Este é um canal de interação e divulgação de mensagens bíblicas de fé e esperança. Que o amor de Deus alcance seu coração. A grandeza do seu amor por nós é o maior Testemunho Vivo que podemos ter. Seja bem-vindo! Texto: Odair José, Poeta Cacerense
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
O Alcance da Obra Expiatória de Cristo
Introdução
A salvação em Cristo alcança a todos (Jo 3.16). É tão eficaz que foi completada de uma vez por todas pelo “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Somente por intermédio de um Cordeiro tão perfeito, de um sacrifício tão completo e de um Deus tão amoroso se poderia realizar essa obra de maneira a raiar a luz para os que estavam em trevas (Mt 4.16).
1. A impossibilidade humana.
Toda tentativa do homem de manter-se puro, sem pecado, e por esforço próprio, fracassou. Nesse sentido o sistema de sacrifícios foi apenas um vislumbre do que viria por intermédio da morte vicária de Cristo. As Escrituras mostram que a Lei é incapaz de justificar o homem diante de Deus (Rm 3.20; Cl 2.16,17), já que o ser humano não consegue resolver o problema grave do pecado, pois ele não pode mantê-lo oculto diante de Deus. Somente o Senhor Jesus pode resolver tal problema.
2. Cristo ocupou o lugar do pecador.
A expiação aponta para o grande amor de Cristo para com o pecador. Nosso Senhor supriu a necessidade de reconciliação do ser humano com o Pai de amor (Rm 5.8), que deu o seu Filho como oferta expiatória. Nesse sentido, a morte de Cristo é substitutiva, pois quem deveria morrer era o próprio homem (Rm 4.25), mas Cristo ocupou esse lugar (1Jo 2.2) e perdoou o pecador, destruindo o poder do pecado (1Pe 2.24). A morte vicária de Cristo na cruz representa a nossa morte (2Co 5.14), pois foi esse sacrifício que nos resgatou da “maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gl 3.13).
3. Alcance universal da obra expiatória.
O alcance da obra expiatória operada por Cristo é universal, pois ela envolve todos os homens e o homem todo — espírito, alma e corpo — (1Ts 5.23), alcançando todo o mundo (Jo 3.16). Além disso, por meio da expiação de Cristo é garantida a redenção, a reconciliação, a justificação, a adoção e o perdão dos pecadores. Entretanto, convém destacar: essa tão grande salvação precisa ser aceita pela fé para se tornar efetiva (Ef 2.8).
Conclusão
A salvação que Cristo oferece é tão abrangente que, além de uma experiência espiritual primordial e libertadora da pessoa, traz consigo implicações de ordem cultural e social que vão muito além do indivíduo e se estendem por toda ordem de coisas criadas. Em Cristo, Deus ofereceu salvação a todo o mundo.
Fonte: Lições Bíblicas 4º Trimestre 2017. CPAD.
sábado, 28 de outubro de 2017
O Sacrifício de Jesus
Introdução
A obra salvífica de Cristo custou um alto preço ao nosso Senhor — seu próprio sangue derramado na cruz. Sua obra nos garante a salvação porque foi uma oferta completa, perfeita e definitiva. Por causa dessa entrega de amor, temos a garantia da vida eterna e, antecipadamente, podemos desfrutar, neste mundo, dos benefícios dessa salvação.
1. O sacrifício completo.
Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 1.29), pois nenhum outro sacrifício, tanto o de animais no Antigo Testamento quanto o de seres humanos na história das nações pagãs, com vistas a alcançar a salvação do homem, teve o êxito de apagar os pecados do passado, do presente e do futuro (Hb 10.1). Somente o sacrifício de Cristo foi completo nesse sentido (Hb 9.26; 10.10), a ponto de anular uma aliança antiga para inaugurar um novo tempo de relacionamento com Deus, estabelecendo uma aliança nova, superior e perfeita (Hb 8.6,7,13). Assim, o sistema de sacrifícios de animais e o arcabouço da Lei serviram como um guia para nos conduzir a Cristo (Gl 3.24).
2. O sacrifício meritório.
Na sociedade judaica do AT, desenvolveu-se uma ideia de mérito por intermédio do sistema de sacrifícios de animais. Bastava apresentar uma vítima inocente no Templo e a pessoa satisfazia a sua própria consciência. Entretanto, esse sistema mostrou-se antiquado e ineficiente (Hb 8.13). Com o advento da nova aliança, mediante o sacrifício vicário de Jesus Cristo, não há mais mérito pessoal, pois o mérito salvífico pertence única e exclusivamente a Cristo (Gl 2.21). Só Cristo é capaz de cobrir todo e qualquer pecado. Só Cristo é capaz de restabelecer a comunhão do pecador com Deus. Logo, o único mérito aceito por Deus nesta nova aliança é o sacrifício vicário realizado definitivamente por Cristo Jesus (Hb 10.11,12).
3. O sacrifício remidor.
O pecado contradiz a bondade e a autoridade de Deus. Ele se impõe como dúvida sobre tudo quanto tem a ver com o Criador. Além de ser horrendo, o pecado faz separação entre o homem e Deus (Is 59.2). Como o pecado deteriora o ser humano, degenerando seu caráter, deformando nele a imagem divina, o sacrifício de Cristo aparece nas Escrituras como redenção para trazer de volta a integridade humana e restabelecer o caráter dele (2Co 7.9,10; 2Pe 3.9). Assim, Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo mesmo (2Co 5.19), já que a humanidade foi criada para viver em comunhão com o Pai, em pleno relacionamento de dependência com o Criador (At 17.28).
Conclusão
O alto preço do resgate pago por Cristo (Mc 10.45) em nosso favor leva-nos a glorificar a Deus em todas as dimensões da vida. Logo, por meio da evangelização, desejamos fazer com que milhares de pessoas tenham o privilégio de receber essa tão grande salvação.
Fonte: Lições Bíblicas IV Trimestre 2017. CPAD.
domingo, 22 de outubro de 2017
O Maravilhoso Amor de Deus
Introdução
A salvação é obra do imenso amor de Deus e de sua maravilhosa misericórdia. Essa obra só foi possível porque o Pai amou tanto a humanidade a ponto de dar o seu próprio Filho para morrer no lugar dela. Assim, por intermédio de sua misericórdia, Deus concedeu perdão ao pecador, fazendo deste seu filho por adoção, dando-lhe vida em abundância.
1. Deus é amor.
Se é difícil dimensionar o amor da mãe pelos filhos, imagine o amor de Deus, que é mais profundo e incomensurável (Is 49.15)! Nesse sentido, Deus usou o profeta Oseias para demonstrar o verdadeiro amor pelo seu povo, ainda que os israelitas se apresentassem indiferentes a esse amor (Os 11.1-4). Ora, amar reflete a natureza do próprio Deus, pois Ele é amor (1Jo 4.8,16). Sendo o Pai a própria essência do amor, nós, seus filhos, somos apenas dotados por Ele com a capacidade de amar (1Jo 4.19). Assim, a maior demonstração do amor de Deus pelo mundo foi quando Ele entregou vicariamente o seu amado Filho (Rm 5.8; 2Co 5.14; Gl 2.20). Logo, o objeto desse amor vai muito além da Criação, pois tem, na humanidade, seu valor monumental (Jo 3.16).
2. Um amor que não se pode conter.
Deus sempre amou o ser humano. A criação do homem e da mulher, por si mesma, é a prova desse amor divino (Gn 1.26,27). Nesse aspecto, o amor de Deus pela humanidade é incondicional, ou seja, não há nada que o ser humano possa fazer para aumentá-lo ou diminuí-lo (2Pe 3.9; 1Tm 2.4). Entretanto, há uma tensão entre o amor de Deus e a sua justiça. Como conciliar isso? As Escrituras mostram que o ser humano escolhe abandonar esse ato de amor, de modo que o Altíssimo, respeitando o livro-arbítrio do homem, o entrega à sua própria condição (Rm 1.18-32). Assim, o amor e a justiça de Deus se conciliam.
3. A certeza do amor de Deus.
As relações humanas, infelizmente, implicam trocas, por isso certa dificuldade de compreendermos a gratuidade do amor de Deus. Pensamos que quando o decepcionamos com nossas atitudes e pecados, Ele vira as costas para nós, como fazem as pessoas as quais frustramos com nossas ações. Ora, havendo quebrantamento de coração (Sl 51.17), verdadeiro arrependimento (Pv 28.13) e atitude de retorno sincero, Deus jamais abandona os seus filhos, ainda que estes o tenham ofendido (Lc 15.11-32). Assim, Ele nos convida a experimentar do seu perdão e a desfrutar do seu amor como filhos mui amados. Isso tudo acontece porque o amor do Altíssimo não se baseia no ser humano, objeto de seu amor, mas nEle mesmo (Dt 7.6,7), a fonte inesgotável de amor.
Conclusão
O amor e a misericórdia de Deus extrapolam a compreensão humana, pois ainda que se usem os melhores recursos linguísticos, estes não seriam capazes de descrever quão incomensuráveis são essas virtudes divinas. Nem mesmo o amor de uma mãe pelo seu filho é capaz de sobrepor o amor e a misericórdia de nosso Deus. Por isso, resta-nos expressar esse amor em nossa relação com cada criatura.
Fonte: Lições Bíblicas 4º Trimestre 2017. CPAD.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
O Terceiro Céu
"Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe." (2 Coríntios 12:2)
Li um artigo sobre uma fundação privada de astrônomos e ex-astronautas que estão construindo um telescópio espacial que vai orbitar o sol e rastrear corpos celestes que possam ameaçar a vida na terra. Um astronauta citado disse que nas primeiras três semanas de operação eles iam encontrar mais asteroides do que já foram encontrados nos últimos 200 anos. Mas sabe o que eles não vão encontrar? O terceiro céu.
De acordo com a Bíblia, há três céus. Paulo escreve sobre isso em 2 Coríntios 12: "Conheço um homem em Cristo que há catorze anos foi arrebatado ao terceiro céu. Se foi no corpo ou fora do corpo, não sei; Deus o sabe. E sei que esse homem — se no corpo ou fora do corpo, não sei, mas Deus o sabe — foi arrebatado ao paraíso e ouviu coisas indizíveis, coisas que ao homem não é permitido falar" (versículos 2-4).
O que são os três céus? O primeiro Céu é o que vemos, a atmosfera, as nuvens. Se você fosse caminhar lá fora e olhasse para cima, esse que ia ver seria o primeiro Céu. Aí vem o segundo Céu, que seria tudo no cosmos — basicamente, as coisas acima da atmosfera da terra: a lua, o sol, as estrelas, os planetas, as galáxias, e assim por diante. Mas o terceiro Céu, diferentemente, é o lugar em que está o próprio Deus.
Lembro-me de ter lido sobre um astronauta russo que, ao comentar sobre a sua experiência no espaço, disse: "Não vi Deus lá em cima". É porque não dá para enxergar o terceiro Céu.
Muitas vezes pensamos que o terceiro Céu fica distante, para além das galáxias. Mas acho que o terceiro Céu pode estar mais próximo do que imaginamos. Seja como for, ou esteja onde estiver, é o lugar onde está o próprio Deus.
Fonte: https://www.harvest.org/devotions-and-blogs/daily-devotions/2012-10-16
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
Nas mãos dos cruéis assírios
“Samaria virá a ser deserta, porque se rebelou contra o seu Deus; cairão à espada; seus filhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão abertas pelo meio”. Oséias 13:16.
Esta sentença resume todo o sofrimento que Deus tentou evitar ao longo do tempo. Nas profecias anteriores vimos o esforço divino para que o pior não acontecesse. Infelizmente o povo não fez nada para mudar a relação com Deus, o Criador do céu e da terra, e, finalmente, foi permitido que eles colhessem as conseqüências do próprio procedimento.
Quem invadiu Israel e Samaria foi a Assíria, o terror dos povos daquela época. “O período do Império Assírio vai de 933 a 612 AC. A Assíria e seu povo são mencionados 150 vezes na Bíblia. Seis reis ilustres da Assíria são mencionados por nome, e os nomes de 10 reis hebreus, sendo seis de Israel e quatro de Judá, aparecem nas inscrições reais da Assíria. Além disto, o fato de que o reino de Israel encontrou o seu triste fim nas mãos dos Assírios” (S.D.A.B.C. vol.2 p.55-56).
Os Assírios estavam estabelecidos na parte superior do rio Tigre, ou seja, bem ao norte de Israel. A “Assíria era uma nação pequena, sem fronteiras naturais, e exposta a todos os perigos exteriores, mas adquiriu no decorrer de longa história, o gosto pela guerra, da qual acabou por fazer sua industria nacional” (Modesto Marques, História Antiga p. 70). A capital mudou muitas vezes de nome e de lugar. Assur é a mais antiga que se tem conhecimento, e estava próxima do “pequeno zab”, na margem ocidental do rio Tigre. Mas a maior e a mais famosa das capitais da Assíria foi Nínive, que ficava aproximadamente a uns 80 quilômetros ao norte de Assur. O país era rico em rocha de boa qualidade para a construção de edifícios, monumentos, palácios e templos.
Mas o que mais me chamou a atenção nos assírios foi a crueldade, a forma como tratavam os povos vencidos. Testemunhos escritos, que estão em vários museus do mundo contam um pouco desse povo assustador: “Quando assumiu o poder o Imperador Tiglathpileser I (1116-1078 AC), o exército assírio estava no seu auge. Com ele o exército tornou-se numa máquina de guerra que não conhecia piedade. Ele voltou-se contra Mushki, na Ásia Menor, e ao retornar deixou escrito o seguinte: o sangue do inimigo sacrificado corria como as correntes dos vales, e suas cabeças rolavam nas cidades como milho nos montes” (Modesto Marques, História antiga p.77).
Existiu um outro rei que se destacou por grande habilidade como administrador, porém, o que mais o marcou foi a crueldade. “Assurbanipal II (833-859), é visto como um guerreiro cruel, que se gloriava com o massacre de milhares de inimigos. Quando a cidade de Bit Halupe se revoltou, ele liquidou com a rebelião numa demonstração típica da crueldade assíria. Ele esfolou os rebeldes principais e cobriu a cidade com as suas peles, encerrou a outros dentro da torre, e a outros espetou em postes sobre a torre” (S.D.A.B.C. vol.2, p.64).
A profecia que estamos estudando afirma que Samaria seria sitiada porque se rebelou contra Deus, e seus filhos cairiam a espada e as mulheres seriam despedaçadas. Os assírios, mesmo antes da queda de Samaria, já vinham cobrando pesados tributos de Israel. Nós encontramos relatos que desde os dias de Acabe, Israel já vinha tendo problema com a Assíria. “No ano de 841 AC, Salmanasar III, que reinou de 858-824, derrotou a Hazael no monte Hermon. Salmanasar III reclama haver recebido tributo de Jeú, rei de Israel. Neste obelisco, chamado “obelisco negro”, descoberto por Henry Layard em 1845 na escavação de Calá, aparecem os nomes de Acabe, Onri e Jeú, reis de Israel” (Modesto Marques, História antiga pg. 80). A partir dessa época Israel ficou obrigado a pagar pesadas contribuições para os assírios. Viviam como escravos, porém, ainda em suas casas e cidades de origem.
No ano 732 AC assumiu o reino de Israel Oséias (não o profeta). Esse foi o ultimo rei do norte. Por algum tempo permaneceu fiel aos assírios. O rei Oséias, encorajado pelo Egito, não aceitou mais pagar os impostos. Nesse tempo Salmanasar V, era o rei da Assíria. Quando soube dessa rebelião, imediatamente sitiou Samaria. O cerco durou três anos. “De acordo com os anais assírios, 27.900 cidadãos da melhor classe foram deportados para as cidades de além do Eufrates, e povos de outras regiões foram trazidos para Samaria”.
A profecia diz que Samaria desapareceria e isto depois do ano 722 AC, após os três anos de cerco foi invadida e destruída. Assim, povos de outras partes do mundo foram introduzidos na cidade e arredores. A região de Samaria, como era conhecida nos dias de Cristo, era odiada pelos judeus. Por que? Diz a história que os samaritanos eram fruto de casamentos de judeus com outros povos que foram instalados naquela região. Toda a vez que um judeu encontrava um samaritano ele lembrava que aquela raça era fruto da escravidão que Israel havia enfrentado no passado.
Amigo ouvinte, Israel do norte deixou de existir porque escolheu não ouvir a Deus. Nunca mais puderam voltar a cidade ou país de origem porque escolheram o erro. Que a experiência dos antigos israelitas não seja, em nenhum momento, a sua experiência. Coloque Deus em primeiro lugar e nunca desafie o que está escrito na palavra dEle, a Bíblia Sagrada. Creia no Senhor Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará.
Fonte: http://www.wgospel.com/nas-maos-dos-crueis-assirios/
terça-feira, 29 de agosto de 2017
As manifestações do Espírito Santo
O batismo no Espírito Santo está disponível hoje? Sim, o batismo no Espírito Santo está disponível para você e para qualquer pessoa que o Senhor nosso Deus chamar. Embora alguns estudiosos afirmem que tal acontecimento não está disponível para os crentes de hoje. Eles dizem que o fenômeno só ocorreu naquele tempo quando a Igreja estava nascendo. Mas milhares de experiências ao longo da história da Igreja desmentem tal ideia. Na Bíblia, não há nenhum versículo que embase a tese de que o batismo no Espírito Santo cessou, pois as Escrituras afirmam o alcance passado, presente e futuro dessa maravilhosa promessa do Pai: “Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar” (At 2.39).
Logo, o batismo no Espírito Santo é uma promessa de Deus para todos: homens, mulheres, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos. Uma promessa que abarca “todos aqueles que o Senhor, nosso Deus, chamar” (At 2.39). Não estando limitada aos tempos e denominações, mas a corações sinceros e quebrantados, desejosos em mergulhar nas “águas do Espírito”. O batismo no Espírito é uma segunda e extraordinária experiência com Deus através do seu Filho Jesus Cristo — a primeira trata-se da salvação operada por meio de Jesus Cristo.
Como receber o Batismo com o Espírito Santo?
Não há uma resposta exata para isso. Primeiro, porque não podem os agendar o derramamento do Espírito Santo — Ele sopra onde quer (Jo 3.8). Segundo, porque temos de estar vigilantes para não enganarmos a nós mesmos com falsas experiências espirituais.
Nesse aspecto, poderíamos dizer que para receber o batismo no Espírito não há uma “receita”, mas segundo o que nos orientam as Escrituras, em primeiro lugar, devemos crer na promessa do batismo no Espírito Santo por intermédio da Palavra de Deus, isto é, aguardar e confiar em Deus que Ele poderá fazer isso em nossa vida (At 1.4). Em segundo, perseverar em oração e súplicas a Deus. Os nossos irmãos do passado oraram ao Senhor com todo fervor em busca dessa promessa (At 1.14). E depois, amar a exposição da Palavra de Deus. No livro de Atos, após as pessoas ouvirem a exposição da Palavra, o Espírito Santo foi derramado (At 10.44). A exposição do Evangelho gera fé em nosso coração, confiança em Deus e desejo de nos aproximarmos mais dos seus desígnios.
Fonte: http://www.estudantesdabiblia.com.br/licoes_cpad/2017/2017-03-10.htm
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Deus está perto
Por Odair José da Silva
“Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o Senhor, e não também de longe? Ocultar-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? – diz o Senhor; porventura, não encho eu os céus e a terra? – diz o Senhor.” Jeremias 23:23-24.
Deparamo-nos diante de uma série de questionamento feito pelo próprio Deus direcionado ao ser humano. Onde haveria um lugar que ele pudesse se esconder da presença do Todo Poderoso? Nesta passagem bíblica percebemos a diferença entre nós e o nosso Deus. O ser humano não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Deus, não apenas pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, Ele pode estar em todos os lugares. Deus é onipresente.
Pela sua natureza Deus deve ser inconcebível e inatingível pela sua criatura. De acordo com o Eclesiastes “porque Deus está nos céus e tu, na terra”. No entanto, sabemos que Ele está próximo de nós ao mesmo tempo. Como afirma Paulo “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos”. Como pode ser possível? Pela onipresença de Deus. Ele está no céu e sua glória enche os céus e ao mesmo tempo Ele está nos nossos corações nos ajudando a vencer. Eis um mistério que a ciência e muito menos as leis da natureza pode explicar. Só a entendemos pela fé.
Deus fez-se presente no meio da humanidade quando enviou seu Filho amado para viver entre os homens. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio a este mundo e andou entre nós. Vimos a sua glória e seu poder sendo entregue ao ser humano. Seu amor sendo demonstrado através do sacrifício de Cristo para resgate do ser humano. Ele estava na terra e ouviu-se a voz de Deus vinda do céu dizendo “este é o meu filho amado”.
Depois de seu sacrifício para resgate da humanidade, Jesus foi para o céu, mais não antes de prometer o Espírito Santo de Deus. “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” foi a promessa. Logo após sua ascensão, houve o derramamento do Espírito Santo de Deus e Ele conforta os corações daqueles que aceitam essa mensagem e aguarda ansiosamente a volta do Filho de Deus para buscar o seu povo.
Aqueles que servem a Deus têm promessas gloriosas de proteção e segurança. “Perto está o Senhor daqueles que o invocam, de todos os que o invocam em verdade”. Outra promessa feita é que “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” palavras gloriosas de Jesus. Não esqueçamos que temos a todo o momento a presença de Deus em nossas vidas. Ele está presente para nos ajudar na caminhada e nos dar a vitória sobre os desafios e batalhas que possam estar diante de nós. Não existe esconderijo onde o mal possa se esconder, pois os olhos do Senhor estão em todos os lugares. Ele é nosso ajudador.
Texto: Odair José, Escritor Cacerense
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