

 

    Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos(2Tm 3.1).

DOENÇAS NA ÁREA SOCIAL

    Dentre as enfermidades sociais desses tempos difíceis podemos destacar:

    1) Desobediência aos pais e ingratidão. É de se notar que ao longo da história, a cultura anticristã tem incentivado a desobediência ao mandamento divino, explícito em Êxodo 20.12, que ordena aos filhos honrar pai e mãe. Entretanto, nada se compara a insubordinação obstinada dos filhos aos pais nesses últimos dias (Rm 1.30; 1Tm 1.9). Lembremos que a responsabilidade de educar os filhos não é dos avós, nem da escola e igreja, muito menos do Estado. Esse dever é dos pais (Dt 6.6,7; Sl 127.3-5; Pv 22.6). A ingratidão, por sua vez, é uma consequência da apostasia destes últimos tempos. Sempre que há uma ascensão do paganismo e do pecado, os homens tendem à ingratidão (Rm 1.21).

    2) Desamor e Crueldade. Há por toda parte pessoas desprovidas de “afeto natural”, isto é, que não têm afeição, amor e cuidado nem mesmo pela própria família. São pais desafeiçoados aos filhos, e filhos que não têm a menor consideração e carinho pelos pais (1Tm 1.9; Ef 6.1-4). Desde o passado distante, o desamor e a crueldade têm caminhado juntos revelando a irracionalidade e a selvageria dos homens (Êx 1.22; 2Rs 25.7). A Bíblia nos alerta sobre os que “respiram crueldade” contra seus desafetos (Sl 27.12). A falta de afeição dos ímpios faz com que até seus animais sofram (Pv 12.10 cf. Nm 22.27). Não nos enganemos! Os “últimos dias” não serão menos violentos que os do tempo pré-diluviano (Gn 6.5,11).

    3) Dureza de coração e Calúnia. O perdão e a reconciliação são atributos necessários à convivência social e religiosa. Porém, a Palavra de Deus nos adverte que nos últimos dias, os homens tornar-se-ão irretratáveis, “duros de coração”, e incapazes de perdoar. Nas regras de sobrevivência do mundo moderno não há espaço para a compaixão e perdão. Jesus, em seu conhecido sermão do monte, condenou taxativamente o rancor vingativo, e enobreceu a mansidão e a graça (Mt 5.5,9,21-26; 11.29; Mc 11.25). A calúnia, no original “diábolos”, é outra doença terrível desse século. São caluniadores aqueles que se comprazem em depreciar a honra e a moral alheia (Tt 2.3). O difamador, diz a Bíblia, “separa os maiores amigos” (Pv 16.28).

    4) Traição e Hipocrisia. São desvios de caráter próprios de certos executivos e políticos que se orgulham de enganar seus concorrentes e descumprirem suas promessas em razão de suas conveniências pessoais (Is 32.6; Lc 12.1; 1Tm 4.2). Infelizmente, essas doenças atingem todas as áreas e níveis da sociedade (Is 9.17; Mt 6.2,5,16). Não nos esqueçamos que até no colégio apostólico houve um discípulo traidor e hipócrita (Mt 26.47-50; Jo 12.3-6). Assim como Judas, muitos têm aparência de piedade, mas são lobos devoradores (Mt 7.15).

    5) Aversão ao bem. Nos últimos dias, diz-nos a Palavra de Deus, os homens serão inimigos do bem e negar-se-ão a praticá-lo. Desprezarão os bons e amarão os maus (Sl 14.1; Pv 28.5; 2Tm 3.13). Atualmente, a indústria do entretenimento tem induzido nossas crianças a gostarem de “heróis” de caráter explicitamente mau, seres demoníacos e monstros malignos através de jogos eletrônicos e das histórias em quadrinhos. Contudo, o cristão deve ser “amigo do bem” (Tt 1.8).

    6) Abuso de poder. Diz respeito aos homens obstinados, orgulhosos e atrevidos que abusam do poder temporário, cultuando a própria personalidade (Ez 28.5-8; Jo 19.10,11; At 12.20-23). Aqui também estão incluídos aqueles obreiros de ministérios independentes, que não obedecem nem prestam contas a ninguém (2Cr 26.18-21). Reconsideremos o exemplo do servo que espancava os conservos na ausência de seu senhor (Mt 24.46-51). A Escritura exorta à obediência aos pastores (Hb 13.7,17; 1Ts 5.12,13), mas ordena que o ministro presida “com cuidado” e “governe bem” (Rm 12.8c; 1Tm 5.17).

Resumo

    As mais graves doenças sociais de nosso século são: desobediência aos pais, ingratidão, desamor, crueldade, dureza de coração, calúnia, traição, hipocrisia, aversão ao bem e abuso do poder.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD 3º Trimestre de 2008.

Leia a Parte I http://meutestemunhovivo.blogspot.com/2022/01/as-doencas-do-nosso-seculo-parte-i.html