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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

O tempo em que vivemos

    A natureza humana é feita de paradoxos. Somos carne que deseja permanência, somos tempo que deseja eternidade. No século XXI, essa condição se torna ainda mais evidente: erguemos torres de tecnologia que tocam o céu, mas continuamos a caminhar com as mesmas angústias antigas, como se cada tela fosse apenas um espelho polido de nossas próprias inquietações. 
 
    Vivemos na era da abundância de informações, mas da escassez de silêncio. Temos o poder de criar mundos virtuais, mas ainda tropeçamos na dificuldade de habitar plenamente o mundo real. A pressa nos devora, e o que é essencial se dissolve nas mãos como areia. 
 
    O grande desafio do nosso tempo talvez não seja apenas externo — a mudança climática, a desigualdade, o avanço das máquinas — mas interno: aprender a não nos perder de nós mesmos. Pois de que adianta dominar a inteligência artificial se não soubermos dialogar com a nossa própria consciência? De que vale explorar o universo se não formos capazes de cultivar a delicadeza da convivência? 
 
    A natureza humana pede equilíbrio entre o fogo e a brisa, entre a conquista e a contemplação. O século XXI nos chama a reinventar a forma de ser humanos: menos donos e mais guardiões, menos espectadores e mais partícipes do destino comum. 
 
    Talvez, no fundo, a maior revolução não esteja nas máquinas que criamos, mas na capacidade de reencontrar o que sempre nos foi íntimo: a compaixão, o cuidado, a sabedoria que floresce no silêncio. Pois só assim o futuro deixará de ser um peso de incerteza e se tornará campo fértil para aquilo que ainda podemos sonhar. 
 
Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Pare de procurar onde Deus não está

    "É possível encontrar cidades sem muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária; mas um povo sem Deus, sem orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios, jamais foi encontrado".
(Plutarco 45-125 d.C – Moralista e Historiador Grego). 

    O coração humano, desde o seu nascimento, almeja um encontro com o seu Criador. Por mais que existam pessoas que duvidam da existência de um Criador, a natureza humana prova o contrário. Deus existe de fato e é presente no coração humano. Não é possível negar essa verdade. 

    Um breve olhar na literatura mundial em busca de resposta para o ateísmo resulta em respostas claras e objetivas de que a existência de Deus é um fato explícito e patente aos olhos de quem quer que seja. O ateísmo, defendidos por alguns, de fato não existe. Os homens que negam a simples existência de um criador não conseguem defender essa ideia e ela acaba sendo refutada por quem deseja de fato saber a verdade sobre um Deus Criador. As palavras de Plutarco, escrita no inicio da era cristã pode ser usada hoje com certeza de que é possível encontrar muitas coisas sem uma estrutura qualquer, só não é possível encontrar uma mente humana que não tenha esperança em um Deus maior. 

    Ao analisar as palavras Plutarco podemos observar que ele não está dizendo sobre o Deus verdadeiro. Ele afirma que em todas as sociedades por onde ele havia passado era possível perceber uma forma de adoração. Quando olhamos isso, deduzimos que, se existe adoração, existe um ser adorado. E, por mais que boa parte adoram sem saber o que estão adorando, sabemos que o fazem porque sentem na alma o desejo de adorar a Deus. 

    Deus existe e é apresentado para nós pela sagrada escritura. O conhecemos porque Ele nos amou e a si mesmo se entregou para expiação do pecado da humanidade. Jesus Cristo, o Filho de Deus veio até nós e, sob sofrimento terrível, pagou o preço pela nossa salvação. 

    Quem sabe você tem se perguntado ao longo de toda sua vida qual o propósito de sua existência e ainda não encontrou a resposta que confortasse seu coração. Creia em Jesus Cristo e a Ele entregue sua vida e, então, terá uma vida abundante. Pare de procurar em lugares onde Deus não está e passe a olhar para a Cruz de onde emana a salvação eterna. 

Reflexão: Odair José, Poeta Cacerense