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segunda-feira, 15 de abril de 2024

Que sociedade é essa?

    Como viver em uma sociedade como a que estamos inseridos e não sentir um tédio danado? Onde estão os grandes exemplos de pessoas coerentes para seguirmos? Não dá para admirar os proeminentes que ocupam os principais postos da nação. As celebridades, os artistas, os atletas. Medíocres. Do outro lado, pessoas insossas, conformistas e apáticas deixam-se levar pelas ilusões de um mundo caótico. O que esperar do futuro? Onde depositar a esperança de dias melhores? Criminosos infames deturpam. Pessoas envolvidas com frivolidades. Tudo lixo de uma sociedade corroída pela poluição. Ambiental, sonora e visual. Onde posso colocar os meus pés? Onde posso colocar as minhas ideias? 

    Não há autonomia. O homem moderno é um negócio. O consumismo toma conta das pessoas frívolas. O capitalismo selvagem solapa as mentes e as transformam em marionetes nas mãos invisíveis do sistema. Ninguém ouve o meu brado. Eu grito pelas ruas e avenidas. Mas os ouvidos estão com comichões e ninguém escuta nada. Insignificantes seres a perambular pela existência humana. Já não há um nome que se possa dizer: eis uma pessoa de caráter. Sim. Eu estou entediado de ver tanta mediocridade. Cansado de ver pessoas surdas, mudas e cegas. Para onde caminha a humanidade? Responda-me se puder. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 22 de outubro de 2022

Que sociedade é essa?

Por Odair José da Silva 

    Como viver em uma sociedade como a que estamos inseridos e não sentir um tédio danado? Onde estão os grandes exemplos de pessoas coerentes para seguirmos? Não dá para admirar os proeminentes que ocupam os principais postos da nação. As celebridades, os artistas, os atletas. Medíocres. Do outro lado, pessoas insossas, conformistas e apáticas deixam-se levar pelas ilusões de um mundo caótico. O que esperar do futuro? Onde depositar a esperança de dias melhores? Criminosos infames deturpam. Pessoas envolvidas com frivolidades. Tudo lixo de uma sociedade corroída pela poluição. Ambiental, sonora e visual. Onde posso colocar os meus pés? Onde posso colocar as minhas ideias? 

    Não há autonomia. O homem moderno é um negócio. O consumismo toma conta das pessoas frívolas. O capitalismo selvagem solapa as mentes e as transformam em marionetes nas mãos invisíveis do sistema. Ninguém ouve o meu brado. Eu grito pelas ruas e avenidas. Mas os ouvidos estão com comichões e ninguém escuta nada. Insignificantes seres a perambular pela existência humana. Já não há um nome que se possa dizer: eis uma pessoa de caráter. Sim. Eu estou entediado de ver tanta mediocridade. Cansado de ver pessoas surdas, mudas e cegas. Para onde caminha a humanidade? Responda-me se puder. 

Reflexão: Odair José, o Poeta Cacerense

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Combate à mediocridade humana

    Neste ensaio quero apresentar importantes questões que exigem cada vez mais a nossa atenção. Com efeito, o futuro da humanidade não está definido e avizinha-se um tempo que pode trazer consequências imprevisíveis. 
 
    A crise global (se pensarmos pelo ponto de vista do caos urbano) em que vivemos é grave em todos os setores e poderão dar origem a uma mudança dramática no mundo inteiro, com um desenlace imprevisível, mas em que podemos antever que, mais uma vez serão os povos e países mais fragilizados a serem mais fortemente afetados. 
 
    Mas, porque pensar em crise se podemos viver acima dela. O que é uma crise? Existe de fato o caos que os alarmistas de plantão pregam a todo instante? O homem, desde a sua origem a milhares de anos, pregam essa constante destruição do ser humano. Pregam a conversão de seus delitos e que se arrependam da destruição que causam ao próprio planeta. De fato, há um grande alarme que rondam os habitantes terrestres. 
 
    Não quero aqui discordar que haja esse colapso gerador de destruição iminente. Creio que haja sim esse juízo final. Houve para Pompeia, houve para Sodoma por que não haveria de ter para a nossa civilização? Falar em civilização, será que somos mesmo civilizados? O que nos difere dos considerados “bárbaros” que usufruíam com sabedoria da terra que habitava? 
 
    A mediocridade humana é o meu maior combate... Quero combater as ações e decisões medíocres que somos obrigados a ver na sociedade contemporânea. Começa com o povo que acredita nas promessas de homens incapazes de governar a própria família e termina com eles fazendo as maracutaias para se dar bem. 
 
    Espero que neste ano eleitoral, as pessoas se conscientizem da capacidade de cada um dos milhares de candidatos que irão aparecer e, pelo menos saiba distinguir os medíocres. Elejam gente compromissada com os interesses públicos. Abaixo os medíocres. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense