segunda-feira, 17 de março de 2014

Raabe - A mulher prostituta e a salvação de sua família




Sei muito bem que o vosso Deus já vos deu esta minha terra. Estamos todos com medo de vocês; basta só que o nome de Israel seja mencionado para ficarmos aterrorizados. Ouvimos como o Senhor vos abriu um caminho através do Mar Vermelho quando saíram do Egito. E sabemos o que fizeram a Siom e a Ogue, os dois reis amorreus, do outro lado do Jordão, e como os destruíram totalmente. Por essa razão não é para admirar que estejamos com muito medo de vocês! Não há já ninguém com ânimo para lutar depois de ouvir coisas destas, porque o vosso Deus é na verdade o Deus supremo no céu e na Terra. E queria pedir-vos agora o seguinte: Jurem-me pelo vosso Deus que quando conquistarem Jericó me deixarão com vida, assim como o meu pai e a minha mãe, meus irmãos e irmãs, mais as famílias deles. Façam-me isso, atendendo à ajuda que vos estou a dar. 
Josué 2. 9-13.

No sermão de ontem a noite na igreja o Pastor falou sobre Raabe. Uma mensagem divinamente inspirada por Deus que tocou profundamente o coração dos presentes naquele culto. Vale a pena divulgarmos os ensinamentos da Palavra de Deus. Essa mensagem pode alcançar vidas que necessitam da misericórdia de Deus como aquela mulher.

A prostituição nunca foi bem vista pela sociedade ao longo dos tempos. Na verdade, ser prostituta é padecer discriminação da sociedade. Raabe, com certeza, era uma mulher que sofria preconceitos e discriminação pela vida que levava. A Bíblia nos diz que ela morava sobre as muralhas de Jericó, lugar fora da cidade, e que estava afastada de seus parentes. Acontece com boa parte das pessoas hoje em dia que são afastadas do meio familiar porque vivem uma vida diferente.

Mas, Raabe, apesar de sua condição de pecadora recebeu em seu estabelecimento os espias (servos de Jeová) e acreditou no poder de Deus. Ela tinha ouvido falar das proezas que Deus havia feito. Que havia aberto o Mar Vermelho para o povo de Israel passar e destruido reis poderosos que se colocaram em seu caminho. Ela tinha convicção que, apesar das muralhas, Jericó não resistiria ao poder de Deus. Ela, então, se preocupou com sua salvação. Ela suplicou aos espias que com ela fizesse um pacto. Ela os esconderia dos guardas de Jericó que os procuravam e eles a salvaria, em nome do Senhor, quando invadissem a cidade. Ao fazerem o pacto com aquela mulher ela demonstrou mais uma qualidade. Ela pensou, também, na sua família. Quem sabe os mesmos que a haviam rejeitado quando ela foi para o mundo da prostituição.

A Bíblia nos mostra que ela foi salva e salvou toda sua família pela fé que teve no Deus Todo Poderoso. A história dessa mulher nos mostra algumas lições importantes. Quero citar pelo menos duas delas. A primeira é que Deus não faz acepção de pessoas. Ele é um Deus sublime que deseja a salvação do ser humano. Não importa sua situação. Deus é poderoso para te salvar e resgatar da sua triste maneira de viver. A segunda lição é que não importa o qual desprezível possamos parecer aos olhos do mundo. Se Deus nos chamou para ser um canal de benção é através de nós que muitas pessoas irão ser salvas.

Quem sabe você pensa que não é nada e que sua vida não tem sentido. Mas, Deus tem um propósito de salvação para sua família através de você. Coloque-se no lugar certo e interceda pela sua família. Deus pode salvar e libertar por pior que a pessoa possa estar.

Texto: Odair

domingo, 16 de março de 2014

O que é o homem para que dele te lembres?



No sonho desta noite havia uma pergunta que atormentava minha mente. O que é o homem mortal para que dele te lembres? Provavelmente a questão veio em meu pensamento pelo impressionante documentário Os rios e a vida que assisti antes de dormir. O documentário apresentava o Rio Amazonas como sendo o último grande rio que ainda resiste à destruição do homem, mas que, com o avanço da soja ele logo vai estar destruído. A floresta é destruída para a plantação do grão que fornece uma base de alimentação no mundo moderno. No entanto, antes da soja, a floresta sofreu, e ainda sofre a destruição causada pela ambição do homem que retira a madeira para fazer diversas atividades com ela. O ser humano destrói a natureza e não mede as consequências dos seus atos.

A natureza começa a mostrar sua força. No documentário mostrou uma das secas causadas pela ação do homem onde o rio baixou mais do que o costumeiro e causou inúmeras perdas. Os peixes morreram, em alguns casos até mesmo cozidos pelo calor do sol e as poucas águas. A população ribeirinha sofre com as inconstantes cheias e secas do rio. Alguns, em meio ao desespero, procuram Deus e apelam para o todo poderoso. Sabemos, no entanto, que a marcha para o progresso não vai parar até o homem ter derrubado a última árvore que Deus fez nascer. O pulmão do mundo está sendo afetado diretamente e vai ser impossível respirarmos futuramente. Atualmente destrói-se o equivalente a cinco campos de futebol por minuto.

O ser humano dominado pelo espírito do capitalismo está conduzindo a terra para a destruição. E, então martela em nossa mente a pergunta acima. O que é o homem para que dele te lembres? Se não fosse a misericórdia de Deus já teríamos sido consumidos pela destruição. Coloca-se a culpa em Deus pelas calamidades e catástrofes e questionam onde está Deus quando isso acontece. No entanto, deveriam olhar para a destruição que o próprio ser humano faz para suprir suas ambições de poder e luxúria.

Deus criou o mundo perfeito. A natureza exuberante funciona dentro de uma lógica perfeita e todos os ecossistemas são interligados. A quase extinção dos jacarés na floresta amazônica a algum tempo atrás, causou um desequilíbrio incalculável na natureza. Quando isso estava para acontecer o homem fez a intervenção e, por meio da proteção ambiental salvaram os jacarés da extinção. A proteção fez com que sua população aumentasse além do normal e isso, também, causou um desequilíbrio. Interfere na natureza de forma que suas consequências são sentidas por anos e anos. Esse fato não aconteceu só na Amazônia, mas, também, no Pantanal.

Davi ficou admirado com a grandeza de Deus e, ao olhar para as coisas que Deus havia feito ele ficou fascinado. A lua e as estrelas que o Criador fizera com as próprias mãos causaram no salmista uma admiração pelo poder de Deus. Mas, Davi fica deslumbrado pela oportunidade que Deus dá ao homem de cuidar dessa criação. Admira-se por que Deus dá ao homem o domínio sobre todas as coisas que fez sob o céu. As ovelhas e o gado representam toda criação. As aves do céu e os peixes do mar representam a extensão dessa autoridade. E o que o homem fez desse domínio? O que vemos todos os dias nos noticiários. Mata, rouba e causa destruição sem precedentes. Em tudo isso martela em nossa mente. O que é o homem para que dele te lembres? O homem só desaponta o Criador. Destrói aquilo que ele fez com tanto amor. Será que merecemos o amor de Deus?

Abra seus olhos para essa realidade. Saibas que Deus te escolheu para proclamar a sua magnitude. Para adorá-lo na beleza da sua santidade e não para destruir o que Ele fez com tanto amor. Que o Espírito de Deus possa falar melhor em cada coração.

Texto: Odair

sexta-feira, 14 de março de 2014

Pare de procurar onde Deus não está.




"É possível encontrar cidades sem muralhas, sem ginásios, sem leis, sem moedas, sem cultura literária; mas um povo sem Deus, sem orações, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios, jamais foi encontrado". (Plutarco 45-125 d.C – Moralista e Historiador Grego).

O coração humano, desde o seu nascimento, almeja um encontro com o seu Criador. Por mais que existam pessoas que duvidam da existência de um Criador, a natureza humana prova o contrário. Deus existe de fato e é presente no coração humano. Não é possível negar essa verdade.

Um breve olhar na literatura mundial em busca de resposta para o ateísmo resulta em respostas claras e objetivas de que a existência de Deus é um fato explícito e patente aos olhos de quem quer que seja. O ateísmo, defendidos por alguns, de fato não existe. Os homens que negam a simples existência de um criador não conseguem defender essa idéia e ela acaba sendo refutada por quem deseja de fato saber a verdade sobre um Deus Criador. As palavras de Plutarco, escrita no inicio da era cristã pode ser usada hoje com certeza de que é possível encontrar muitas coisas sem uma estrutura qualquer, só não é possível encontrar uma mente humana que não tenha esperança em um Deus maior.

Ao analisar as palavras Plutarco podemos observar que ele não está dizendo sobre o Deus verdadeiro. Ele afirma que em todas as sociedades por onde ele havia passado era possível perceber uma forma de adoração. Quando olhamos isso, deduzimos que, se existe adoração, existe um ser adorado. E, por mais que boa parte adoram sem saber o que estão adorando, sabemos que o fazem porque sentem na alma o desejo de adorar a Deus.

Deus existe e é apresentado para nós pela sagrada escritura. O conhecemos porque Ele nos amou e a si mesmo se entregou para expiação do pecado da humanidade. Jesus Cristo, o Filho de Deus veio até nós e, sob sofrimento terrível, pagou o preço pela nossa salvação.

Quem sabe você tem se perguntado ao longo de toda sua vida qual o propósito de sua existência e ainda não encontrou a resposta que confortasse seu coração. Creia em Jesus Cristo e a Ele entregue sua vida e, então, terá uma vida abundante. Pare de procurar em lugares onde Deus não está e passe a olhar para a Cruz de onde emana a salvação eterna.

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará". (Sl 37:5)

Texto: Odair

quinta-feira, 13 de março de 2014

Os dois caminhos




Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar. Onde leva? Não perguntes, segue-o! 
Nietzsche

“Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” Mt 7: 13- 14

Não é possível recorrer a outro caminho quando o que você deverá percorrer está na frente dos seus passos. A cruz pode parecer pesada demais e os espinhos podem até ferir os seus pés, mas o caminho que é para você percorrer é o único por onde deves passar.

A vida oferece-nos momentos de alegrias e tristezas sendo que, para uns os momentos de alegrias são maiores que os momentos de tristezas e, para outros, acontece o inverso. O que importa é o que fazemos do aprendizado que temos desses momentos na nossa vida.

Noites inteiras podem ser passadas sem os olhos se fecharem para o sono que descansa a alma porque as lágrimas temam em rolar desses olhos impedindo que eles se fechem. Os pensamentos torturam a alma na busca por uma saída do tormento que perturba a paz interior. Nessas horas, os minutos são eternidades e parecem não dar importância para o sofrimento alheio.

Quando olhamos para as agruras que torturam esses caminhos vemos a dificuldade estampada diante de nós. O que fazer? Como seguir esse caminho? As dúvidas são tantas e desfalecem o coração. Parece mesmo, em algumas situações, que não existe esperança para o pobre mortal que se encontra nessa dificil encruzilhada.

No entanto, quando olhamos para os ensinos de Jesus fica notório seu mandamento de que devemos escolher entre os caminhos a nós apresentado. A figura dos dois caminhos é real. Não é fácil escolher o caminho estreito porque as dificuldades são enormes para trilhá-lo. O coração humano deseja os prazeres desse mundo e sempre almeja a satisfação das lúxurias e vaidades. Mas, esse é o caminho largo que conduz a perdição. Para os sabedores dessa verdade fica dificil ser feliz sabendo que o final desse caminho é a perdição.

Nosso inimigo interior, a carne, deseja as concupiscências deste mundo e nos istiga a viver de acordo com sua vontade. Essa inclinação ao materialismo terrestre nos obriga a vacilar quando almejamos trilhar pelo caminho do bem.

Ao contrário do que afirma o filósofo na epígrafe acima, não existe só um caminho. Jesus disse que existe dois caminhos. Onde leva? A filosofia não tem a resposta. Mas a Bíblia tem a resposta certa. O caminho estreito leva a Deus e a Salvação. O caminho largo conduz à perdição. Então, há dois caminhos e os destinos dos mesmos são bem explícitos. O que temos que fazer é saber tomar a decisão certa e seguir pelo caminho do bem.


Texto: Odair

terça-feira, 11 de março de 2014

A Religião é suficiente?



Numerosas são hoje as pessoas que, decepcionados com os diferentes grupos religiosos, afastaram-se da igreja. Estas pessoas são, muitas vezes, vítimas de certas práticas religiosas, que não sintonizam com as verdades bíblicas. Subjulgam-as com um fardo insuportável e, com o peso, acabam desistindo da caminhada. Um paradoxo com o que disse Jesus "o meu fardo é leve".

Os homens do nosso tempo não são diferentes daqueles a quem os apóstolos se dirigiam. Temos as mesmas necessidades, vamos ao encontro do mesmo juízo e carregamos o mesmo peso de nossos pecados, estejamos ou não conscientes disso. Ritos, cerimônias ou belas palavras humanas não nos satisfazem, tampouco uma reconhecida religião, com muitos seguidores, ou uma seita com iniciados que se consideram melhores que o resto do mundo.

As palavras de Marx que "a religião é o ópio do povo" e as de Lutero de que "falsos pregadores são piores que estupradores de virgens" faz muito sentido hoje em dia.

É preciso saber que não são as religiões que tem o poder de salvar o ser humano e tirar-lhe os pecados, senão Jesus Cristo. Só há um caminho para a eternidade com Deus e este caminho foi revelado em Jesus na cruz. Eis a mensagem.

Texto: Odair

segunda-feira, 10 de março de 2014

O custo das convicções



Houve um homem, cujo nome era Sam Houston, general e estadista texano, que ficou conhecido por defender, em sua gestão, causas impopulares, mesmo que para isso tivesse de sofrer retaliações.

Em uma época em que não era de interesse popular defender os índios americanos, ele foi a Washington como membro de uma delegação dos cherokees para se queixar ao governo da corrupção dos agentes indigenistas.

Em outro tempo, opôs-se à escravatura num período em que era politicamente incorreto fazê-lo. Em 18 de março de 1861, foi deposto como governador de Estado porque, novamente, foi contra a separação do Estado e recusou-se a jurar lealdade à Confederação.

Duas semanas mais tarde, no discurso a uma multidão que queria vê-lo morto, Houston declarou:

Sempre tive como regra invariável na minha vida não formar nenhuma opinião ou dar veredicto sobre qualquer grande questão pública antes de ouvir e considerar cuidadosa e imparcialmente todas as evidências [...] e, uma vez tendo assumido minha posição, nenhum temor da condenação popular me poderá induzir a modificá-la.

Nunca permiti que o clamor, a paixão, o preconceito e a egoísta ambição popular me induzissem a mudar uma opinião e um veredicto que minha consciência e razão tenham formado e considerado justos.

A vox populi nem sempre é a voz de Deus, pois quando os demagogos e líderes políticos egoístas conseguem excitar o preconceito do público e silenciar a voz da razão, pode-se ouvir o clamor popular 'Crucifica-O, crucifica-O!' A vox populi torna-se, então, a voz do diabo.

Embora estas tenham sido palavras proferidas por alguém de muita coragem, pela animosidade popular que sofria na época, Houston procurava assegurar-se de que estava sempre do lado da justiça.

Defender o que é correto freqüentemente desperta oposição e perseguição. Nos dias atuais, vemos que se tornou popular, e até fashion, ser cristão, mas pode não continuar sendo assim.

Para todos nós, cristãos, vem a pergunta: Será que as convicções da minha consciência estão certas? Será que estão em harmonia com a Palavra de Deus?.

Se estiverem, apeguemo-nos a elas, seja qual for o preço!

Texto: http://www.icp.com.br/80contexto.asp

sábado, 8 de março de 2014

Cadáveres ambulante




Quanto a vós, os vossos cadáveres cairão neste deserto. Nm 14.32

Na caminhada que estamos fazendo rumo a Terra Prometida, todo cuidado é pouco. Não existe uma coisa mais sutil e perigosa para tirar o nosso lugar no céu do que a murmuração e falta de fé.

Os espias que espiaram a terra, viram a beleza e fartura que ela oferecia, mas olharam também os perigos, os gigantes. A maioria se acovardou diante do perigo e pôs-se a lamentar o porque haviam deixado o Egito. Esqueceram-se que Deus os havia tirado do Egito com mão forte e poderosa e, com certeza, dariam-lhes vitória sobre qualquer que fosse o inimigo.

O perigo que enfrentamos hoje não são os gigantes e sim a nossa pouca capacidade de confiarmos em Deus. Se creio que Deus é Todo-Poderoso e está acima de qualquer situação então posso confiar que o maior gigante para mim não é nada para Deus.

Não podemos deixar que a nossa fé nos falte, pois senão corremos o sério risco de nos tornarmos cadáveres espirituais e sucumbirmos no deserto da vida. Deus precisa de pessoas corajosas que creia que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam. Quando nos falta fé e já não cremos no milagre, a tendência natural é começarmos a murmurar e queixar da situação. Isso não é agradável a Deus e nem poderia ser, pois uma das piores coisas do mundo é conviver com uma pessoa queixosa e murmuradora.

Outra lição maravilhosa que aprendemos do relato sagrado é que nem sempre a maioria está com a razão. Nossa tendência é seguir a maioria e ainda dizer que “a voz do povo é a voz de Deus”. Puro engano, pois nem sempre é assim. Como servos de Deus, devemos sim é nos respaldarmos na Bíblia e seguirmos os seus ensinos de forma clara e objetiva para termos vitória. Que Deus nos ajude em CRISTO JESUS!

Texto: Odair