terça-feira, 19 de julho de 2016

Atributos de um Evangelista


Do obreiro chamado ao ministério evangelístico, requerem-se os seguintes atributos: amor às almas, conhecimento da Palavra de Deus, espiritualidade plena e disponibilidade.

1. Amor às almas. Paulo tinha um amor tão grande pelas almas que, por estas, chegava a sentir dores intensas, como se estivesse a dar filhos à luz (Gl 4.19). Por essa razão, afirmou que não poderia deixar de anunciar o Evangelho (1Co 9.16). Foi esse amor que constrangeu Filipe a evangelizar Samaria e a dirigir-se “ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza” para falar com um etíope (At 8.26). O evangelista nada é, e nada fará sem o amor às almas perdidas. Pense nisto. E, de imediato, entregue-se em favor dos que caminham para o inferno. Esta é a sua missão.

2. Conhecimento da Palavra de Deus. Conhecendo profundamente a Palavra de Deus, Filipe soube como conduzir a Cristo o mordomo-mor de Candace que, de volta à Etiópia, vinha lendo o profeta Isaías. Eis como ele foi eficiente: “Então, Filipe, abrindo a boca e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus” (At 8.35). Lembre-se: o anúncio do Evangelho de Cristo exige do evangelista um perfeito manejo da Palavra da Verdade (2Tm 2.15). Além disso, esteja preparado, com mansidão e temor, para apresentar a razão da esperança que há em nós (1Pe 3.15).

3. Espiritualidade plena. O batismo com o Espírito Santo é imprescindível ao exercício eficaz do ministério evangelístico (At 1.8). Filipe era um homem cheio do Espírito (At 6.2-4). E, por essa razão, teve um ministério pontilhado de milagres e atos extraordinários (At 8.6,7). Quem evangeliza não se contenta com uma vida espiritual medíocre, mas busca o poder do alto para proclamar, a todos e em todo tempo e lugar, que Jesus é a única solução.

4. Disponibilidade. Embora fosse casado, o evangelista Filipe estava sempre disponível a cumprir com excelência o seu ministério. Em Atos 8, encontramo-lo em quatro lugares diferentes: Samaria, Gaza, Azoto e Cesareia. E, nem por isso, descuidou de sua família; suas quatro filhas eram profetisas (At 21.8,9). Filipe evangelizava tanto pessoal quanto coletivamente; era um obreiro completo.

Fonte: Lições Bíblicas 3º Trimestre 2016 - CPAD

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Igreja, uma agência evangelizadora


A Teologia Sistemática classifica a Igreja de Cristo com dois conceitos que se encontram nas Escrituras: igreja visível e igreja invisível. A igreja visível está identificada com aquele grupo de pessoas que se reúnem em nome de Jesus em várias partes do globo terrestre. É a igreja geográfica, étnica, forjada num tempo, numa história e numa cultura. É a igreja que celebra a Cristo em várias partes do planeta (cf. At 2.1; 13.1,2).

Em relação à igreja invisível, as Escrituras Sagradas se referem a ela como a Igreja, Corpo de Cristo, formada por milhares de pessoas de todos os tempos e lugares. Essa Igreja é atemporal e sem limites geográficos. Nela, estão presentes crentes do passado, do presente e do futuro. A Bíblia chama essa Igreja de o Corpo Místico de Cristo; nome dado à Igreja Universal que Jesus fundou, onde Ele se fez o “cabeça” da Igreja, a “pedra de esquina”.

Uma comunidade escatológica e pentecostal 

O Corpo de Cristo, a Igreja, nasceu historicamente no dia de Pentecostes, conforme narrado pelo evangelista Lucas, em Atos capítulo 2. Aquele evento foi posterior ao questionamento dos discípulos a Jesus Ressurreto acerca do futuro, principalmente a restauração do reino ao povo judeu (At 1.6-11): “Senhor, quando restaurarás tu neste tempo o reino a Israel?”. A resposta a essa pergunta desembocou na grande promessa feita a respeito da volta do Senhor: “Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o viste ir” (v.11). A Igreja é uma comunidade escatológica porque ela nasceu historicamente debaixo da promessa da vinda do nosso Senhor. Uma promessa confirmada também no Pentecostes, conforme a profecia de Joel pronunciada pelo apóstolo Pedro em sua pregação à multidão (Jl 2.31,32; At 2.20,21). Judeus de diversas partes do mundo ouviram aquela mensagem poderosa.

A Igreja de Cristo é pentecostal porque historicamente nasceu sob o derramamento do Espírito Santo (At 2.1-13). Num pequeno cenáculo, pessoas foram cheias do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, a profetizar e a tomar uma consciência de coragem e ousadia para proclamar as maravilhas de Deus à humanidade (At 2.14-36). Por isso, a natureza da atividade evangelística da Igreja deriva dessa consciência escatológica e pentecostal que produziu quebrantamento e uma conversão nunca dantes vista por aquela comunidade (v.37). O Evangelho tomara a mente e os corações das pessoas!

Fonte: Ensinador Cristão. 3º Trimestre 2016. CPAD

terça-feira, 12 de julho de 2016

Crescer na graça e no conhecimento


Por Odair José da Silva 

Antes de iniciar o meu argumento sobre crescimento na graça gostaria de transcrever uma história que Plínio relata. De acordo com Plínio, Zeuxis pintou uma vez tão bem um menino segurando um prato de uvas, que as aves se enganaram e voaram para debicar as frutas. O artista, no entanto, estava desgostoso com o quadro, pois, disse ele: “houvesse eu pintado tão bem o menino como devia os pássaros não teriam ousado tocar nas uvas”.

Essa pequena história ilustra-nos uma grande lição de vida quando pensamos em crescimento espiritual. As pessoas estão cada dia mais presas ao mundo moderno cheio de suas tecnologias que esqueceram a principal razão pelo qual vivemos que é sermos frutos para a Glória de Deus. Crescer na graça requer amadurecimento. É necessário que tenhamos em mente que precisamos brilhar em meio à escuridão do mundo. Reluzirmos o brilho de Cristo em meio às densas trevas que sufocam a alma humana. Para que isso aconteça essencial é sermos cheios da Graça de Deus.

Na história citada acima conta-se a busca da perfeição com que o artista queria que sua obra estivesse. Isso acontece quando um escritor escreve um livro ou quando um pintor pinta sua obra máxima. Eles procuram se esforçar para que suas obras sejam as melhores possíveis. Isso nos orienta a sermos os melhores naquilo que fazemos na obra de Deus.

Para alcançarmos o conhecimento precisamos ser humildes o bastante para aprender com os outros. Precisamos escutar os demais e dar valor as lições que vemos diariamente acontecer a nossa volta para que possamos crescer. Quando a Bíblia nos orienta a crescer na graça e no conhecimento ela se refere a dois tipos de crescimento. Crescer na graça está relacionado a busca pela misericórdia de Deus através da oração e súplica. Afinal, é de Deus que alcançamos essa graça. Crescer no conhecimento está relacionado aos estudos e compreensão dos acontecimentos a nossa volta.

Outro passo necessário para esse crescimento espiritual na graça é não confiarmos em nós mesmo. Isso se faz necessário para não acharmos que somos alguma coisa. Na verdade, Paulo foi categórico em afirmar que, se não fosse à misericórdia de Deus nada seriamos. E, no momento de maior luta Deus assim falou para ele: a minha graça te basta. Esse procedimento nos leva a entender que tudo que somos é permissão de um Deus onisciente que conhece nossas limitações e, mesmo assim, nos permite fazermos grandes coisas. Que possamos cada dia mais buscar a presença de Deus para realizar a obra que Ele tem nos chamado a fazer.

Para finalizar esse texto quero aqui deixar um conselho de um dos homens mais sábios que já passou pela Terra e que foi usado por Deus para nos orientar. Um conselho maravilhoso. Salomão escreveu: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. (Prov. 4.18).

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Contexto Histórico e Político do Profeta Isaías



1. A divisão do reino. Após a morte do rei Salomão, filho de Davi, aconteceu uma disputa pela sucessão em Israel. As dez tribos do Norte, lideradas por Jeroboão, solicitaram a Roboão, filho de Salomão e herdeiro legítimo do trono, que aliviasse a carga tributária imposta por seu pai, Salomão; diante da negativa de Roboão, as tribos do Norte entronizaram como rei a Jeroboão. Com isso, Israel se dividiu em duas partes, chamadas de Reino do Norte, sob a liderança de Jeroboão, e Reino do Sul, sob a liderança de Roboão. Esse fato aconteceu em 922 a.C. A falta de amor e misericórdia entre as tribos irmãs foi a causa do cisma de toda uma nação. Quando a arrogância e a soberba prevalecem sobre o amor e respeito pelo outro, o fim sempre será trágico.

2. Os reis do profeta Isaías. Adiante segue a relação de reis que governaram Judá (Reino do Sul), cuja capital era Jerusalém. Veja que pessoas sem a presença e temor de Deus em posições de liderança trazem ruína para seus liderados. Deus deseja contar com jovens que desde muito cedo compreendam que seu sucesso em todas as áreas da vida está na base da fé e na comunhão que cada um desenvolve com Deus.

a) Uzias. Foi rei de Judá de 791 a 740 a.C. e é relatado no capítulo 6 de Isaías. Provavelmente o ministério profético se iniciou na data da morte deste rei.

b) Jotão. Era filho de Uzias e o sucedeu no trono de 740 até 732 a.C. Acredita-se que tenha sido corregente com seu pai, após este ter adquirido lepra (2Rs 15.5) por ter oferecido sacrifício indevido no altar; no entanto, foi um bom rei, embora tenha permitido alguns locais de idolatria em Judá.

c) Acaz. Foi filho de Jotão e tornou-se rei logo após o falecimento do seu pai. Reinou de 735 a 715 a.C.. Foi esse rei que, ao ter seu país invadido por tropas de Israel e da Síria, fez aliança com a Assíria (2Cr 28.16), o que denotou falta de confiança em Deus e trouxe sérias consequências para Judá. O profeta Isaías interferiu diretamente no reinado de Acaz lhe entregando uma profecia da parte de Deus (Is 7.1). A decisão de confiar na Assíria começou a enfraquecer o reino de Judá e trouxe consequências econômicas para o povo, devido ao pagamento de tributos para a Assíria. Foi um rei bastante idólatra (2Cr 28.19,24), principalmente a Baal, chegando a queimar um de seus filhos em oferta aos deuses (2Rs 16.3-4; 2Cr 28.2-4), quebrou utensílios do Templo e fechou locais de adoração a Deus (2Cr 28.23-25).

d) Ezequias. Era filho do rei Acaz e reinou de 715 a 686 a.C., porém, provavelmente foi corregente com seu pai a partir de 729 a.C.. Foi durante seu reinado, graças a sua confiança em Deus, que aconteceu o grande livramento de Judá da invasão Assíria, quando morreram 185 mil soldados (2Rs 19.35), no ano de 701 a.C.; embora muitas cidades de Judá (Reino do Sul) terem sido saqueadas nessa invasão, Jerusalém foi milagrosamente poupada. Isaías animou o rei Ezequias durante a invasão do exército assírio (Is 37.5-7) e lhe trouxe uma mensagem de morte e outra de cura diante de seu arrependimento (2Rs 20) quando esteve doente. Embora esse rei tenha procurado honrar e adorar a Deus (2Rs 18.5,6), permitiu também determinados cultos aos deuses dos invasores assírios. No início de seu reinado, ele fez uma reforma religiosa reinstituindo algumas celebrações que haviam sido abandonadas (2Cr 29.2) pelo povo de Deus, tornando-se assim um dos melhores reis de Judá após a divisão do reino (2Rs 18.5).

e) Manassés. Reinou de 686 a 642 a.C., mas deve ter sido corregente com seu pai desde 696 a.C. Não há registros de que Isaías tenha profetizado durante o reinado desse rei, mas provavelmente foi no início desse reinado que o profeta foi martirizado, sendo serrado ao meio, segundo a tradição, pois esse rei era perversamente idólatra.

3. A ascensão dos impérios mundiais. Com a subida ao poder de Tiglate-Pileser III ao trono da Assíria (745-727 a.C.) esta começou a subjugar algumas nações, dentre as quais o Reino do Sul. A Síria e Israel (Reino do Norte) haviam ameaçado invadir o Reino do Sul (735-732 a.C.). Com isso, Acaz, que nessa época era o rei, fez uma aliança com a Assíria, o que ocasionou ao Reino do Sul certa submissão ao Império Assírio, com pagamento de pesada carga de tributos. Em 722 a.C. o Reino do Norte foi destruído e levado cativo pela Assíria (2Rs 17.5) para nunca mais se restabelecer. Já o Reino do Sul teve uma duração mais longa, embora tenha sido invadido e ameaçado algumas vezes pela Assíria e outros países vizinhos. Entretanto, no ano de 586 a.C. foi invadido, após duas outras invasões babilônicas anteriores, e levado cativo por esta.

Fonte: Lições Bíblicas Jovens - CPAD

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Procure Deus onde Ele está


Por Odair José da Silva 

"É possível encontrar cidades sem muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária; mas um povo sem Deus, sem orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios, jamais foi encontrado". (Plutarco 45-125 d.C – Moralista e Historiador Grego).

O coração humano, desde o seu nascimento, almeja um encontro com o seu Criador. Por mais que existam pessoas que duvidam da existência de um Criador, a natureza humana prova o contrário. Deus existe de fato e é presente no coração humano. Não é possível negar essa verdade.

Um breve olhar na literatura mundial em busca de resposta para o ateísmo resulta em respostas claras e objetivas de que a existência de Deus é um fato explícito e patente aos olhos de quem quer que seja. O ateísmo, defendidos por alguns, de fato não existe. Os homens que negam a simples existência de um criador não conseguem defender essa idéia e ela acaba sendo refutada por quem deseja de fato saber a verdade sobre um Deus Criador. As palavras de Plutarco, escrita no inicio da era cristã pode ser usada hoje com certeza de que é possível encontrar muitas coisas sem uma estrutura qualquer, só não é possível encontrar uma mente humana que não tenha esperança em um Deus maior.

Ao analisar as palavras Plutarco podemos observar que ele não está dizendo sobre o Deus verdadeiro. Ele afirma que em todas as sociedades por onde ele havia passado era possível perceber uma forma de adoração. Quando olhamos isso, deduzimos que, se existe adoração, existe um ser adorado. E, por mais que boa parte adoram sem saber o que estão adorando, sabemos que o fazem porque sentem na alma o desejo de adorar a Deus.

Deus existe e é apresentado para nós pela sagrada escritura. O conhecemos porque Ele nos amou e a si mesmo se entregou para expiação do pecado da humanidade. Jesus Cristo, o Filho de Deus veio até nós e, sob sofrimento terrível, pagou o preço pela nossa salvação.

Quem sabe você tem se perguntado ao longo de toda sua vida qual o propósito de sua existência e ainda não encontrou a resposta que confortasse seu coração. Creia em Jesus Cristo e a Ele entregue sua vida e, então, terá uma vida abundante. Pare de procurar em lugares onde Deus não está e passe a olhar para a Cruz de onde emana a salvação eterna. "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará". (Sl 37:5)

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

domingo, 3 de julho de 2016

Os tesouros da terra não satisfazem o vazio da alma


Por Odair José da Silva

Os tesouros desta terra não nos satisfazem. Eles não preenchem o vazio da alma. Por isso estamos sempre insatisfeitos mesmo que tenhamos tudo. As coisas deste mundo não preenchem o coração que só pode ser preenchido pela graça de Deus. Por isso busquem primeiro o Reino de Deus e sua justiça.

Os tesouros que podem preencher o coração estão escondidos em Deus e é preciso ir buscá-los o tempo todo. De que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Nossa maior riqueza está em Deus. Esqueça as coisas deste mundo. Tudo aqui é passageiro e não satisfazem a nossa alma. Deixe o Senhor preencher o vazio de sua alma e te dar a alegria da salvação. A verdadeira felicidade do céu está no Senhor Jesus Cristo.

Texto: Odair José, o Poeta Cacerense

terça-feira, 28 de junho de 2016

Como evangelizar


A missão de pregar a todos, em todos os lugares e em todo tempo, inclui a evangelização pessoal, coletiva, nacional e transcultural. Neste tópico, destaquemos o exemplo de Cristo, o evangelista por excelência.

1. Evangelização pessoal. Em vários momentos de seu ministério, o Senhor Jesus consagrou-se à evangelização pessoal. Na calada da noite, recebeu Nicodemos, a quem falou do milagre do novo nascimento (Jo 3.1-16). E, no ardor do dia, mostrou à mulher samaritana a eficácia da água da vida (Jo 4.1-24). Neste momento, há alguém, bem pertinho de você que precisa ouvir falar de Cristo. Não perca a oportunidade e evangelize, pois quem ganha almas sábio é (Pv 11.30).

2. Evangelização coletiva. Cristo dedicou-se também ao evangelismo coletivo. Ele aproveitava ajuntamentos e concentrações, a fim de expor o Evangelho do Reino. As multidões também precisam ser alcançadas com a pregação do Evangelho, para que todos ouçam a mensagem da cruz. Voltar à prática do evangelismo em massa é uma necessidade urgente.

3. Evangelismo nacional. Em seu ministério terreno, Jesus era um judeu inserido na sociedade judaica, falando-lhes em sua própria língua. Sua identificação com a cultura israelita era perfeita (Jo 4.9). Ele não podia esconder sua identidade hebreia (Lc 9.53). Cristo viveu como judeu e, como judeu, morreu (Mt 27.37). Nessa condição, anunciou o Evangelho do Reino às ovelhas perdidas da Casa de Israel.

4. Evangelismo transcultural. Embora sua missão imediata fosse redimir as ovelhas da Casa de Jacó (Mt 15.24), Jesus não deixou de evangelizar pessoas de outras culturas e nacionalidades. Atendeu a mulher siro-fenícia (Mc 7.26). Socorreu o servo do centurião romano (Mt 8.5-11). E não foram poucos os seus contatos com os samaritanos (Lc 17.16; Jo 4.9).

É chegado o momento de olharmos além de nossas fronteiras, ouvindo o gemido das nações, tribos e povos não alcançados.

Fonte: Lições Bíblicas 3º Trimestre de 2016 - CPAD