sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Lição Bíblica 5: O arrebatamento da Igreja


INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Professor, a lição de hoje trata a respeito da esperança de todo o crente — o arrebatamento da Igreja. Nossa esperança não é incerta, ela é segura, pois quem garante é o próprio Senhor Jesus Cristo. O mundo, que rejeita a Jesus e seu sacrifício, não tem esperança, porém aqueles que já entregaram suas vidas ao Salvador têm a certeza de que em breve iremos nos encontrar com Ele. O arrebatamento da Igreja é ensinado de maneira bem clara em 1 Tessalonicenses 4.15-18. Leia com atenção estes versículos, pois este texto bíblico aumenta a nossa confiança de que um dia estaremos para sempre juntos com os entes queridos que já partiram e estão com o Senhor.

SUBSÍDIO DIDÁTICO

Professor, enfatize que “o arrebatamento da Igreja é um dos eventos proféticos mais comoventes e empolgantes da Bíblia”. Em seguida, leia com os alunos 1 Tessalonicenses 4.15-18. Depois copie no quadro os cinco estágios do arrebatamento que 1 Tessalonicenses 4.15-18 apresenta. Discuta com os alunos cada um dos estágios do arrebatamento:
“O próprio Senhor descerá do céu com alarido e com som de trombetas;
Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro;
Nós que estivermos vivos e permanecermos na Terra seremos ‘arrebatados’ (gr. harpazo) juntamente com eles nas nuvens;
Encontraremos o Senhor;
Estaremos sempre com Ele.
O apóstolo Paulo também revelou o que chamou de ‘mistério’ a respeito do arrebatamento. Em 1 Coríntios 15.51-53, ele explicou que alguns crentes não dormiriam (morreriam), mas seus corpos seriam instantaneamente transformados” (Adaptado de: LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.81).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

 O arrebatamento da Igreja

Caro professor, a doutrina da Segunda Vinda do Senhor tem dois aspectos que precisam ser destacados: o secreto e o público. São duas as etapas que constituem a Segunda Vinda do Senhor. A primeira é visível somente para a Igreja, mas invisível ao mundo; a segunda etapa é visível a todas as pessoas, pois “todo olho verá”. Na presente lição, o aspecto tratado será o primeiro, ou seja, a doutrina do Arrebatamento da Igreja.

Ao introduzir a lição desta semana na classe, defina o termo “arrebatamento”. Mostre aos alunos que o termo se origina da palavra grega harpagêsometha que significa “àquilo que é frequentemente chamado”. Refere-se à ideia de se encontrar com o Senhor para celebrá-lo como Ele é. A ideia de nos encontrarmos com o Senhor faz um paralelo com 1 Tessalonicenses 4.15, onde a palavra parousia aparece determinando os seguintes significados: “presença” e “vinda” do Senhor. Por isso, há algumas linhas de pensamentos distintas, em que outros irmãos em Cristo consideram que o Arrebatamento e a Vinda Gloriosa serão um só evento.

Entretanto, o contexto do Arrebatamento como um acontecimento distinto à Vinda Gloriosa está nos escritos do apóstolo Paulo. Este tinha em mente o arrebatamento quando exortava os crentes do Novo Testamento a terem esperança: “nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Ts 4.17). Textos como Colossensses 3.4; Judas 14 dão conta dos crentes voltando com Cristo para julgar os ímpios após o Arrebatamento da Igreja.

Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2016/2016-01-05.htm

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

“Grifes” evangélicas que Jesus nunca ensinou


A pior desgraça que pode acontecer a uma igreja é um líder que não conhece a Deus. Isso empurra a igreja para a destruição, pois coisas que Jesus nunca ensinou torna-se um vício embriagante para todo o povo da congregação. Buscando destaque e atenção pelo inusitado, os líderes que não conhecem a Deus criam doutrinas que o cristianismo nunca suspeitou haver. O que tem de pastores reinventando o evangelho é assustador. Como a competição é grande, as doutrinas mais estapafúrdias aparecem. As “grifes” evangélicas pululam aqui e acolá desavergonhadamente.

Se em nossos dias um dos membros da igreja primitiva tivesse a oportunidade de assistir um culto em nosso meio ficaria estupefato de ver tantos desvios doutrinários, modismos bizarros e “grifes”. Veria um festival de amarrações. Demônios sendo “amarrados” antes, durante e depois do culto. Em lugar algum as Escrituras dizem que os crentes amarram demônios. Crentes não amarram demônios. A Bíblia não traz um versículo sequer dizendo que com um simples “decreto” conseguimos esta proeza. É muita audácia alguns pastores presumirem que suas palavras amarram demônios. Paulo nos aconselha a lutarmos contra Satanás e seus demônios, e não amarrá-los (Efésios 6:12). Tiago 4:8 e I Pedro 5:9 nos aconselham a resistirmos ao diabo, em vez de amarrá-lo. A “grife” de amarrar demônios, além de ser trágica, é cômica: se demônios são amarrados, ou eles ficam amarrados para sempre ou alguém os solta! Quem os solta depois que eles são amarrados?

Uma “grife” estabelecida por muitos líderes, e que Cristo nunca ensinou é que mesmo convertido, o crente carrega uma maldição proferida por alguém, e precisa de uma “oração forte” para quebrar a maldição. Isso é um ataque frontal ao Santo Evangelho, pois significa que o sangue de Jesus perdeu o poder. Paulo ensinou que quem está em Cristo é nova criatura (2 Co 5:17). Seu passado morreu. O discípulo de Jesus não tem passado. O sangue de Jesus o aboliu! Esses pastores creem num Cristo tão fraco que Sua obra não tem poder de cancelar maldições na vida das pessoas. A obra do calvário foi incompleta a tal ponto de necessitar da “oração poderosa” do pastor para a quebra das maldições. O título do capítulo 18 de Ezequiel é “A responsabilidade é individual”. Ezequiel 18:3 diz: “Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá”. Não há salvação hereditária, nem condenação hereditária, nem maldição hereditária. Cada indivíduo responde por si, diante de Deus. O que o avô, o pai, a mãe fizeram não importa. Importa o que cada pessoa faz e porta-se diante de Deus. Na nova aliança, a responsabilidade é individual. Pai não transfere culpa, filho não herda culpa. Se nossos antepassados chuparam uvas verdes, nossos dentes não embotarão (Jr 31:29 -30).

Outra “grife” que invadiu o meio evangélico é o famigerado “mapeamento espiritual”. A ideia é: para a evangelização ser eficaz devemos assumir o domínio sobre os demônios que controlam a cidade, expulsando-os. Os defensores dessa “grife” afirmam que quando os espíritos demoníacos controlam uma cidade, o ministério torna-se ineficiente até que os crentes os expulse da área. Jesus ao enviar os setenta discípulos às cidades para anunciar o Reino de Deus, disse-lhes: “Curai os enfermos que nela houver e anunciai-lhes: É chegado a vós o Reino de Deus” (Lc 10:9). Em instante algum, Jesus orientou que fosse feito um mapeamento espiritual para os discípulos descobrirem os nomes dos demônios que ocupavam a cidade e decretassem a expulsão deles dos ares. Paulo nunca orientou em suas cartas que os crentes fizessem mapeamento espiritual das cidades onde residiam. As cidades de Corinto e Éfeso estavam envolvidas com magias, idolatria, promiscuidade e toda sorte de depravações. Não vemos no seu trabalho missionário Paulo erguendo as mãos aos céus expulsando as forças malignas das duas cidades. Paulo cria que Deus pode salvar pela pregação pura e simples do Evangelho independente do envolvimento forte ou fraco da cidade com demônios. É lamentável o envolvimento de muitas igrejas com a “marcha para Jesus” onde se vê a prática da “grife” mapeamento espiritual.

Outra “grife” que invadiu as igrejas evangélicas é o entretenimento. No império Romano os imperadores deram pão e circos para o povo para continuar no poder. Nos dias atuais as pessoas estão buscando as mesmas coisas. Igrejas dão pão e circos para atrair as multidões. Os cultos são programados não para serem adoração em Espírito e em Verdade, mas para serem consumidos como entretenimento. A adoração contemporânea não tem sido para o Senhor, mas para o homem. O foco está na supervalorização dos sentimentos do homem. Nesse contexto, a adoração é avaliada em como ela nos impressiona, e o que produziu de sentimentos em nós. Passamos a ser o parâmetro da adoração, o alvo da adoração. Assim, dá-se espaço para jogos de luzes, fumaça, gelo seco, muita batucada, encenações, dançarinas e muitas palmas para o homem. Tudo é visto como diversão. A indústria do turismo, de shows, e da vida lúdica invadiu a igreja. A “grife” do entretenimento impregnou na mente dos pastores e, esses têm tornado o culto em suas igrejas um festival carnal. Jesus nunca se utilizou dessa “grife”. Ele não deu shows para agradar e atrair as pessoas.

Tenho dito,

Ir. Marcos Pinheiro 

Fonte: http://voltemosraizes.blogspot.com.br/2016/01/grifes-evangelicas-que-jesus-nunca_28.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A maior promessa




Por Odair José da Silva 

“E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. Mateus 28. 20.

Nenhuma promessa na vida supera esta grande e sublime promessa proferida por Jesus Cristo após vencer a morte e subir ao céu. Isso porque sabemos que Ele está vivo e tem todo o poder no céu e na terra.

Não importa a nossa classe social – fraco, pobre, humilde, sem importância aos olhos dos homens – o que verdadeiramente importa é que Ele cuida de nós.

Não precisamos temer nada nesta vida, pois aquele que é o autor de nossa salvação tem nos dado a maior de todas as promessas: estar conosco todos os dias até a consumação dos séculos. E, se Ele está conosco, podemos confiar que, mesmo que mil caiam ao nosso lado e dez mil a nossa direita, não seremos atingidos. Louvado seja o Nome do Senhor!

Quando vierem os momentos difíceis da vida, devemos nos lembrar o que Jesus disse a Paulo: “A minha graça te basta”. E a graça de Deus é a sua presença, o seu favor e o seu poder em nossas vidas.

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Escola Dominical da AD Marajoara em Cáceres, MT


A Escola Bíblica Dominical não é só para aprender e sim para capacitar para a batalha da vida espiritual.

Com esse lema em mente e o apoio incondicional do Pastor Roaldo Martins, a Escola Dominical da AD do Bairro Jardim Marajoara em Cáceres, MT está sendo um sucesso.

Os irmãos estão participando maciçamente da Escola com o objetivo de aprender mais da Palavra de Deus.

Texto: Odair José.
Fotos: Celso Antunes.








































sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Lição Bíblica 4: Esteja alerta e vigilante, Jesus voltará


INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Professor, o texto bíblico da Leitura Bíblica em Classe se encontra em Lucas 17. Neste capítulo o Senhor Jesus dá uma série de orientações aos seus discípulos. O Mestre ensina a respeito das preocupações que os discípulos precisam ter com as suas atitudes. Precisamos evitar tudo que leve os nossos irmãos a pecarem (Lc 17.1,2). Estamos sujeitos a errar, mas o Mestre mostra que na comunidade os pecados devem ser enfrentados (não acobertados), confessados e perdoados (vv.3-10). No decorrer da lição, procure dar ênfase a esta verdade, pois sabemos que a vinda de Jesus será repentina, não dando tempo para arrependimento e preparo de última hora. Que possamos viver uma vida íntegra, orando a Deus e vigiando para que não venhamos a ficar para trás no grande e glorioso Dia do Senhor.

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“O Reino e a Vinda do Filho do Homem (Lc 17.20-30) 

O Jesus inspirado pelo Espírito fala profeticamente sobre a vinda do Reino de Deus, incluindo sua própria vinda e o julgamento final. Lucas registra dois dos maiores discursos de Jesus sobre os acontecimentos do tempo do fim (Lc 17.20-37). O Reino, o governo de Deus, é uma realidade presente. A vida e ministério de Jesus declaram de modo veemente e novo a presença do reinado régio de Deus. Mas a vinda desse Reino também é um acontecimento futuro. Jesus se refere a ambos os lados do reinado soberano de Deus aqui. Nos versículos 20 e 21, em resposta a uma pergunta feita pelos fariseus, Ele explica a natureza futura do Reino. Depois, nos versículos 22 a 37, Ele explica aos discípulos a futura vinda do Reino.

Alguns fariseus perguntaram a Jesus quando Deus vai estabelecer o seu Reino na terra. Não há que duvidar que eles ficaram impressionados com os dons proféticos de Jesus, então agora eles desejam saber o momento quando Deus começará a exercer seu governo sobre a humanidade. Eles querem um horário e presumem que sinais visíveis precederão a vinda do Reino. Jesus explica que o Reino de Deus é distinto dos reinos com os quais os fariseus estão familiarizados. Sua vinda não corresponderá com sinais visíveis para que ninguém possa predizer o tempo exato de sua chegada. As pessoas entendem mal o caráter do Reino de Deus, quando dizem ‘Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali!’. Tais predições são arrogantes e mostram-se falsas e decepcionantes a pessoas persuadidas por elas (cf. At 1.6,7)” (Comentário Bíblico Pentecostal. 4ª Edição. RJ: CPAD, 2009, p.432).

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“Jesus compara o dia da sua volta com os dias de Noé e de Ló. Antes do dilúvio, as pessoas viviam a vida normalmente. Elas continuavam comendo, bebendo e casando-se. Não levaram a sério as palavras de julgamento que Noé apregoava. Quando chegou o dilúvio, elas estavam desprevenidas, e todo o mundo pereceu (Gn 7.11-23).

Algo semelhante aconteceu nos dias de Ló. As pessoas eram dedicadas a interesses terrenos. Elas comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e construíam. Estes indivíduos estavam preocupados com interesses próprios, não tendo consciência de que estavam a caminho do julgamento. Eles também estavam desprevenidos quando Deus fez chover do céu fogo e enxofre (Gn 19.23-25). A oportunidade de salvação passou por eles e o julgamento divino os colheu. Quando Cristo voltar, essa mesma indiferença e desvanecimento predominarão (Lc 17.30). As pessoas não discernirão os tempos nos quais vivem por estarem sobrecarregadas com os cuidados da vida.

Quando o julgamento vier, será rápido e decisivo. No dia da gloriosa aparição de Cristo, os seres humanos têm de se precaver contra a devoção às próprias preocupações. Um homem que esteja no telhado descansando ou se encontre no campo trabalhando, pode pensar que tem um tempo para voltar para casa e recolher suas posses. Isso será impossível.

Todos devem ser livres de ligações com as coisas terrenas e estar comprometidos de coração com o Reino de Deus. A vinda do Filho do Homem requer devoção sincera a Ele. Interesses mundanos e amor às posses materiais têm consequências fatais” (Comentário Bíblico Pentecostal. 4ª Edição. RJ: CPAD, 2009, p.433).

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO

“A esposa de Ló serve de advertência contra apegar-se à busca de posses materiais. Ela quase escapou da cidade condenada de Sodoma; mas ela olhou para trás, desejando os deleites que ela estava deixando. Em consequência, ela foi pega no julgamento de Sodoma e pereceu (Gn 19.26). Hoje é o tempo de fixar nossos corações em Cristo e nos tesouros eternos. Corremos alto risco se esperamos até a última hora (cf. Lc 12.35-40). Tentar preservar a vida é perdê-la, mas perder a vida é ganhá-la. Em outras palavras, buscar a plenitude da vida em coisas terrenas tem consequências fatais. Devoção a Cristo e abnegação trazem a verdadeira felicidade e vida. Seguir a Cristo agora e perseverar na fé garantem-nos a vida no mais glorioso sentido da palavra. Na visão do mundo, estamos desperdiçando a vida, mas Deus vindicará seu povo. Na sua vinda, diz Jesus, haverá uma divisão entre os salvos e não salvos. Naquele dia, duas pessoas, o marido e a esposa, estarão na mesma cama. Uma será levada; outra ficará para trás. Novamente, duas mulheres estarão moendo grãos juntas; elas também serão separadas. Jesus não explica o que significa ‘tomado’, mas Noé foi salvo sendo levado na arca (v.27). Evidentemente as pessoas deixadas para trás são incrédulas, que enfrentarão julgamento. Cristo levará os crentes da terra, a cena de julgamento, para estarem com Ele no céu” (Comentário Bíblico Pentecostal. 4ª Edição. RJ: CPAD, 2009, p.434).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

Esteja alerta e vigilante, Jesus voltará 

A nação brasileira nunca esteve mergulhada num vale de corrupção como se encontra hoje. As manchetes são vastas. A corrupção está entranhada nas esferas pública e privada. E as notícias do aumento da violência?! E o confronto entre as pessoas, o desejo de fazer “justiçamento” com as próprias mãos?! De um lado, um poder público acuado, atordoado; do outro, menores e adultos, agentes do crime galgando os “louros” para suas próprias vantagens. A sensação é de total insegurança: a polícia prende, mas a justiça solta.

Há a agenda do doutrinamento do homossexualismo na tentativa de promovê-lo à normalidade, como se a heterossexualidade fosse exceção. Igualmente, a agenda da Ideologia de Gênero empurrada à força para dentro das escolas pelos intelectuais das secretarias estaduais e municipais de educação — e claro, sob a tutela do Ministério da Educação, o MEC.

O mundo está perplexo com a crise dos refugiados na Síria, o avanço do Estado Islâmico e os desentendimentos diplomáticos entre EUA, Rússia, Irã e Israel, as ditaduras na América Latina, as ameaças de invasão da Venezuela à Guiana e a busca do confronto com a Colômbia. Cada vez mais os acordos diplomáticos são ignorados e o respeito aos pactos internacionais são completamente ignorados. Este é o quadro nada positivo do mundo hoje.

A Bíblia relata que nos dias de Ló e de Noé os acontecimentos estavam assim. Índices altíssimos de corrupção, a violência praticada em números desproporcionais, as ameaças contra os mais fracos e o predomínio da imoralidade daquelas sociedades. Como elemento surpresa, ambas as sociedades foram julgadas e destruídas pelos juízos de Deus.

O Altíssimo é justo e o ato da sua justiça se mostra contra toda a injustiça. A primeira vinda de Jesus Cristo foi um “brado” da justiça de Deus contra a injustiça dos homens (Jo 1.4,5). Desde muito tempo, o ser humano se aprofunda em suas mazelas e pecados (Rm 1.18-32). A condenação injusta da pessoa de Jesus de Nazaré demonstra o quanto o ser humano é mau e capaz de cometer as maiores atrocidades — principalmente em nome de Deus.

Portanto, haverá um dia em que o nosso Senhor julgará grandes e pequenos, ricos e pobres (Mt 25.31-46). O Filho retribuirá cada um conforme a verdade das suas ações. A Segunda Vinda de Jesus Cristo demonstrará a sua grandiosa justiça. Embora, ninguém saiba dia e hora!

Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2016/2016-01-04.htm

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O Espírito Santo e o sol


Por Odair José da Silva

Conta-nos uma experiência do Pr. Benedito da Silva (pioneiro das Assembleias de Deus em Cáceres e Região) de saudosa memória. Certa feita uma pessoa o questionou sobre a ação do Espírito Santo na vida dos crentes, tema que o Pastor gostava muito de pregar.

- Como pode ser isso? – Indagou o homem um tanto incrédulo – Como pode esse Espírito Santo que, ao mesmo tempo o senhor alega ser um, atender pessoas em diferentes lugares como aqui no Brasil, no Japão, na Bolívia? Não dá para entender. Como pode ser isto?

O Pastor refletiu por alguns instantes como era seu costume. Ele parecia refletir sobre a resposta. Com seu olhar um tanto amável e misterioso parecia ver o invisível antes de dar qualquer resposta.

- Já observou as lavadeiras? – Foi uma pergunta no lugar da resposta. Ele se referia as lavadeiras da beira do rio, prática muito comum na época.

- Sim. – Respondeu o homem mais curioso ainda.

- Pois então – Pr. Benedito da Silva falou – existem lavadeiras em todos os rios do mundo. Elas lavam suas roupas e as colocam para secar ao sol. O sol que seca as roupas dessas lavadeiras é um só. Da mesma forma é a atuação do Espírito Santo. Ele é um só, mas é onipresente, onisciente e onipotente porque é Deus. Está em todos os lugares ao mesmo tempo e opera na vida dos crentes em todas as partes do mundo.

Um homem cheio do Espírito Santo é capacitado de graça e sabedoria para dar as respostas certas. 

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Sete coisas que o Obreiro deve fazer


Por Odair José da Silva

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”. 2 Timóteo 2. 15.

Há uma séria recomendação da parte de Deus para que os obreiros possam ter uma aprovação do Senhor em relação a sua obra. Como o obreiro pode apresentar-se a Deus aprovado? Destaco sete coisas que o Obreiro deve fazer.

1. O Obreiro deve ler a Palavra.

“Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo; pelo Senhor foi feito isso e é maravilhoso aos nossos olhos?” Mateus 21. 42. “E, acerca dos mortos que houveram de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó?” Marcos 12. 26.

Jesus deu o maior exemplo de que o obreiro deve ler a Palavra. Em várias ocasiões Jesus citava às Escrituras provando que Ele lia a Palavra de Deus. E quantos obreiros em nossos dias que querem pregar e ensinar e não se dedica na leitura da Bíblia. O Obreiro para ser aprovado por Deus tem que ler a Palavra de Deus.

2. O Obreiro deve meditar na Palavra.

“Quando me lembro de ti na minha cama e meditar em ti nas vigílias da noite”. Salmos 63. 6. “Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite”. Salmos 1. 2.

Eis o segredo para uma vida vitoriosa no ministério. Ler a Palavra e meditar nela de dia e de noite. O Obreiro que faz isso é feliz e próspero em seu ministério de despenseiro do Reino de Deus.

3. O Obreiro deve amar a Palavra.

“E alegrar-me-ei em teus mandamentos, que eu amo”. Salmos 119. 46. “Melhor é para mim a lei da tua boca do que inúmeras riquezas em ouro ou prata”. Salmos 119. 72.

Quando amamos a Palavra de Deus ela se torna o nosso alimento principal e nos faz vencedor. O Obreiro deve amar a Palavra de Deus. Amar a Palavra de Deus é se entregar a ela de coração. Ter prazer em estar sempre com a Palavra.

4. O Obreiro deve crer na Palavra.

“Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso; e creram na Escritura e na palavra que Jesus tinha dito”. João 2. 22.

É fundamental para o obreiro que prega a Palavra de Deus que ele creia nela. A Palavra de Deus é viva e eficaz. Ela é poderosa para transformar a vida do homem pecador. Por isso, é de suam importância que o mensageiro tenha confiança no poder da Palavra.

5. O Obreiro deve proclamar a Palavra.

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Marcos 16. 15.

A principal missão do obreiro é proclamar o evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. O evangelho da crua, o evangelho da salvação em Jesus Cristo. É missão primordial na vida do obreiro.

6. O Obreiro deve obedecer a Palavra.

“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”. Salmos 119. 11.

Quando meditamos na Palavra do Senhor e a escondemos no nosso coração ela se torna uma fortaleza na nossa luta contra o pecado. Tornamos-nos vencedores a partir do momento em que deixamos a Palavra de Deus ser a nossa proteção. Obedecer a Palavra de Deus nos garante a vitória na nossa caminhada. Por isso, o obreiro deve obedecer a Palavra de Deus sempre.

7. O Obreiro deve viver a Palavra.

“Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus”. 1 Pedro 4. 2.

E a vontade de Deus é que vivamos de acordo com sua Palavra. Deus chamou-nos para fazer uma grande obra aqui neste mundo. Milhões de almas necessitam ouvir a Palavra de Deus para que possam chegar ao conhecimento da verdade. Por isso, o obreiro do Senhor tem que viver a Palavra e, através dele, almas possam se render aos pés do Senhor.

Que possamos seguir esses passos fundamentais na carreira cristã de qualquer Obreiro do Senhor. Ler, meditar, amar, crer, proclamar, obedecer e viver a Palavra. Sete passos para uma vida de vitória. Sete passos para um ministério aprovado por Deus. Não se deixe envolver com as coisas deste mundo. Livre-se dos embaraços desta vida e siga estes passos. Fazendo assim, eu e você seremos obreiros aprovados por Deus e vamos fazer a diferença neste mundo.

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Enfrentei ursos e leões


Por Odair José da Silva 

Eu não poderia ficar o tempo todo neste lugar. Eu sabia que mais cedo ou mais tarde algo de extraordinário ia acontecer. Eu sempre gostei deste lugar e das minhas ovelhas. Eu sempre as protegi com muito carinho. Enfrentei ursos e leões para proteger essas dóceis ovelhas e fiz canção ao meu supremo Pastor.

Mas, eu sempre soube em meu coração que algo grandioso me esperava. Foi então que aconteceu. Aquele gigante colocava terror em meus irmãos, mas não em mim. Quando o vi desaforando o meu povo eu não resisti. Dentro de mim habita o Espírito do Senhor dos Exércitos e Ele me faz vencer. Escolho a vitória e derrubo o gigante a minha frente.

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Lição Bíblica 3: Esperando a volta de Jesus


INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Você crê na vinda iminente de Jesus? Então, não terá dificuldades em ensinar a lição de hoje. Infelizmente, muitos crentes já não creem mais na segunda vinda de Jesus. Porém, a certeza da vinda de Cristo é a nossa real esperança. Ele virá e nos levará para o céu. Você almeja o céu? Definitivamente, este mundo tenebroso não é para nós. No céu não haverá mais dor, perda, sofrimento, morte, etc. As intempéries da vida vão ficar para trás. É importante ressaltar, no decorrer da lição, que temos de esperar o Salvador em santidade. Enquanto ainda estivermos neste mundo temos de ter uma vida irrepreensível, corpo, alma e espírito. Também não podemos deixar de produzir frutos, trabalhando na seara do Mestre. Ainda temos muito trabalho a fazer. Existem muitos povos, tribos e nações que não conhecem nada ou quase nada a respeito da Palavra de Deus. Como estes ouvirão e poderão aguardar a vinda de Jesus com alegria se não há quem pregue?

 SUBSÍDIO DIDÁTICO

Professor, para tornar o ensino mais dinâmico e participativo, faça antes de iniciar o tópico, a seguinte indagação: “Temos de nos preocupar com a data da volta de Jesus ou em estar preparados para sua vinda?”. Ouça os alunos com atenção e explique que durante o sermão do Monte das Oliveiras, Jesus mostrou que a nossa preocupação deve ser com o estar preparado. Se desejar, leia o texto a seguir para os alunos: “Jesus estava no Monte das Oliveiras, exatamente no lugar onde o profeta Zacarias havia predito que o Messias estaria quando viesse estabelecer o seu Reino (Zc 14.4). Era o momento apropriado para os discípulos perguntarem a Jesus quando Ele viria com todo o seu poder e o que poderiam esperar dEle. A resposta de Jesus enfatizou os acontecimentos antes do final daquela era. Ele lhes recomendou que se preocupassem menos com a data exata, e mais em estar preparados para a ocasião; deveriam viver totalmente de acordo com os mandamentos de Deus, para que estivessem prontos para a sua volta” (Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. RJ: CPAD, p.1267).

SUBSÍDIO ESCATOLÓGICO

“Cinco ilustrações em forma de parábola Ao fim de seu discurso acerca da Tribulação e de sua segunda vinda, Jesus apresentou cinco parábolas como ilustração do que Ele acabara de ensinar. Houve a parábola da figueira (Mt 24.32-35), a ilustração sobre os dias de Noé (24.36-39), a comparação entre os dois homens e as duas mulheres (24.40,41), a ilustração do vigia sempre alerta (24.42-44) e a parábola do servo fiel e prudente (24.45-51). Todas estas ilustrações estão relacionadas às doutrinas ensinadas por Cristo em Mateus 24” (LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. 1ª Edição. RJ: CPAD, 2008, p.139).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

Esperando a volta de Jesus 

Esperar Jesus voltar a qualquer momento influencia o nosso estilo de vida. A grande crise de mornidão espiritual em que vivemos tem a ver com as prioridades de vida de alguns crentes. Quem espera Jesus voltar estabelece prioridades na vida que leve à espera desse encontro; mas quem não espera estabelece outras. A vida é feita de escolhas. E se um crente escolhe viver vigilante quanto à vinda do Mestre, tal estilo de vida perpassará todas as esferas da existência; se não, isso se revelará em sua maneira de viver. Por isso, na aula desta semana você pode iniciá-la perguntando se faz sentido uma pessoa que diz esperar Jesus voltar, se encontrar mergulhada no Materialismo, no Pragmatismo ou no Hedonismo. São posturas diametralmente opostas ao desejo de se encontrar com o Mestre dos mestres. Quem vive, por exemplo, com mente e coração voltados para o estilo de vida do consumismo selvagem, não pode anelar a vida no céu com Jesus. O Reino de Deus não é “comida nem bebida”, mas “justiça, paz e alegria no Espírito”. Note bem: no Espírito!

Quando estamos no Espírito, a cabeça é outra, o pensamento é outro e até mesmo o sentimento é de outra ordem. Vida no Espírito leva em conta a radicalidade de uma existência pautada no Evangelho, levando-o até as últimas consequências. Assim, não há preocupação com status que, com o formalismo exterior nem com nada desta natureza.

A iminência da vinda do Senhor faz brotar em nosso coração uma preocupação maior com a nossa maneira de viver. É saber que a nossa redenção está próxima e que a qualquer momento podemos ser arrebatados para estarmos para sempre com o Senhor. É cultivar a fé para que quando o Filho do Homem vier possa achá-la em nós.

É verdade que a cada dia que se passa tornar-se mais difícil militar a boa causa de Cristo. Os desafios são muitos: o tempo no trânsito, a carga horária do trabalho, os problemas familiares, a corrida desenfreada que as pessoas fazem em nome do dinheiro. Não sobra tempo para si mesmo, para a família nem muito menos para o Deus Altíssimo. Por isso, cultivarmos a esperança na Vinda do Senhor é um antídoto para a alma contra essa avalanche de cultura materialista, pragmática e hedonista. Que quando o Senhor vier ache em nós a fé nEle! Que independente das circunstâncias possamos continuar a guardar a Esperança uma vez entregue aos santos e o coração da ansiedade! Maranata, ora vem Senhor Jesus!

Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2016/2016-01-03.htm

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Porque mandas, lançarei a rede


Por Odair José da Silva

“E, respondendo Simão, disse-lhe: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, porque mandas, lançarei a rede”. Lucas 5. 5.

Todos nós alguma vez na vida já passamos por alguma decepção na vida. o que fazer quando isso acontece? Pedro passa por isso aqui nesta passagem bíblica. Ele está decepcionado. Passou a noite toda pescando e não conseguiu pegar nenhum peixe. Mas, Pedro estava perto de Jesus. E quando estamos perto de Jesus ele nos ajuda. Orienta-nos a fazer a coisa certa.

Então Jesus manda que Pedro volte ao mar e lance as redes novamente. “Porque mandas, lançarei a rede”, diz Pedro sabendo que poderia acontecer algo de diferente por causa das palavras de Jesus. Apesar da sua frustração, ele acreditava que Jesus poderia mudar aquele cenário.

Quem sabe você tem passado por decepções e não sabe mais o que fazer. Deixe-se ser guiado pela voz do Senhor Jesus Cristo. Ele sabe o que é melhor para a sua vida. Entrega o seu caminho ao Senhor, confia nele e Ele tudo fará.

Jesus deve ocupar o melhor lugar na nossa vida. Nenhuma outra coisa deve ter mais prioridade em nossas vidas do que Jesus Cristo. “Sem mim nada podereis fazer” disse Jesus. O segredo para uma vida vitoriosa é deixar Jesus ocupar o melhor lugar na nossa vida. Ele vai nos orientar onde devemos lançar as nossas redes e, fazendo isso, elas virão cheias de peixes.

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense