Este é um canal de interação e divulgação de mensagens bíblicas de fé e esperança. Que o amor de Deus alcance seu coração. A grandeza do seu amor por nós é o maior Testemunho Vivo que podemos ter. Seja bem-vindo! Texto: Odair José, Poeta Cacerense
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Ler ficção é perda de tempo?
A ficção, junto com composição de músicas e aconselhamento pessoal, são formas constantes que Deus me ensina empatia. É fácil no cristianismo evangélico assumir que todos que se opõe ou discordam de nós deve ser simplesmente evaporado verbalmente como um inimigo a ser destruído. Mas nenhum ensinamento falso ou direcionamento enganoso tem qualquer poder até que aparente ser algo bom a alguém. Jesus nos ensina que aqueles que entregam os discípulos à morte “pensarão que estão fazendo a vontade de Deus”. Praticamente qualquer pessoa se sente o heróis de sua própria narrativa pessoal.
A ficção ajuda pessoas a apresentarem honestamente aquelas histórias íntimas que as pessoas contam a si mesmas, coisas que elas não irão discorrer em, por exemplo, um debate, ou uma monografia, sobre sua forma de viver. Na ficção, um Darwinista pode mostrar como é o temor de se viver uma vida em sentido em um universo sem propósito, mas ele também pode demonstrar onde ele encontra aquelas coisas, como amor e admiração, que só podem ser encontradas de forma plena em Deus.
Uma boa ficção não é “perda de tempo” pela mesma razão que boa música e boa arte não são perdas de tempo. Tudo isso está enraizado em um Deus infinitamente criativo que escolheu ter sua imagem representada por seres humanos que também criam. Cultura não é irrelevante. É parte do que Deus nos mandou fazer no começo, e que ele declara ser bom. Quando você desfruta da verdade e da beleza, quando você é abençoado por dons que Deus deu aos seres humanos, você está desfrutando de um universo em que, apesar de caído, Deus se regozija e considera “muito bom”.
Uma criança aprende a simpatizar com o heroísmo de João, o matador de gigantes do pé de feijão e se sente repelida pela crueldade das irmãs da Cinderela. Quando você pensa sobre isso, é assim que as Escrituras muitas vezes funciona. Provérbios, por exemplo, pinta uma imagem vívida da tragédia revoltante que é o adultério (Provérbios 7).
Jesus não simplesmente fala sobre o perdão de Deus de forma abstrata. Ele conta uma história, do filho pródigo, pensada para ser chocante (um filho que gasta toda sua herança) e para evocar simpatia e identificação. Os apóstolos fazem o mesmo. Eles usam linguagem literária e visual para apelar não somente ao intelecto, mas também a consciência, por meio da imaginação. Pense na linguagem de Paulo ao dizer “sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” ou o uso de temas literários no Novo Testamento (“o fruto do Espírito”, etc.).
A ficção pode, às vezes, como a história do profeta Natã sobre a cordeirinha do homem pobre, despertar partes de nós que estão calejadas, seja por ignorância, preguiça, desatenção ou pecado.
Texto: Russell Moore
Extraído e adaptado de: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2018/02/por-que-cristaos-deveriam-ler-ficcao
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
A revolta de Coré
Quem foi Coré ou Corá? Quais os motivos da sua rebelião? E o desfecho?
Coré não é muito citado na Bíblia. No Antigo Testamento, há algumas referências aos seus ascendentes e descendentes (os coreítas). Ele era da tribo de Levi, seu bisavô. Seu avô era Coate e seu pai Jizar (ou Isar ou Aminadabe) (Ex 6.21; 1Cr 6.22; Nm 16.1). Seus filhos foram Assir, Elcana, Abiasafe (ou Ebiasafe) (Ex 6.24; 1Cr 6.22. 37; 1Cr 9.9). A história de sua rebeldia encontra-se em Números 16. Há mais duas referências a ele em Números 26.9-11 e 27.3. No Novo Testamento há apenas uma referência a ele, em Judas 11.
1. Quem eram os rebeldes?
O líder dos rebeldes era Coré, bisneto de Levi e primo de Moisés. Portanto, estes eram levitas. Coré se associou a dois irmãos, Datã e Abirão (Nm 16.1, 12, 24, 25, 27; 26.9; Dt 11.6; Sl 106.17), e também a Om, sendo todos eles da tribo de Ruben. Contou ainda com o apoio de duzentos e cinquenta homens, príncipes da congregação, eleitos por ela, homens de renome (Nm 16.2). Todos eles se ajuntaram contra Moisés e Arão, para dar um basta à sua liderança sobre o povo.
2. As causas da rebelião
“Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, ….” (1Sm 15.23)
1ª) Uma visão equivocada
“e se ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram: Basta! Pois que toda a congregação é santa, cada um deles é santo, e o SENHOR está no meio deles; …” (Nm 16.3a) Uma coisa é ser chamado para ser santo, outra coisa é ser santo, separado. O verdadeiro líder enfatiza a necessidade dos irmãos viverem em santidade de vida, para desfrutarem da comunhão com um Deus que é Santo. Os falsos líderes promovem a libertinagem e fazem vista grossa para o pecado. Banalizam a Graça Divina e promovem a falta de temor à Santidade de Deus. As condições estabelecidas por Deus a este respeito são muito claras: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.” (Ex 19.5-6). Santidade não é rótulo, mas um “estilo” de vida.
2ª) Ambição pelo poder
“…. por que, pois, vos exaltais sobre a congregação do SENHOR?” (Nm 16.3)
“…. senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós?” (Nm 16.13)
A alegação ou acusação dos rebeldes era a suposta usurpação do poder por parte de Moisés e Arão. É espantoso verificar que, mesmo depois de tantas manifestações milagrosas e incontestáveis do poder de Deus pela intermediação de Moisés (pragas, mar se abrindo etc), essa gente pudesse ainda questionar a liderança e autoridade de Moisés e Arão. Percebe-se, da parte deles, uma inveja incontrolável de Moisés. Afinal, por que esse tal Moisés deveria ser o protagonista de tudo isso? Quem era ele? Foi criado na corte de Faraó. Depois de adulto, com quarenta anos de idade, fugiu para uma terra distante, ficando ali outros quarenta anos. Enquanto isso eles habitaram e sofreram junto ao povo cativo. Agora, depois de todo esse tempo, ele vem de fora para se fazer príncipe sobre o povo? Acontece sempre aquela velha e recorrente situação: “antiguidade é posto, temos que respeitar!”, “chegou agora e já quer se sentar à janela?”. O ser humano, inclusive o cristão, precisa entender que, não importa se o líder é de perto ou é de longe. O que realmente importa é se ele é o melhor para a função e, no caso da igreja, se ele é o designado pelo Soberano Senhor dos céus e da terra para exercer aquela liderança!
3ª) Ambição pelo sacerdócio
“acaso, é para vós outros coisa de somenos que o Deus de Israel vos separou da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, a fim de cumprirdes o serviço do tabernáculo do SENHOR e estardes perante a congregação para ministrar-lhe; e te fez chegar, Coré, e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo? Ainda também procurais o sacerdócio?” (Nm 16.9-10) Na matança dos primogênitos dos egípcios, os primogênitos de Israel foram poupados. Assim, os primogênitos de Israel passaram a pertencer ao Senhor. Então, Deus fez uma troca, desses primogênitos (inclusive dos animais), por todos os homens da tribo de Levi (Nm 3.12-13). Quando Deus separou a tribo de Levi das demais tribos de Israel, não lhe deu herança de terra, mas eles deveriam receber cidades no meio das possessões das demais tribos (Nm 35.2ss). Também os consagrou para o serviço de Deus, primeiramente no Tabernáculo, depois, no Templo. Todos os levitas foram designados para exercer algum encargo na tenda da congregação. Eles deveriam atuar sob a liderança de Arão e seus filhos (Nm 3.9). Em Números 3 e 4 as tarefas relativas ao Tabernáculo são distribuídas pelas famílias dos três filhos de Levi: Gerson, Coate e Merari. Basicamente, coube aos filhos de Gerson cuidar da infraestrutura externa (montagem, desmontagem e transporte) (Nm 3.21-26; 4.21-28); aos filhos de Merari cuidar da infraestrutura interna (montagem, desmontagem e transporte) (Nm 3.33-37; 4.29-33); e, aos filhos de Coate cuidar do mobiliário e utensílios sagrados do santuário (montagem, desmontagem e transporte) (Nm 3.27-32; 4.1-20). É importante observar que coube à família de Coate a parte mais delicada, cuidar das “coisas santíssimas” (Nm 4.4), como a arca, com risco de morte: “Isto, porém, lhe fareis, para que vivam e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas: Arão e seus filhos entrarão e lhes designarão a cada um o seu serviço e a sua carga. Porém os coatitas não entrarão, nem por um instante, para ver as coisas santas, para que não morram.” (Nm 4.19-20). Tudo isso foi estabelecido por Deus, por intermédio de Moisés, inclusive o tão cobiçado sacerdócio: “Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que se dediquem só ao seu sacerdócio, e o estranho que se aproximar morrerá.” (Nm 3.10).
A igreja é o corpo de Cristo, onde cada membro tem a sua função. É o próprio Senhor quem vocaciona, chama e elege aqueles que devem ser reconhecidos como líderes do rebanho. É danoso para o Corpo de Cristo, quando alguém ambiciona posições e cargos, para os quais o Senhor não o designou, ou quando queremos impor, pela força, aqueles que o Senhor não escolheu para determinada missão. Cada um tem uma missão importante e específica a realizar no reino de Deus e deve se deixar conduzir pelo Espírito Santo de Deus!
3. O desenrolar da rebelião
A prova do líder e dos santos (Nm 16.4-7; 16-19; 27-30)
“E falou a Coré e a todo o seu grupo, dizendo: Amanhã pela manhã, o SENHOR fará saber quem é dele e quem é o santo que ele fará chegar a si; aquele a quem escolher fará chegar a si.” (Nm 16.5)
Diante da inesperada rebelião, Moisés não teve outra alternativa senão submeter ao Senhor o arbítrio daquela questão. Moisés estabeleceu dia e hora para o confronto entre a liderança espiritual divinamente instituída e a liderança rebelde. A resposta seria dada pelo próprio Deus! Duas situações haveriam de ser julgadas ali: 1ª) Quem é dele; 2ª) Quem é o santo autorizado a aproximar-se do Senhor. As instruções da prova foram passadas. Ambos os lados deveriam comparecer diante de Deus com os seus incensários acesos; Moisés com o fogo tirado do altar e os rebeldes com o fogo estranho (Nm 16.16-19). Na sua fala final, Moisés esclarece que se algo fora do comum, se coisa inaudita acontecesse ali, levando os rebeldes à morte, ficaria provado que ele era um enviado do Senhor e os seus opositores aqueles que desprezaram ao Senhor (Nm 16.27.30)
A intransigência dos rebeldes e a ira de Moisés (Nm 16.12-15)
Os rebeldes não demonstraram qualquer interesse em dialogar. Eles fizeram o que é característico dos rebeldes: 1º) Acusar os líderes de não dar ao povo uma boa qualidade de vida; 2º) Acusar os líderes de usurpação de poder, de poder não legitimado pelo povo; 3º) Acusar os líderes de enganar os mais simples. É interessante como Moisés, o homem mais manso da terra (“Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.” Nm 12.3) perde a paciência e desabafa com Deus. Aí, quem perde a paciência é Deus e Moisés tenta aplacar sua ira.
A ira divina e a intercessão de Moisés (Nm 16.20-27)
Diante de tanto atrevimento e rebeldia, a vontade de Deus era de exterminar toda a congregação, imediatamente. Essa era já a terceira vez que Deus manifestou este desejo e foi contido por Moisés (Ver as outras duas: Ex 32.10; Nm 14.11). Mais uma vez o Senhor cedeu e aguardou a separação física entre os rebeldes e o restante da congregação (Nm 16.23-26).
4. As consequências da rebelião
1º castigo: A Coré, Datã e Abirão (Nm 16.31-34)
A terra se abriu e engoliu os três líderes, seus homens e seus bens. E o povo fugiu. Em Números 26.11 há o seguinte registro: “Mas os filhos de Corá (Coré) não morreram.”
2º castigo: Aos 250 príncipes da congregação (Nm 16.35)
Fogo procedente do Senhor consumiu os duzentos e cinquenta homens que se apresentaram diante do Senhor com fogo estranho.
3º castigo: Aos 14.700 murmuradores da congregação (Nm 16.41-50)
Como se as tragédias ocorridas não fossem suficientes para convencer aquela congregação também rebelde, eles tiveram a ousadia de murmurar contra Moisés e Arão, culpando-os de tamanha matança. Mais uma vez a ira divina se manifesta, agora pela 4ª vez (Nm 16.45), para exterminar toda a congregação. A praga dizimou 14.700 murmuradores. Não fora a expiação do povo, providenciada por Arão, sob a ordem de Moisés, toda a congregação teria sido dizimada. Na verdade, desde que a sentença divina fora pronunciada, por ocasião do relatório negativo dos 10 espias, isto é, que os de vinte anos para cima (exceto Josué e Calebe), não entrariam na terra prometida (Nm 14.20-30), a congregação se tornou propensa a rebeldia.
De tudo o que foi exposto anteriormente, fica claro o alto preço que é pago pelos rebeldes e seus seguidores!!!
Texto: Paulo Raposo Correa
Fonte: https://pauloraposocorreia.com.br/2015/04/21/a-revolta-de-core/
sábado, 20 de janeiro de 2018
Cadáveres no deserto
Por Odair José da Silva*
“Porém, quanto a vós, o vosso cadáver cairá neste deserto”. Números 14.32
O que pode impedir o cristão de alcançar as promessas de Deus em sua vida? Desobediência e incredulidade. O povo de Israel é o exemplo clássico de que o ser humano é tendencioso a não crer nos milagres que Deus pode operar para cumprir os seus propósitos. Eles haviam sido tirados do Egito por mãos poderosas, tinham visto o livramento de Deus no Mar Vermelho, e outras séries de milagres aconteciam diariamente com eles. Sem dúvida, a mão de Deus era sobre eles. Mesmo assim, eles duvidaram do poder de Deus.
Moisés enviou doze homens para espiar a terra que Deus havia prometido que os dariam. Depois de andar pela terra durante quarenta dias eles voltaram com duas opiniões diferentes. Dez deles disseram que a terra era boa mesmo, mas as cidades eram fortificadas e os homens muito fortes e que era impossível conquistar a terra. No entanto, dois deles, isto é, Josué e Calebe, disseram o contrário. “A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muito boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos porá nesta terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo desta terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o Senhor é conosco; não os temais”. (Números 14. 7-9).
Após estas palavras de confiança, o povo queria apedrejar os dois homens que confiaram em Deus. Eles desacreditaram no poder de Deus e afrontaram o Senhor que os tinham tirado com mão forte do Egito do meio da escravidão. Por causa dessa incredulidade, Deus decretou que aqueles que duvidaram do seu poder seriam mortos naquele deserto. “Neste deserto cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós foram contados segundo toda a vossa conta, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes”. (Números 14.29).
É preciso atentar para a grandeza do nosso Deus. Não podemos duvidar do seu poder em realizar suas promessas em nossa vida. A incredulidade é um mal que desagrada a Deus. A Bíblia diz que sem fé é impossível agradar a Deus. A falta de fé é o que tem causado a morte de milhares de cristão e lançado os cadáveres no deserto.
Estamos em uma caminhada rumo ao descanso eterno. Mas somos peregrinos nesta terra e ainda não alcançamos o nosso descanso. Por isso, é necessário que sigamos a exortação de Deus para as nossas vidas: “Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo”. (Hebreus 3.12).
Texto: *Odair José, Poeta e Escritor Cacerense
domingo, 7 de janeiro de 2018
Empurre a pedra
Certa noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando, de repente, uma luz inundou o seu quarto e Deus lhe apareceu dando-lhe uma incumbência. Disse-lhe:
—“Há uma grande rocha defronte à sua cabana; doravante, dia após dia, quero que você a empurre com toda a sua força”.
Surpreso com a inusitada visão o homem resolveu obedecer.
Dia a dia, ele pelejava com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha, empurrando-a com toda a sua força, mas ela não se mexia.
E cada noite, aborrecido, retornava à sua cabana, sentindo que o seu esforço era em vão.
Percebendo o desânimo do homem, o adversário (satanás) decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada:
-"Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo e ela ainda não se moveu. Não acha melhor desistir? Deixe essa tarefa para outro.”
Estes pensamentos minavam o seu espírito e davam-lhe a impressão de que era um fracassado. Pensando em desistir, elevou seus pensamentos em oração e disse:
—“Senhor, tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse tempo, não consegui mover a rocha nem por um milímetro! O que está errado? Por que tenho falhado?”
O Senhor, em Sua infinita misericórdia e conhecendo a aflição que tomava conta daquele coração, respondeu-lhe:
—“Meu filho, quando Eu lhe disse para me servir e você aceitou, expliquei-lhe que o seu trabalho seria empurrar a rocha todos os dias; e é o que você tem feito. Eu nunca lhe pedi que a movesse.” “Por que você pensa que falhou? Olhe-se: Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão curtidas, suas pernas se tornaram musculosas e firmes. Todos esses atributos lhe fazem melhor do que antes. Você não moveu a rocha, mas observe que o seu chamado foi para empurrá-la, exercitando sua fé e confiança em Mim. E isso você fez!” AGORA, EU MESMO MOVEREI A ROCHA.
Às vezes, quando ouvimos uma Palavra de Deus, tendemos a usar nosso intelecto para decifrar o que Ele quer de nós, quando na verdade, o que Ele deseja, é apenas nossa obediência e fé.
Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.
Assim...
Quando tudo lhe parecer errado, apenas EMPURRE!
Quando o trabalho lhe deixar pra baixo, apenas EMPURRE!
Quando as pessoas não agirem da maneira que você espera, apenas EMPURRE!
Quando o seu dinheiro for embora e as contas ficarem, apenas EMPURRE!
Quando as pessoas não compreenderem você... apenas EMPURRE!
E em bom inglês EMPURRE é PUSH!
P– Pray = Ore
U– Until = até
S– Something = alguma coisa
H– Happen = acontecer
“Mas os que esperam no Senhor renovarão, as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão”. (Is.40.31)
Fonte: Portal a Voz de Deus
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
A Revelação de Deus em Hebreus
"Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo". Hebreus 1.1-2.
Introdução
A epístola aos Hebreus contém alguns enigmas. Não esclarece quem foi seu autor; a quem foi realmente destinada, nem a data em que foi escrita. No primeiro século, os chamados pais da Igreja não esclareceram tais detalhes. Clemente de Alexandria e Orígenes entenderam que Paulo escrevera Hebreus. No Século II, Tertuliano discordava da autoria paulina, e cria que Barnabé era o autor da epístola. Agostinho, de início, julgou que fosse Paulo mas, depois, afirmou que ela era anônima. Martinho Lutero sugeriu que a carta poderia ter sido escrita por Apolo (At 18.24). Quanto à data, os estudiosos situam-na entre 68 a 70 d.C. Com relação aos destinatários da carta, Hebreus deve ter sido inicialmente dirigida a judeus helenistas convertidos ao Cristianismo. O propósito deste comentário não é discutir tais pormenores, pois a resposta só teremos no céu, quando nos encontrarmos com o escritor. É fundamental que nestas lições sobre a Epístola aos Hebreus, vejamos a pessoa de Jesus Cristo como o resplendor da glória de Deus, o Salvador perfeito.
1. A antiga revelação.
No versículo primeiro, o escritor assevera que, “antigamente”, Deus falou “muitas vezes, e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas”. Moisés foi um profeta especial. No Salmo 103.7, lemos: “Fez notórios seus caminhos a Moisés, e os seus feitos aos filhos de Israel”. Na galeria dos profetas, destacam-se Isaías, que recebeu a revelação do nascimento, vida, ministério, morte e ressurreição do Messias; Jeremias, Ezequiel, Daniel, Joel, Malaquias, e outros, foram instrumentos da revelação, não só para Israel, mas para a Igreja e para o mundo. (Ver 1 Pe 1.12.)
2. Deus falou de muitas maneiras.
Nas páginas do Antigo Testamento, vemos que Deus não falou de modo uniforme pelos profetas. A uns, como a Moisés, Ele falou direto, “cara a cara”; a outros, como Daniel, falou por sonhos; a Jonas, em voz audível, e por meio do vento, do mar e do peixe. Por esses meios, Deus se revelou de modo progressivo, nas diversas dispensações, até que chegasse “...a posteridade, a quem a promessa tinha sido feita” (Gl 3.19), e a posteridade era Cristo.
3. A última e definitiva revelação.
Deus, “a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho” (v.1b). Essa afirmação é fundamental para a fé cristã. Primeiro, porque Deus falou. Segundo, porque nos falou “pelo Filho”. A revelação pelos profetas foi divina e progressiva. Eles, com convicção, diziam: “Assim diz o Senhor” (Êx 5.1; Is 7.7; Jr 2.5; Ez 3.11). A revelação pelo Filho, Jesus, é divina e superior, visto ser conclusiva e definitiva. Em Hebreus, vemos a melhor e mais perfeita comunicação do Altíssimo. Ele, nestes “últimos dias”, falou pelo seu próprio Filho, de modo completo, direto e definitivo (cf. Lc 21.33; Mc 13.31). Os ímpios não entenderam esta revelação: os espíritas dizem que o espiritismo é a “terceira revelação”, depois de Moisés e Cristo. Os adeptos da “Nova Era” dizem que virá a “Era de Aquários”, para substituir o Cristianismo. Com esse engodo, o Diabo engana os incrédulos, a fim de que sejam lançados no inferno (cf. Sl 9.17). Jesus é a última e definitiva revelação de Deus aos homens. Ele falou e está falado! “Cale-se diante dele toda a terra” (Hc 2.20). Nós cristãos, precisamos estar seguros, fundamentados na Palavra de Deus, para refutar toda e qualquer doutrina falsa, que apresente qualquer outra revelação divina.
Conclusão
Alegremo-nos por não servirmos a um deus qualquer, produto da mente humana, ou da necessidade imanente de se acreditar em algo ou em alguém superior, como os indígenas e outros povos tidos como primitivos. O nosso Deus é o excelso Criador. O nosso Cristo é o Verbo Divino, o Salvador, que, cumprida sua missão, assentou-se “à direita da majestade nas alturas”.
Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2001/2001-03-01.htm
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
O Que Devemos Dar a Deus em 2018
"Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração." (Mateus 6:21)
À medida que entramos em 2018, aqui está algo para lembrarmos: temos 3 coisas que podemos oferecer a Deus: o nosso tesouro, o nosso talento e o nosso tempo. Cada uma dessas coisas nos é dada por Deus, e cada uma delas deveria ser dada de volta em porções generosas.
Primeiro, há o nosso tesouro: eu insisto que você se comprometa com Deus de forma fiel e generosa no ano que está por vir. Jesus disse: "Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração" (Mateus 6:21). Sempre que colocamos o nosso dinheiro em algo, acabamos desenvolvendo um interesse por tal objeto. Faz sentido colocarmos nossos recursos financeiros onde os nossos corações estão. Se amamos ler livros, nos entreter, ou se amamos as últimas tecnologias, gastamos o nosso tesouro nisso. E se o nosso coração deseja mudança, é lá que colocaremos o nosso tesouro.
Mas também funciona no sentido contrário: onde colocarmos os nossos tesouros, o nosso coração irá atrás. Você quer que o seu coração esteja nas coisas de Deus? Então coloque os seus tesouros nas coisas de Deus. Desenvolva um vasto interesse pelo Reino de Deus.
A segunda coisa que podemos dar a Deus é o nosso talento. Deus deu dons distintos a cada cristão. Todo mundo tem algo a oferecer ao Reino de Deus. Romanos 12:4-5 diz: "Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função, assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros."
Finalmente, há o nosso tempo. Digamos que certo dia o seu telefone toque, e quem estava ligando era o presidente do banco em que você tem conta. Ele disse que um doador anônimo que o ama muito decidiu depositar 86.400 centavos na sua conta todas as manhãs. À primeira vista não parece muito. Mas então você descobre que seriam R$ 864,00 depositados todos os dias. Contando os 7 dias da semana e as 52 semanas do ano, aqueles centavos somariam quase R$ 315.000,00 por ano! Mas o presidente do banco completa: "O doador anônimo disse que você tem que gastar todo o dinheiro do dia no mesmo dia. O valor não irá se acumular para o dia seguinte. Todas as manhãs o banco irá cancelar o valor que você não usar."
Isso parece fantasia, mas aqui está a realidade: toda manhã, alguém que o ama muito deposita em seu "banco de vida" 86.400 segundos, que representam 1440 minutos, o que obviamente é igual às 24 h de cada dia. Deus lhe dá essa quantia de tempo para usar todos os dias. Nada fica de crédito para o dia seguinte. Não haverá dias de 27 horas. Isso se chama tempo e não temos como escapar dele. O tempo está correndo agora mesmo. A Bíblia nos diz para "resgatar o tempo" - para tornar sagrado e sábio o uso de cada oportunidade.
Ofereça a Deus o seu tesouro, o seu talento e o seu tempo. Viva o próximo ano como se fosse o último, pois de uma certa forma poderá ser. Faça cada minuto valer a pena!
Fonte: https://www.harvest.org/devotions-and-blogs/daily-devotions/2015-01-01
sábado, 25 de novembro de 2017
Arrependimento e Fé para a Salvação
Introdução
O arrependimento e a fé operam conjuntamente para a salvação. É o pecador arrependido que crê no sacrifício vicário de Cristo na cruz do Calvário. Essa fé leva o pecador arrependido a abandonar de vez a situação de pecado, para então ser perdoado e, experimentar assim, a paz de Deus em seu coração.
1. Arrependimento — condição para a salvação.
Jesus afirmou que para fazer parte do Reino de Deus é necessário o arrependimento (Mt 4.17). Zaqueu, o publicano, teve um arrependimento tão genuíno que prometeu dar aos pobres metade de seus bens e devolver quatro vezes mais caso houvesse roubado alguém (Lc 19.8). De modo que ele pôde ouvir do Senhor: “Hoje, veio salvação a esta casa” (19.9). Assim, o arrependimento é diferente do remorso; este é momentâneo e passageiro, aquele atinge o lugar mais recôndito do coração humano.
2. Salvação por meio da fé.
A salvação é pela graça mediante a fé (Ef 2.8), uma condição necessária para se obtê-la, pois sem a fé não se pode crer no sacrifício vicário de Cristo. Assim, o arrependimento produzido pelo convencimento do Espírito Santo e a fé, como dom divino, exercida pela pessoa, operam conjuntamente para a glória de Deus.
3. Arrependimento e conversão.
O arrependimento faz parte do processo de conversão e abrange o ser humano por inteiro: o intelecto (Mt 21.29), as emoções (Lc 18.13) e a vontade (Lc 15.18,19). Portanto, a conversão é uma ruptura com antigas tradições e modos de vida abomináveis e pecaminosos. Agora, tudo se torna novo, surge outra pessoa nascida de novo (Jo 3.3). Isso significa que todas as esferas da vida humana assumem a virtude e a ética do Reino de Deus ensinadas por Cristo Jesus (Mt 5-7).
Conclusão
Como nova criatura, “as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5.17). Ao crente que experimentou essa conversão cabe esforçar-se para manter-se afastado do que outrora causou-lhe tanta dor, sendo o motivo de sua perdição. Agora, tudo é novo! Tudo faz sentido!
Fonte: Lição Bíblica 4º Trimestre 2017. CPAD.
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