sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Conselhos de um jovem poeta

 
Cultive a esperança. Por mais que possa parecer o fim. Acredite sempre que haverá um dia melhor para viver. Olhe para as coisas boas da vida, o nascer do sol, a brisa da manhã e as estrelas que brilham junto a lua. 
 
Acredite na mudança. Nem tudo vai acontecer da forma que queremos. Mudanças, às vezes, são momentos de incertezas. Mas, creia no amanhecer renovador. Acredite nas oportunidades de uma vida diferente. 
 
Seja otimista em relação a você. Nunca pense que você não é capaz. Agradeça ao Criador pela sua vida e aproveite cada minuto para espalhar coisas boas por onde passar. Creia que você pode transformar alguém com o seu sorriso. 
 
Caminhe sempre olhando para as flores. Sua vida será mais colorida e perfumada. Haverá espinhos e, em alguns momentos até poderá ser machucado por eles, mas, dê valor as flores e as borboletas que pairam sobre a sua vida. 
 
Nunca deixe de acreditar. As lutas podem ser cruéis, batalhas podem parecer intermináveis. Mas, você será vencedor se acreditar na vitória e lutar por ela. Nunca pare no caminho porque não é aqui o nosso descanso. 
 
Tenha fé. A fé é o firme fundamento, a base para uma vida vitoriosa. Creia no Criador, creia em Deus. Acredite que Ele cuida de cada um de nós com amor eterno e uma misericórdia infinita. Não temas! 
 
Dê valor as amizades. Valorize aqueles que prezam pela sua vida. Seja otimista e voluntarioso com quem precisa de você. Cultive as amizades e compartilhe sua vida com quem você ama. Ninguém é uma ilha. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

O impostor que vive em mim

Eu sou humano e fraco e fui vendido ao pecado para ser seu escravo. 
Eu não entendo o que faço, pois não faço o que gostaria de fazer. 
Pelo contrário, faço justamente aquilo que odeio. 
Se faço o que não quero, isso prova que reconheço que a lei diz o que é certo. 
E isso mostra que, de fato, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. 
Pois eu sei que aquilo que é bom não vive em mim, isto é, na minha natureza humana. 
Porque, mesmo tendo dentro de mim a vontade de fazer o bem, eu não consigo fazê-lo. 
Pois não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é que eu faço. 
Mas, se faço o que não quero, já não sou eu quem faz isso, mas o pecado que vive em mim é que faz. 
Assim eu sei que o que acontece comigo é isto: quando quero fazer o que é bom, só consigo fazer o que é mau. 
Dentro de mim eu sei que gosto da lei de Deus. 
Mas vejo uma lei diferente agindo naquilo que faço, uma lei que luta contra aquela que a minha mente aprova. 
Ela me torna prisioneiro da lei do pecado que age no meu corpo. 
Como sou infeliz! 
Quem me livrará deste corpo que me leva para a morte? 
Que Deus seja louvado, pois ele fará isso por meio do nosso Senhor Jesus Cristo! 
Portanto, esta é a minha situação: no meu pensamento eu sirvo à lei de Deus, mas, na prática, sirvo à lei do pecado. 
 
Tradução livre de Romanos 7.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Eu, os livros e a leitura (I)

     
    Por onde posso começar a falar de livros e leitura? Tarefa bastante hercúlea para se fazer. Todas as minhas escolhas será injusta. De cada dez livros escolhidos, outros dez ficarão de fora dessa lista. Portanto, minha missão é pontuar minhas leituras, livros que impactaram minha vida e que pode servir de sugestão para outros. 
    A leitura nos abre caminhos para um mundo fantástico, um universo maravilhoso de conhecimento e descoberta. 
    Estarei selecionando dez obras (não necessariamente em ordem de importância) que me chamaram a atenção e um bônus. 
 
    01) “O Altar Supremo: a história do sacrifício humano”. Livro que constitui um extraordinário e fascinante estudo sobre sacrifícios. É uma instigante história de aventura e, também, uma significativa contribuição ao estudo antropológico da religião em seu aspecto mais trevoso e violento. Foi um livro que comprei em um sebo por preço irrisório, mas que tem, para mim um valor imensurável. 
 
    02) “História Secreta do Mundo”. Fui atraído pela sinopse do livro. E SE AQUILO QUE NOS CONTARAM FOR APENAS UMA PARTE DA HISTÓRIA? Diz-se que a História é escrita pelos vencedores, mas… e se a História - ou o que conhecemos dela - tiver sido escrita pelas mãos erradas? E se aquilo que nos contaram for apenas uma parte? A partir dessa premissa, mergulhei nesta leitura que é fascinante. 
 
    03) “Lolita”. Polêmico, irônico e tocante, este romance narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que inflama suas loucuras e seus desejos mais agudos. Através da voz de Humbert Humbert, o leitor nunca sabe ao certo quem é a caça, quem é o caçador. A obra-prima de Nabokov é um livro para poucos! 
 
    04) “1984”. Poucos livros tem a capacidade de tocar tão profundamente como esse. Publicada originalmente em 1949, a distopia futurista 1984 é um dos romances mais influentes do século XX, um inquestionável clássico moderno. Lançada poucos meses antes da morte do autor, é uma obra magistral que ainda se impõe como uma poderosa reflexão ficcional sobre a essência nefasta de qualquer forma de poder totalitário. 
 
    05) “A Divina Comédia”. Essa obra-prima da literatura universal dispensa comentários. Texto fundador da língua italiana, súmula da cosmovisão de toda uma época, monumento poético de rigor e beleza, obra magna da literatura universal. É fato que a "Comédia" merece esses e muitos outros adjetivos de louvor, incluindo o "divina" que Boccaccio lhe deu já no século XIV. Mas também é certo que, como bom clássico, este livro reserva a cada novo leitor a prazerosa surpresa de renascer revigorado, como vem fazendo de geração em geração há quase setecentos anos. Uma longa jornada dantesca através do Inferno, Purgatório e Paraíso. 
 
    06) “O Conde de Monte Cristo”. Essa história foi impactante na minha vida de leitor. Um dos maiores clássicos da literatura francesa há mais de 150 anos, “O conde de Monte Cristo” gira em torno de Edmond Dantè, que é preso por um crime que não cometeu. Ao sair da prisão, Edmond vai à busca de vingança contra seus inimigos. Uma trama repleta de reviravoltas dignas de um jogo de xadrez. 
 
    07) “Frankenstein”. Um clássico nunca morre. Considerada a primeira obra de ficção científica da história, fazendo sucesso arrebatador desde 1818 até os dias de hoje, Frankenstein deu vida ao gênero do terror e influenciou diversas gerações desde então. Ao mesmo tempo, suscitou entre seus leitores a questão que reside no imaginário da humanidade desde suas origens: quão humano pode ser um monstro e quão monstro pode ser um humano? o livro narra a história de victor frankenstein, um estudante de ciências naturais empenhado em descobrir o mistério da criação e que acaba por construir um ser humano – ou monstro? – em seu laboratório. 
 
    08) “As Catacumbas de Roma”. Um livro com uma mensagem impactante. Uma obra que mostra a pureza e o vigor dos primeiros seguidores de Cristo, os quais mesmo coagidos, foram fiéis até a morte. Para mim, uma lição muito importante do que é fé. 
 
    09) “Bíblia Sagrada”. Não poderia deixar de falar da maior obra, para mim, da literatura universal. Um conjunto de livros que mudou a minha vida para sempre. Leio-a todos os dias e tenho diversas dela em diferentes estudos. Dispensa comentários! 
 
    10) “As Crônicas de Nárnia”. Viagens ao fim do mundo, criaturas fantásticas e batalhas épicas entre o bem e o mal - o que mais um leitor poderia querer de um livro? O livro de C. S. Lewis é uma fantástica viagem ao mundo da imaginação. Para mim, um dos maiores escritores de todos os tempos. 
 
    Bônus) “O Homem Que Queimou a Bíblia”. Não poderia deixar de falar de um dos meus livros. Escrito a partir de muita leitura e com o coração. O Homem Que Queimou a Bíblia é um conjunto de relatos e mensagens que precisa ser lido. Sou grato a Deus por ter me dado capacidade de escrevê-lo. 
 
    Obs. Em breve a Segunda Lista! 
 
    Texto: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Ladrão de almas


Agora vamos voltar a realidade 
Será que tenho tido pesadelos? 
Essa pode ser a única explicação 
Eu sonho com ratos, lagartos e besouros 
Mas nunca desejei isso para mim 
Apenas uma noite tranquila 
Um sono suave 
Será que é pedir muito? 
Mas, como dormir tranquilo em meio ao caos? 
O sistema corrói a alma 
E não dá sossego hora nenhuma. 
Ouço os gritos das crianças 
O rastejar dos vermes 
E o sussurro dos morcegos e sanguessugas. 
Na vala escura mais um corpo é escondido 
Pelo ladrão de almas 
Triste época a nossa 
Em que roubam até nossa esperança. 
No silêncio ouço o vento 
Na madrugada vejo correr 
E morrer 
O sonho da humanidade! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

47

Eu tenho tanto para agradecer 
Que com palavras não sei dizer 
A felicidade que é viver. 
 
Quero apenas erguer meu olhar 
E com alegria poder expressar 
O quanto aprendi a amar. 
 
Uma vida de paz o Senhor me deu 
Com muito amor me protegeu 
Em seus braços de amor e amizade 
Me fez sentir e viver a felicidade 
Que preenche o meu coração 
Por isso externo aqui minha gratidão! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
 
Obs. 47 Primaveras, 17.166 dias! 

 

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Víboras peçonhentas

 

Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno? 
Mateus 23:33 
 
Não há verdade em tudo que dizem. E as palavras que saem de suas bocas são como venenos de víboras peçonhentas. Eu tento evitá-los o máximo que posso e fico indignado com sua capacidade de ludibriar as mentes incautas que encontram pelo caminho. Eles vociferam palavras de bençãos e maldições como se fossem deuses capazes de realizarem o que dizem. Não sei por quento tempo consigo observar sem dizer nada. No entanto, o que mais me perturba é que as pessoas, muito provavelmente, darão mais ouvidos aos tolos que gritam essas balburdias do que as minhas comedidas palavras. É assim que funciona a engrenagem da vida. Por isso, muitos crápulas tiveram sucesso ao longo da História. 
 
As pessoas tem uma tendência a ouvir os charlatões. Os que prometem o paraíso. Talvez seja um mal necessário no mundo. Sei lá, talvez seja. Eu fico em silêncio e vejo o tempo passar lentamente. Observo os acontecimentos e percebo que estou de mãos atadas. Não há muito o que fazer. Eles seguem os lobos como ovelhas indo para o matadouro. São cegos sendo conduzidos por falsos pastores cruéis que só pensam em tirar proveito da situação. São vítimas de um sistema inescrupuloso que destroem as vidas e as almas perdidas. Eu tento falar. Você pode me ouvir? 
 
Mensagem: Odair José, Poeta e Escritor Cacerense

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

O lamento de Jó

 
“Porque antes do meu pão vem o meu suspiro; e os meus gemidos se derramam como água” (Jó 3.24). 
 
INTRODUÇÃO 
 
Na lição anterior vimos de perto o drama vivido por Jó. Uma série de calamidades se abateu sobre ele de forma catastrófica. Do estado de riqueza e prosperidade, Jó passou a viver na adversidade; seus amigos foram para consolá-lo, mas ficaram sem palavras ao contemplarem seu debilitado estado de saúde. Entretanto, depois de sete dias, ele rompeu o silêncio com um lamento que veio do fundo da alma. Nesse lamento Jó mirou o dia de seu nascimento e, através de três perguntas, desabafou tudo o que sentia naquele momento: Por que nasci? Por que não nasci morto? Por que ainda continuo vivendo? Nesta lição veremos a reação humana diante do sofrimento. Perceberemos que não há qualquer indício de que Satanás tivesse alcançado êxito diante de Jó. Na perspectiva do patriarca, se Deus era a causa de sua vida, deveria também ser a causa de sua morte, pois se dEle vinha o bem, também deveria vir o mal. 
 

I. PRIMEIRO LAMENTO DE JÓ: POR QUE NASCI? (3.1-10) 
 
1. “Por que nasci?”. A dor de Jó era profunda e somente a poesia podia expressar toda a carga emocional vivida por ele. Nesse poema, os dez primeiros versículos do capítulo três são a respeito do primeiro questionamento de Jó: Por que nasci? Esse questionamento sai do íntimo de Jó, assim como ocorre com a alma do salmista (130.1). Da mesma forma, o profeta Jeremias expôs os sentimentos diante de seus conflitos (Jr 20.14-18). Nesse sentido, o patriarca não está sozinho em lamentar diante da dor. 
 
2. Que em lugar da memória viesse o esquecimento. Neste momento de dor, Jó não amaldiçoou a Deus, como Satanás previra; em vez disso, amaldiçoou o dia de seu nascimento. No lugar de ser ocasião de grande celebração pelo dia do nascimento de criança, Jó amaldiçoou esse dia por ocasião do grande sofrimento e decepção. Para o homem de Uz, esse dia teria de ser apagado da memória. Não é assim que muitas vezes nos sentimos? Um dia em que tudo foi mal e temos desejo de nunca mais lembrá-lo. 
 
3. Que em vez da ordem viesse o caos. Mencionamos o desejo de Jó para que o dia de seu nascimento não tivesse entrado no calendário e, que dessa forma, tanto esse dia como essa noite jamais tivessem existido. No lugar da luz que raiou por ocasião do nascimento dele, e que revelou todo seu sofrimento, o patriarca desejou que as trevas dominassem (vv.4-7). E por quê? Porque em vez da paz veio a dor; em vez da ordem, o caos. Desse raciocínio, Jó menciona a imagem do Leviatã. Este famoso e assombroso animal marinho simbolizava o caos. O homem de Uz recorre a essa imagem para ilustrar o momento tenebroso que estava vivendo. A lógica é simples: Se Deus não tivesse feito aquele dia, ele não teria sido concebido e, portanto, não passaria por tudo isso. Nesse sentido, o Novo Testamento revela como nosso Senhor é misericordioso e nos trata com amor e ternura nos momentos de tribulação e angústia, pois aos pés da cruz é o melhor lugar para derramar a nossa alma (cf. Jo 11.32,33). 
 

II. SEGUNDO LAMENTO DE JÓ: POR QUE NÃO NASCI MORTO? (3.11-19) 
 
1. Descansando em paz. Os intérpretes observam que o discurso de Jó a partir do versículo onze muda de amaldiçoar para reclamar. A partir desse versículo, Jó passa reclamar por não ter nascido morto. Para ele nascer morto teria sido melhor do que existir naquelas condições (vv.11-13). Era a melhor maneira de não passar por toda aquela tribulação. Essas palavras de Jó revelam uma coisa: Ele queria descanso de todo o seu sofrimento. O que Jó pedia era uma possibilidade real, pois muitos fetos nascem mortos (v.16). Para ele a morte era uma forma de descansar em paz (vv.13-15). 
 
2. Livre de tributações. O dilema de Jó aumenta à medida que o seu sofrimento ganha intensidade. Ele continua com seu argumento da “não-existência” (vv.16-19). Ele está convencido de que se não tivesse se tornado um “ser”, nada disso estaria acontecendo. Ele desejava ter sido como um “natimorto”, um feto que nunca viu a luz (v.16). A palavra hebraica nephel , usada no versículo 16 como “natimorto”, possui o sentido de “um aborto espontâneo” e é traduzido dessa forma em Eclesiastes 6.3 e Salmo 58.8. Aqui em nenhum momento Jó faz uma apologia ao aborto, mas usa-o no sentido metafórico de “descanso do sofrimento”. No lugar de ter sido abortado, ele nasceu e foi lançado no mundo da tribulação. O raciocino é claro: Para os que morreram cessaram as angústias e tribulações da vida presente. 
 
3. Uma realidade para o cristão. O Novo Testamento nos ensina que enquanto estivermos neste mundo estaremos sujeitos à dor, ao luto, ao sofrimento (Fp 4.11,12). Mas, ao mesmo tempo, temos uma promessa consoladora de Jesus (Jo 16.33, cf. Fp 4.13). 
 

III. TERCEIRO LAMENTO DE JÓ: POR QUE CONTINUO VIVO? (3.20-26) 
 
1. Vale a pena viver? Nessa terceira seção do capítulo três Jó faz uma quarta pergunta (3.20): “Por que se dá luz ao miserável, e vida aos amargurados de ânimo?”. As outras perguntas estão em 3.11; 3.12; 3.13. A palavra hebraica amel , traduzida aqui como “miserável”, é usada no sentido de alguém cuja vida é atribulada pela miséria e que, por isso, torna-se incapaz de exercer suas funções. Em outras palavras, para Jó a vida havia se tornado intolerável. 
 
2. Sem o favor de Deus? Jó novamente volta a indagar: “Por que se dá luz ao homem, cujo caminho é oculto, e a quem Deus o encobriu?” (Jó 3.23). A pergunta busca o significado do sentido de todo aquele processo. Ela busca compreender o porquê de Deus permitir o sofrimento. Aqui há um paralelo com Provérbios 4.18, onde é dito que “o caminho do justo é como a luz da aurora que brilha mais e mais até ser dia perfeito”. Na literatura sapiencial, a palavra hebraica traduzida como “caminho” é dereke se refere ao caminho da sabedoria de Deus, que conduz a vida. Para o patriarca esse fato havia se tornado um paradoxo, pois ele não sabia por que Deus escolheu para ele o caminho do sofrimento. 
 
3. Um caminho de sabedoria e maturidade. Muitas vezes sentimo-nos iguais a Jó, desorientados, passando por uma via dolorosa do sofrimento. E, como ele, não imaginamos nem compreendemos que Deus está agindo. É preciso, porém, olhar para o alto onde Cristo vive (Cl 3.1-4). Nele, podemos manter o equilíbrio e a confiança durante a tormenta e, assim, trilhar um caminho de sabedoria e maturidade no sofrimento. 
 
CONCLUSÃO 
 
Nesta lição vimos o dilema de Jó. Desconhecendo a razão das adversidades que se abateram sobre ele, o patriarca não negou a Deus nem o amaldiçoou. Todavia, ele expôs toda a sua humanidade, de forma que o leitor que apenas o contempla sem, contudo, participar de seu drama, tem dificuldade de entender seu lamento, principalmente, quando ele se dirige a Deus. É o lamento de um corpo ferido e de uma alma, que mesmo amando a Deus, se derrama angustiada. 
 
Fonte: Lições Bíblicas 4º Trimestre 2020 CPAD