Este é um canal de interação e divulgação de mensagens bíblicas de fé e esperança. Que o amor de Deus alcance seu coração. A grandeza do seu amor por nós é o maior Testemunho Vivo que podemos ter. Seja bem-vindo! Texto: Odair José, Poeta Cacerense
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Ezequiel viu uma nave espacial?
"Enquanto eu olhava para eles, vi uma roda ao lado de cada um deles, diante dos seus quatro rostos. Esta era a aparência das rodas e a sua estrutura: Reluziam como o berilo; e as quatro tinham aparência semelhante. Cada roda parecia estar entrosada na outra. Quando se moviam, seguiam nas quatro direções dos quatro rostos, e não se viravam enquanto iam. Seus aros eram altos e impressionantes e estavam cheios de olhos ao redor. Quando os seres viventes se moviam, as rodas ao seu lado se moviam; e, quando se elevavam do chão, as rodas também se elevavam". Ezequiel 1:15-19
Pergunta: “J.F.Blumrich, um renomado engenheiro da NASA, escreveu um livro chamado The Spaceships of Ezekiel” [As Espaçonaves de Ezequiel]. Ele descreve uma nave com som de foguetes e fogo. É o que está escrito no primeiro capítulo de Ezequiel. A nave espacial aterrissa e decola, transportando Ezequiel de um lugar a outro. Podemos tirar nossas próprias conclusões. Ou vocês não concordam com essa explicação?”.
Resposta: Lemos no primeiro versículo de Ezequiel: “...se abriram os céus, e eu tive visões de Deus”. Essa declaração exclui a possibilidade de interpretar o que Ezequiel viu como sendo “naves espaciais”. Ele viu coisas indescritíveis, mas tentava descrevê-las com conceitos terrenos.
Jesus é nosso Senhor; Ele é Deus, e Deus é onipresente. Qualquer meio de transporte [dEle], concebido pela mente humana, é refutado pelas Escrituras Sagradas: “Mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Co 2.9). Isso significa que todas as interpretações e concepções terrenas não se sustentam diante da realidade espiritual. Sabemos que a eternidade será indescritivelmente maravilhosa para aqueles que depositaram sua confiança na obra consumada de nosso Senhor Jesus Cristo.
(Arno Froese)
Fonte: http://www.chamada.com.br/perguntas_respostas/nave_espacial.html
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Como andar com Deus
"Respondeu Jesus: 'Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento.'" (Mateus 22:37-38)
Quando os fariseus perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento na Lei, Ele respondeu: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Este é o primeiro e maior mandamento." (Mateus 22:37-38)
Isso é conhecido como o Shema, algo que todo Judeu deve memorizar. Jesus estava efetivamente dizendo que, ao contrário de se preocupar sobre quais mandamentos eram maiores ou menores, eles simplesmente se voltassem a isto: ame a Deus com todo o seu ser, e todas essas coisas se dissolverão. Isso faz completo sentido, não é mesmo? Porque se eu amar a Deus com todo o meu coração, alma e mente, eu naturalmente vou querer fazer o que Ele quer que eu faça.
Jesus então continuou: "E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas'." (Mateus 22:39-40)
Os Dez Mandamentos são divididos em duas sessões: Os primeiros quatro falam a respeito de nosso relacionamento com Deus. Os seis seguintes lidam do nosso relacionamento com as outras pessoas. Se eu amo a Deus de todo o meu coração, alma e mente, não vou querer ter outro deus além Dele, ou adorar um ídolo, ou usar o nome de Deus em vão. E se eu amo o meu próximo da mesma forma que amo a mim mesmo, eu não vou querer roubar nada dele, nem matá-lo, nem desejar alguma coisa que lhe pertença. A ideia é que se eu puder realmente compreender e viver a verdade básica de amar a Deus, então todas as outras coisas ficam em seus devidos lugares.
Amar a Deus com todo o seu coração, a sua alma e o seu entendimento significa amá-Lo com cada uma das partes do seu ser.
Fonte: https://www.harvest.org/devotions-and-blogs/daily-devotions/2011-10-03
sábado, 15 de outubro de 2016
Deus não desampara os seus filhos
Por Odair José da Silva
"Pois o Senhor, por causa do seu grande nome, não desamparará o seu povo; porque aprouve ao Senhor fazer-vos o seu povo". 1 Samuel 12:22
Não podemos negar que o medo pode se apoderar do nosso coração quando nos vemos diante de situações difíceis da nossa vida. As ilusões e fracassos do dia a dia nos levam a pensar que fomos abandonados por Deus e que Ele está distante dos nossos sofrimentos. No entanto, isso não é verdade. Deus nunca abandona os seus filhos. Ele sempre está de braços estendidos para ouvir as nossas orações e súplicas diante dEle. Deus faz isso não porque somos merecedores, na verdade não somos, mas, Ele faz isso pelo seu grande e poderoso Nome. O Senhor estende suas mãos para nos ajudar porque Ele prometeu estar ao lado dos necessitados e daqueles que buscassem o seu nome. A salvação é um dom precioso dado por Deus a humanidade e devemos nos apegar a ela.
A vida não é perfeita. Temos dias tribulosos e angustiantes que pensamos até em desistir de tudo. Nada acontece como prevíamos e até mesmo as pessoas a quem nos apegamos nos viram as costas e nos deixa só. Nessas horas não conseguimos conter as lágrimas e nada parece mudar esse quadro triste de nossas vidas. No entanto, para aqueles que creem em Deus há uma esperança. Jesus Cristo. Ele é o salvador enviado pelo Pai para nos resgatar da nossa vã maneira de viver e nos garantir um lugar ao lado de Deus. Após fazer o sacrifício de resgate da humanidade, Jesus prometeu enviar-nos o Consolador. O Espírito Santo de Deus é aquele que está dentro dos nossos corações nas horas de angústias e nos conclama a buscar a presença de Deus.
Por causa do Nome do Senhor, Ele não nos abandonará jamais. Creia que essa luta que você está passando é para glória de Deus. Saiba que Ele está ao seu lado por amor do seu nome e vai ajudar você a atravessar esse deserto. As lágrimas de hoje vão tornar-se sorrisos amanhã. Ouça a mensagem de Deus para o seu coração. "Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza". Salmos 46:1-3.
Texto: Odair José, o Poeta Cacerense
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Quem foi o Pr. Benedito da Silva?
Por Izaque Barbosa
Dentre os nomes que mais se destacaram entre os líderes religiosos da cidade de Cáceres – MT está o nome Benedito da Silva. Mas quem foi esse homem, e o que ele fez para alcançar tamanho destaque e qual é a sua história? Há dez anos tenho destinado boa parte de meu tempo para pesquisar e interpretar a história desse grande homem. Isto porque estou convicto de que sua história é rica e uma fonte de exemplos para todos. Sendo assim, sua história fez dele um dos maiores homens matogrossenses que fizeram história no interior do estado deixando marcas indeléveis na espiritualidade do povo.
Benedito da Silva tem seu nome ligado à chegada em Cáceres da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - a propagadora do movimento pentecostal desde o ano de 1910. Em terras de Albuquerque (o fundador de Cáceres) a igreja da chama pentecostal foi fundada em 18 de Fevereiro de 1952, com sua sede localizada no salão alugado na Rua General Osório nº 13, no centro da cidade.
A igreja teve seus trabalhos iniciados no final do ano de 1951 com o irmão Joaquim Claro da Silva e sua família. O primeiro pastor pentecostal, genuinamente matogrossense a pregar em solo cacerense que Cristo salva, cura, batiza com o Espírito Santo e em breve voltará, foi o Pastor Benedito da Silva. Seu trabalho espiritual obteve reconhecimento nacional em 1953 no jornal "O Mensageiro da Paz". Desta forma, pelo seu esforço no trabalho espiritual Pastor Benedito levou o nome da cidade de Cáceres pela primeira vez para a história das Assembleias de Deus no Brasil e no mundo. Naquela época, a cidade de Cáceres foi pontuada como mais um marco do avanço do evangelho pentecostal no Brasil.
A paixão pelas almas, a evangelização, o aconselhamento, o cuidado com as pessoas e a construção de templos para abrigar os crentes em Cristo, fizeram dele um grande homem cacerense. Sua notoriedade e respeito estão em ser reconhecido como cidadão cacerense. As autoridades municipais cacerenses sempre citaram seu nome e o reconheceram como um homem de muita fé e de um conceito ilibado no meio social.
Sua liderança estendeu-se a nível nacional quando se tornou presidente do Conselho Regional da CGADB no Centro-Oeste. Por muitos anos foi membro da Mesa Diretora da Convenção Estadual - COMADEMAT. A grandiosidade do Pastor Benedito da Silva não consistia apenas nos títulos dos quais era detentor, mas também na espiritualidade que ele possuía.
Quanto à sua pessoa posso dizer que sua comunhão com o Senhor era tão grande que quando eu me aproximava dele sentia uma certa reverência e um certo temor em meu coração. Desde que o conheci na década de 70 assim foi. Minhas palavras eram calculadas antes de falar para não errar diante dele. Estar perto dele era como se estivesse perto dos grandes homens de Deus como Moisés, Paulo, entre outros. Recordo-me do dia em que o Pastor José Welington Bezerra da Costa disse a respeito de sua pessoa: “O saudoso Pastor Benedito da Silva vivia na terra com o coração no céu”.
Nascido em Cuiabá, no dia 29 de Maio de 1928, o menino Benedito da Silva estudou na Escola Mestre Gaetas e na sua juventude tornou-se ourives. Converteu-se ao evangelho aos dezenove anos de idade e aos 23 casou-se com a jovem Tereza Eduviges. Após sua conversão recebeu de Deus o dom da Palavra e tornou-se um ardoroso pregador dotado de grande sabedoria, eloquência e autoridade de Deus. A igreja logo reconheceu nele uma grande liderança espiritual, porém ele não faria o trabalho do Senhor ali naquela cidade, Deus o preparou para alcançar as almas na região da fronteira do Brasil com a Bolívia.
O dia 8 de Junho de 1952 é um marco muito importante na história da igreja cacerense, pois foi o dia em que ladeado de sua esposa Tereza Eduviges de Jesus Silva, Pastor Benedito deixou a capital do estado para dar início a uma grande obra – a expansão da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Cáceres e toda a região. Muitas frentes de trabalho foram abertas na região pelo denodado e incansável trabalho do pastor e sua esposa. Mirassol D'Oeste, Quatro Marcos, Araputanga, Indiavaí, Figueirópolis, Jauru, Reserva do Cabaçal, Pontes e Lacerda, Vila Bela, Comodoro, Rio Branco, Salto do Céu, Lambarí D´Oeste, entre outros, são municípios em que se estabeleceram templos das Assembleias de Deus. Posso dizer que o Pastor Benedito da Silva foi o grande apóstolo do evangelho de Cristo no sudoeste matogrossense. Assim, milhares de almas foram salvas e edificadas através de suas pregações inflamadas com o poder do Espírito Santo de Deus. Sua alma estava sempre imersa neste poder que seu desejo era sair pregando em busca das almas para Cristo mesmo quando seu corpo enfermo o impedia de andar.
9 de Outubro de 1999 é também uma data significativa para a Igreja Assembleia de Deus em Cáceres pois foi o dia em que a alma desse grande homem de Deus deixou o solo de Albuquerque para se unir ao Senhor Deus do qual testificou com grande fé e autoridade por todos os dias de sua vida.
Pastor Benedito da Silva foi um homem que exerceu ao longo de quase meio século um abundante e profícuo ministério espiritual ao povo de Deus. Povo que ele amou e se dedicou até o fim de sua vida deixando um grande legado espiritual. Ele soube com muita prudência e maestria defender dos mais variados ataques o rebanho do Senhor, tanto nesta cidade como em toda a região. Soube arquitetar o que seria o futuro desta igreja deixando uma liderança sólida composta de pastores e obreiros que, seguindo seus ensinos, mantém as igrejas em crescimento. Dentre os homens que aprenderam com ele está o Pastor Valentim Balbino de Souza que o sucedeu.
Fonte: http://izaquebarbosa.blogspot.com.br/2012/11/quem-foi-benedito-da-silva.html
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
Deus, ateísmo e a ciência
Por Gabriel Reis
Ateus afirmam que a ciência favorece a posição deles. Eles vão argumentar que a ciência tem refutado muitas das reivindicações centrais do cristianismo: por exemplo, que a teoria da evolução tem desacreditado o relato bíblico das origens. É importante que o cristão enfrente esses desafios. E o que eu pretendo fazer aqui é cavar abaixo da superfície destas objeções nos fundamentos da própria ciência. Vou argumentar que a ciência só é possível porque Deus existe. E o avanço científico cada vez mais tem favorecido a visão de mundo cristã.
Raramente é reconhecido que a ciência repousa sobre uma série de pressupostos filosóficos sobre o universo e os seres humanos que a própria ciência não pode justificar. Sem esses pressupostos, a ciência seria fútil.
A investigação científica baseia-se em duas suposições: primeiro, que o universo é um lugar ordenado e racional, e segundo, que a racionalidade do universo se alinha com a racionalidade de nossas mentes. A ideia de que as nossas mentes estão equipadas para descobrir e compreender as leis básicas do universo depende de ambos pressupostos.
Pense nas leis da natureza por exemplo. Quando formulamos a lei da gravidade, presumimos que essas leis se aplicam da mesma forma em todo espaço e tempo. Presumimos que essas leis vão ser o mesmo no futuro como eles foram no passado. Presumimos que essas leis operam em outras galáxias, da mesma forma que eles operam em nossa própria galáxia. Em suma, supomos que a natureza é basicamente ordenada e uniforme, visto que podemos descobrir leis gerais da natureza.
Porém, é impossível que a ciência prove que a natureza é ordenada e uniforme. É impossível o ser humano observar todo o universo em cada ponto do espaço e tempo. Só Deus pode criar o universo de maneira racional e uniforme. Pois se o universo é um gigantesco acidente metafísico, com nenhuma mente racional dirigindo – como os ateus creem – por que supomos que a terra funciona de maneira ordenada e racional? E por que nós devemos assumir que nossas mentes estão equipadas com precisão para entender a realidade?
A visão cristã de mundo, em oposição ao ateísmo naturalista, fornece uma base sólida para a ciência. Se o universo é a criação de um Deus pessoal, cuja mente é extremamente racional e ordenada, e se nossas mentes são projetadas e equipadas por Deus para descobrir verdades sobre o mundo natural, então faz todo sentido exercer a ciência – e temos uma explicação de por que a ciência tem sido tão bem sucedida.
Nenhuma outra espécie neste planeta tem a capacidade de compreender o mundo como nós. Nós somos capazes de raciocinar, somos capazes de reconhecer e refletir sobre nossa habilidade de raciocinar. Nós podemos raciocinar sobre a própria razão, como estamos fazendo agora. Mas de onde veio essa capacidade de compreender o mundo?
A cosmovisão ateísta enfrenta grandes dificuldades para explicar a existência da razão. O problema central pode ser facilmente percebido: o ateísmo está comprometido com a ideia de que a razão veio da não-razão. O universo físico não tem nenhuma mente. Não tem um intelecto ou quaisquer faculdades racionais. O naturalista tem que acreditar que a racionalidade dos seres surgiu de processos materiais inteiramente não-racionais.
A explicação que um evolucionista poderia oferecer é: “Nós humanos gradualmente desenvolvemos a capacidade de raciocinar durante milhões de anos por um processo de seleção natural. Nossa razão nos dá uma vantagem de sobrevivência.” Essa explicação enfrenta várias objeções notáveis.
Podemos facilmente notar que a maioria dos organismos neste planeta sobrevivem e se reproduzem perfeitamente sem a menor capacidade de razão. Sob uma perspectiva evolucionista, não importa se um organismo tem crenças verdadeiras ou crenças falsas.
Se a evolução não é dirigido para nossa mente atingir a verdade, então não temos base para supor que as nossas faculdades intelectuais podem ser confiáveis para guiar-nos para a verdade. Nesse caso, devemos duvidar da verdade de nossas próprias crenças – incluindo a crença no naturalismo. No final, a questão é: qual visão de mundo nos dá o relato mais razoável da própria razão. Uma em que a nossa razão tem sua origem em uma Razão Maior, ou uma em que nossa razão tem sua origem na não-razão? Se nossa capacidade de atingir a verdade depende de Deus, nada pode ser mais incoerente que negar Deus.
Além disso, a cosmovisão cristã fornece a estrutura moral, dentro do qual a ciência pode promover o bem comum. Acreditar que a moral veio da não-moral é tão desastroso quanto pensar que a razão veio da não-razão.
Então se a ciência depende de Deus, quanto mais aprendemos sobre o universo natural mais evidências encontramos para uma cosmovisão bíblica. Por exemplo, aprendemos com as leis da termodinâmica que o universo não existiu sempre. O universo passou a existir. Então, ele simplesmente veio a existência sem motivo ou explicação, ou foi trazido a existência por alguma causa transcendente.
Nós também aprendemos que o universo como um todo e o nosso próprio sistema solar em particular, parece ser afinado em inúmeras formas para possibilitar a existência de vida orgânica. Se as leis da natureza tivessem sido, mesmo que ligeiramente, diferentes do que são, planetas habitáveis ou sistemas solares nunca teriam se formado. A evidência indica que nosso sistema solar é afinado não apenas para oferecer suporte a vida orgânica, mas para acomodar organismos conscientes e para promover a investigação científica por esses organismos conscientes. E a probabilidade disso tudo acontecer por pura sorte é tão minúscula que a hipótese é descartada como uma explicação séria.
Outras descobertas como em química e biologia estão apontando na mesma direção que a física e a astronomia. A origem do DNA é desconcertante para os ateus, porque o DNA carrega informação codificada complexa análogo ao software de computador. Informações só podem ser geradas por fontes inteligentes, não por processos naturais irracionais. Como fazer um software sem um programador? Com o progresso do conhecimento científico, perdeu-se a credibilidade do ateísmo.
O ateu tem promovido um conflito entre ciência e a crença em Deus, mas o conflito é ilusório. O verdadeiro conflito situa-se entre a ciência e a descrença em Deus. A visão de mundo ateísta não pode fornecer qualquer justificação racional para os pressupostos fundamentais da ciência. Ironicamente os cientistas ateus precisam viver pela fé! Estão dependendo de uma visão de mundo centrada em Deus sempre quando se envolvem em seu trabalho científico.
Não é nenhuma surpresa que os pioneiros da ciência moderna como Johannes Kepler, Robert Boyle, Isaac Newton e Michael Faraday eram crentes em Deus, que olharam para o mundo natural através da lente de uma cosmovisão bíblica. A ideia de que o cristianismo é anti-ciência não podia estar mais errada. Quando buscamos ver mais profundamente qual visão de mundo sobre qual a ciência repousa, podemos ver que o oposto é verdadeiro. A própria ciência depende de Deus.
Fonte: http://bereianos.blogspot.com.br/2016/09/deus-ateismo-e-ciencia.html
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
A sobrevivência em tempos de crise
“Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).
INTRODUÇÃO
Neste trimestre, estudaremos as crises que o mundo decaído vem enfrentando ao longo do tempo. Jesus nos alertou que no mundo teríamos aflições, mas prometeu estar conosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28.20). Não estamos sozinhos em meio às crises. Sabemos que o Brasil enfrenta uma séria crise política, moral e econômica sem precedentes. Já se fala em 13 milhões de desempregados. Muitas empresas estão fechando suas portas; a indústria não consegue escoar a produção, pois o comércio não tem para quem vender os produtos. E o resultado é a tão temida recessão econômica. A crise também tem afetado a área da saúde. Os que buscam os hospitais públicos sofrem nas filas de espera. Faltam médicos, remédios e leitos, e muitas pessoas morrem sem conseguir atendimento. A Educação também tem enfrentado crises. Vivemos em uma sociedade caótica, porém temos um Deus que cuida de nós. É o que veremos nesta lição.
I. A CRISE COMO UMA REALIDADE
1. Deus criou um mundo perfeito. Deus criou um mundo perfeito e nele colocou o homem, para cuidar da criação e com ela habitar. Adão recebeu do Criador a missão de governar a Terra e cultivar o solo. Por um período de tempo (não sabemos quanto tempo), Adão e Eva viveram sem crise e em harmonia, governando o mundo. Todavia, Adão e Eva caíram na tentação do Diabo, desobedecendo à ordem de Deus. Com o pecado veio o juízo divino sobre Adão, Eva e a serpente. A terra também sofreu as consequências do pecado (Gn 3.17). O pecado deformou a raça humana e fez com que o mundo viesse experimentar as diferentes crises que temos visto. A primeira crise que Adão enfrentou foi no seu relacionamento com sua esposa, Eva. Adão culpou a Deus e a mulher pelo seu erro (Gn 3.12). Em meio às crises, sejam elas de diferente ordem, temos a tendência de sempre culpar alguém.
2. Uma sociedade em crise. Com a Queda, vieram os males e as crises, que assolam a Terra até os dias atuais. A apostasia tornou-se universal. Hoje parece não haver mais limites ao adultério, a imoralidade e a corrupção. O homem está cada dia mais distante de Deus e cometendo toda sorte de torpeza. Nossa geração assemelha-se a dos dias de Noé. Contudo, Deus está no controle. O Dia do Senhor virá e a sua justiça será feita. Vivemos em uma sociedade corrupta e perversa, mas não pertencemos a este mundo, por isso, não podemos nos conformar com a sua maneira de pensar e agir (Rm 12.2).
II. A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO
1. A crise na sociedade antediluviana. Depois da Queda, o pecado se alastrou pela raça humana como um vírus letal (Gn 6.5). Porém, o mundo antediluviano ainda não vivia o caos. Segundo as Escrituras Sagradas não havia fome e a saúde do homem era boa, pois a expectativa de vida era bem elevada, chegando quase a mil anos (Gn 5.27). Embora houvesse provisão, saúde e expectativa de vida, o homem continuava longe de Deus e entregue a toda a sorte de torpeza. A terra encontrava-se corrompida e cheia de violência (Gn 6.11). Muitos, erroneamente, acreditam que a violência é consequência da modernidade e do capitalismo. A violência é consequência do pecado e da dureza do coração do homem, que vive longe do Criador. Dizendo isso, não estamos negando que a pobreza, o desemprego e a falta de acesso à educação contribuem para o aumento da violência. Deus é santo e não pode tolerar o pecado, por isso, decidiu frear a maldade do homem trazendo o dilúvio (Gn 6.13). Mas Deus também é misericordioso. Em sua bondade e misericórdia, Ele determinou que Noé construísse uma arca. A arca serviria para abrigar Noé e sua família, os animais e todos aqueles que acreditassem na pregação do servo de Deus. A arca era um refúgio contra a ira de Deus. Mas aquelas pessoas não creram nas advertências de Noé e não quiseram buscar refúgio em Deus. Somente Noé e sua família foram salvos das águas do dilúvio formando uma nova civilização.
2. Crise na sociedade pós-dilúvio. Noé repovoou a terra, porém o homem continuou com a semente do pecado em seu coração. Não demorou muito para a crueldade adentrar na casa do próprio Noé. O servo do Senhor plantou uma vinha, fez vinho e se embriagou (Gn 9.20,21). Seu filho Cam, vendo o pai bêbado, expôs a sua nudez. Cam foi amaldiçoado por Noé (Gn 9.25), numa mostra clara de que o pecado traz maldição para a família e para a nação. Muitas vezes a crise é consequência do pecado. Os homens se estabeleceram na antiga planície da Suméria e não demorou muito para iniciarem a construção de uma torre. Esse era um monumento para engrandecimento do homem. Era a busca pelo poder. Muitos, na atualidade estão construindo monumentos para si mesmo (casas, carros importados, joias, roupas de grife), mas não ajudam aqueles que estão necessitados. Deus não se agradou desse projeto arrogante e fez com que cada um falasse uma língua diferente, dificultando o ajuntamento das pessoas em um só lugar. A sociedade pós-diluviana não se tornou melhor do que a antediluviana, pos a iniquidade humana continuou a crescer.
3. Crise nos tempos de Jesus e na Igreja Primitiva. Jesus nasceu na terra de Israel, em uma região conhecida como Palestina. O Filho de Deus veio ao mundo em um tempo em que o Império Romano dominava Israel. A tensão política e a instabilidade social eram grandes. Era um tempo de crise política, social, moral e espiritual. Mas, em meio às crises a luz raiou dissipando as trevas e trazendo esperança para a humanidade. Nos dias de Jesus, havia muitos pobres e necessitados. Por isso, o Mestre ensinava que era preciso cumprir o que fora dito pelo profeta Isaías (Is 58.6,7). Não adiantava dizer que eram filhos de Abraão, caso não desfizessem o jugo do oprimido e repartissem o pão com o faminto. Isso nos faz lembrar que a fé sem as obras é morta (Tg 2.15-17). A Igreja Primitiva enfrentou uma terrível perseguição. Havia muitos necessitados, todavia os irmãos acudiam os pobres e necessitados. Em tempos de crise, os bens eram partilhados (At 4.34,35). É em meio à crise que podemos ver o quanto as pessoas são generosas. A generosidade aliada à comunhão fazia com que muitos fossem atraídos a Jesus Cristo, contribuindo para o crescimento da igreja.
III. A CRISE
1. A crise política. Israel enfrentou uma terrível crise política depois da morte de Salomão. Roboão, o filho sucessor, pede conselhos aos anciãos, mas ignora as orientações deles. Ele prefere seguir os conselhos de seus amigos (1Rs 12.10). Roboão buscou fazer aquilo que era melhor para si e não para o seu povo. Os resultados foram os piores possíveis. A nação foi dividida, afastando o povo de Deus. Essa divisão perdurou por muito tempo trazendo dor e sofrimento para todos. Quando homens insensatos assumem o poder, toda a nação sofre as consequências. Atualmente, o Brasil está enfrentando uma crise política sem precedentes. Ela tem sido destaque nos principais jornais do mundo. A cada dia surge um novo escândalo. Estamos vivendo um momento muito delicado. A corrupção tem se alastrado como um câncer, atingindo todos os poderes. Como Igreja do Senhor, temos que orar em favor da nossa nação e lutar contra toda a forma de corrupção, pois temos um Deus que é santo e que abomina tal condição. Quando escolhemos, de forma errada, uma pessoa para nos representar tanto no Executivo quanto no Legislativo, a injustiça se alastra e muitos problemas surgem, como os que ocorreram em Israel (Dt 16.18-20; Is 1.23).
2. A crise econômica. Muitos países já enfrentaram terríveis crises econômicas ao longo dos anos. Nas Escrituras Sagradas, encontramos, no livro de Gênesis, a extraordinária crise de alimentos pela qual passou toda a terra (Gn 41.55,56). Porém, a crise foi revelada a Faraó por intermédio de um sonho (Gn 41.1-8). Deus deu a José a interpretação do sonho e ele foi levantado como governador do Egito. José recebeu de Deus sabedoria para administrar em tempos de crise. A crise foi tão intensa que pessoas de todas as terras se dirigiam ao Egito para comprar alimento (Gn 41.57). No Brasil, a crise econômica que estamos enfrentando está diretamente ligada à crise política. Segundo alguns economistas, o “Brasil não sairá da crise econômica se não resolver a crise política e ética”. Em meio à crise não podemos nos desesperar nem nos entristecer. Precisamos orar e confiar no Deus de toda provisão.
3. A crise espiritual. No texto bíblico dessa lição, o profeta Habacuque, que viveu e ministrou em Judá, questionou a Deus a respeito da crise que seu povo estava enfrentando. O profeta estava em meio a uma sociedade agonizante, e por isso, desejava algumas respostas de Deus. Muitas vezes, como Habacuque, diante do caos também nos perguntamos: “Por que Senhor?”. O profeta ficou perturbado ao ver que os ímpios prosperavam e os justos iam mal. Deus, entretanto, ouviu os questionamentos do profeta. Ele ouve e responde nossas indagações, embora nem sempre tenhamos as respostas no momento em que queremos. O Senhor não deixou Habacuque sem resposta (Hc 2.1,2). O Senhor falou que o seu julgamento viria sobre Judá. Deus não tolera o pecado. Para disciplinar seu povo, Ele usaria os babilônios (Hc 1.5-12). Habacuque questiona a Deus, porém ele era um homem de fé. Suas indagações não eram resultado de dúvida ou incredulidade. Ele confiava que Deus poderia suprir as necessidades do seu povo mesmo não florescendo a figueira e não havendo fruto na vide (Hc 3.17). Mesmo que não houvesse provisão, ele continuaria confiando na fidelidade do Senhor. Confiar em Deus em tempos de abundância é relativamente fácil; difícil é continuar confiando na provisão em meio à escassez.
CONCLUSÃO
O mundo pode estar em crise, mas o Reino dos Céus não. O Senhor é soberano e não perdeu o controle da situação. O governo está em suas mãos. O Dia do Senhor virá e os justos e ímpios terão a sua recompensa. Não desanime. Confie, pois em breve o Senhor virá em nosso socorro.
Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2016/2016-04-01.htm
sábado, 24 de setembro de 2016
A revanche de Deus
Por Odair José da Silva
A revanche de Deus é uma análise sociológica feita por Gilles Kepel sobre o crescimento das principais religiões no mundo a partir dos anos 70 com o declínio do comunismo e de outras ideologias socialistas. A partir de sua análise quero tecer algumas considerações. As três grandes religiões monoteístas – Islamismo, Cristianismo e Judaísmo – e mais o Hinduísmo e o Xintoísmo procuram, através de movimentos de renovação carismática, mostrar o mal-estar da civilização contemporânea após a morte das utopias terrenas que desmoronaram com o Marxismo. O que vem depois?
Duas coisas importantes podem ser pensadas neste contexto. Primeira é a “crise” do mundo. Por mais que existam pessoas vivendo em ricas mansões e luxuosos condomínios, a maioria da população do globo terrestre vive seus dias cercados de violência, miséria, insegurança e incertezas, frutos de uma economia falida e cruel que tira qualquer esperança de um futuro menos problemático. Com isso, a religião ganha espaço e mostra a necessidade, não física, mas espiritual do ser humano.
Em segundo lugar é preciso considerar que a igreja necessita de um novo estilo de liderança para atrair pessoas mais instruídas, menos acostumadas a obedecer sem perguntar e com maior liberdade de escolha. Na verdade, a nova liderança terá de saber persuadir, conquistar, não impor.
Ao longo da História surgiram muitas formas de manifestação religiosa. Algumas já desapareceram no tempo, outras modificaram e/ou inovaram seus rituais e outras surgiram com diferentes abordagens que conquistam fiéis pelo mundo. A crença em algum tipo de divindade e o sentimento religioso são fenômenos generalizados em todas as sociedades.
Então, a minha pergunta é a seguinte: onde fica o argumento destas pessoas que defendem a inexistência de Deus? Com qual argumento eles podem refutar a veracidade de que o ser humano busca em Deus a compreensão de seu propósito nesta vida. Por mais que o ser humano negue a existência de Deus, a realidade comprova que esse mesmo ser humano necessita de um contato com o seu Criador. O grande mal que atinge a humanidade é o afastamento dAquele que tudo pode e tudo fez para o bem estar dessa mesma humanidade.
Texto: Odair José, o Poeta Cacerense
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