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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Nossas maiores riquezas são aquelas que temos em Cristo

    Nossas maiores riquezas são aquelas que temos em Cristo. Não há dúvidas nenhuma de que as melhores coisas da vida são as eternas que provêm da bondade e graça de Deus em Jesus Cristo. Essas riquezas não podemos segurar em nossas mãos, mas em nossos corações. Se observarmos bem somos abençoados com as ricas bênçãos de Deus em nossas vidas. Se temos saúde, paz e disposição para trabalhar e ganhar o nosso sustento, então somos agraciados com a bondade e proteção de Deus. Se passamos por dificuldades, temos sempre a esperança de que o Senhor irá nos ajudar no tempo oportuno e tudo ficará bem. Somos ricos em Deus e sempre cercados das riquezas celestiais. 

    Quando somos corretos com Deus e com os outros, nossa adoração é verdadeira. A verdadeira adoração não envolve comportar-se como se nada estivesse errado, mas sim, certificar-se de que tudo está certo, com Deus e com os outros. Não podemos deixar nos enganar com as ilusões da vida pensando que não temos responsabilidades com Deus e com o próximo. Deus nos deu uma vida repleta de oportunidades para realizarmos grandes coisas e adorá-lo em sua santidade. Só somos realizados com essa missão quando deixamos que o Senhor guie os nossos pés no caminho certo. Não adianta pensar que será desonesto com os outros e possa adorar a Deus dessa forma. Deus é santo e exige de nós santidade. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 23 de julho de 2022

Meditações do Poeta Cacerense XV

    1. O mundo não pode renascer até que o ser humano passe pelo novo nascimento e tenha paz com Deus. A grande verdade é que existe uma tendência do ser humano em acreditar que pode, através de seus esforços, mudar a situação caótica, do ponto de vista espiritual, na qual se encontra a humanidade. No entanto, não pode. Desejaríamos que não houvessem guerras, crimes e violência. Mas, essas coisas acontecem por causa do pecado que habita o ser humano. Ele é pecador por natureza. Por mais que não queira fazer o mal acaba praticando a maldade com seus semelhantes e consigo mesmo. E só existe uma maneira de mudar isso. Através de Jesus Cristo. Portanto, é um exercício de fé porque precisamos acreditar no poder de Jesus Cristo para mudar o ser humano. Só através do arrependimento é que a pessoa que se aproxima de Deus recebe o perdão dos pecados e torna-se, então, uma nova criatura. A partir desse momento, essa pessoa, agora regenerada, passa a viver uma vida dentro das vontades de Deus e, por ter um coração transformado, fazer as coisas certas. Fora dessa transformação e entrega não existe condições do ser humano fazer coisas boas. 
 
    2. A vida cristã é dura e difícil. Ou alguém acha que amar o seu inimigo é coisa fácil? Não é. Portanto, sem essa de achar que ser cristão é coisa fácil. Em tempos que se prega o ódio as pessoas que pensam o contrário, devemos olhar para o exemplo do Senhor Jesus Cristo e ver o quanto Ele pregou o amor às pessoas. Deus amou o mundo inteiro. Ele enviou seu Filho amado para resgate de toda humanidade. Eu não posso simplesmente odiar o meu próximo porque ele pensa diferente de mim. Eu tenho que demonstrar o amor de Cristo que está no meu coração. A salvação é individual e depende de a pessoa aceitar a Cristo como Salvador. No entanto, a partir do momento em que sou transformado pelo amor de Deus que transborda no meu coração eu não posso odiar as pessoas. Não existe base para isso. Então, o que boa parte do que os cristãos estão fazendo hoje, como pregar o ódio às diferenças, não é de Deus. Jesus, em nenhum momento de sua jornada, desfez de pessoas porque pensava diferente dele. Muito pelo contrário, Ele foi até essas pessoas e, de forma humilde e com sabedoria, explicou-lhes o verdadeiro evangelho que transforma vidas. O resultado foi que Ele salvou as pessoas que pensavam diferente dele. Esse deve ser o nosso exemplo. 
 
    3. Deus olha o nosso interior e vê muito mais além do que podemos ver no exterior do ser humano. E deveríamos pensar seriamente sobre isso. O que temos escondidos em nós. Pensamentos ruins, ódio, vingança, inveja e muitas outras coisas que são desagradáveis aos olhos de Deus. No entanto, sempre queremos passar uma imagem de pureza e santidade diante da sociedade. Julgamos os nossos semelhantes por praticarem coisas abomináveis e condenamos os que praticam delitos. Mas, como estamos nós diante de Deus? Podemos fazer esse tipo de julgamento ou condenar alguém? Não somos perfeitos e só estamos vivos pela misericórdia de Deus. Se alcançamos o perdão dos nossos pecados foi porque o Senhor teve misericórdia de cada um de nós quando nos aproximamos de Deus e suplicamos pela sua graça. Neste sentido, devemos fazer o mesmo para com as pessoas, isto é, lhes anunciar o evangelho de Jesus Cristo que trás perdão e paz espiritual para a alma cansada. Deixemos que o amor de Deus tome conta dos nossos corações, que transforme a nossa mente e que nos dê a compreensão necessária para amarmos as pessoas como Cristo as ama. Está na hora de sermos sal e luz neste mundo, de fazermos a diferença, não como os fariseus ou hipócritas da época de Jesus, mas com o amor de Cristo em nossos corações. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense